Síria. O vigário católico de Aleppo acusa a Turquia e o Ocidente: são cúmplices do ISIS.

Por Coordinamento Nazionale per la pace in Siria | Tradução: FratresInUnum.com – O vigário católico de Aleppo, monsenhor Georges Abou Khazen acusa a Turquia e as grandes potências de terem criado o Estado Islâmico (ISIS), de continuar a treinar-lhe os militantes e de comprar dos terroristas tanto petróleo quanto achados arqueológicos saqueados na Síria. “A gente teme que os turcos queiram combater os curdos com o pretexto do ISIS”, explica ainda, comentando as operações militares que a Turquia está realizando contra o ISIS na Síria e contra os curdos do PKK [ndt: PKK é o Partido dos Trabalhadores do Curdistão – Partiya Karkerên Kurdistanê] no Iraque.

“Se é um pretexto da Turquia para criar uma zona independente da Síria – afirma – então se torna um pouco perigoso. Se é um pretexto para combater os curdos e aumentar a confusão e a violência, então não é um sinal positivo. Sabemos bem que a Turquia permitiu ao ISIS entrar em seu território, armar-se e obter seu treinamento.”

“O ISIS – prossegue – é um instrumento nas mãos das grandes potências, por elas foi criado, armado e sustentado. Em vez de combatê-lo em terra, compram o seu petróleo e os achados arqueológicos roubados nessas terras”.

“Sabemos bem quem está comprando essas coisas do ISIS – complementa Mons. Khazen –, não se deve dar armas aos homens do ISIS e não deviam treiná-los. Nos países limítrofes da Síria, entre os quais se inclui a Turquia, há verdadeiros e próprios campos de treinamento”.

“Os homens do ISIS – acrescenta o vigário de Aleppo – tomaram as zonas onde há petróleo, começaram a vendê-lo a 10 dólares o barril e agora a 30 dólares. E quem está comprando petróleo e achados arqueológicos? Certamente não são os somalis e aqueles da Mauritânia”.

Mons. Khazen também ressalta que “com o ISIS, não traficam somente as companhias ocidentais. E quem perde a vida é essa pobre gente. Nós temos na Síria 23 grupos étnico-religiosos diferentes que constituíam um belo mosaico. E agora em que estão se transformando? E nos falam dos direitos humanos”.

Foto da semana.

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Fratres in Unum.com: “Cabe a Deus a vingança e a retribuição”, de acordo com Dom Oliver Dashe Doeme, bispo de diocesano de Maiduguri, Nigéria, falando à agência de notícias da Ajuda a Igreja que Sofre. Durante a Semana Santa, o bispo visitou as paróquias destruídas pelos maometanos terroristas do Boko Haran, que têm disseminado o ódio e a destruição no país africano. Os fiéis visitados demonstraram um grande anseio em receber o Sacramento da Confissão e o senhor bispo, juntamente com os padres que o acompanhavam, atendeu, em muitas delas, os penitentes por mais de três horas.

Em uma série de Missas pela Reconciliação e Reparação, Dom Dashe encarajou os fiéis a permanecer firmes na fé, apesar dos sofrimentos que têm experimentado. Ele os instou a seguir o exemplo de Cristo e a perdoar os terroristas por seus sacrilégios e ódio.

Créditos: Arquidiocese de Melborne – indicação do leitor Carlos.

Famoso exorcista Amorth: O Estado Islâmico (ISIS) é Satanás.

ROMA, 13 Abr. 15 / 05:16 pm (ACI).- O famoso exorcista da diocese de Roma, o Pe. Gabriele Amorth, afirmou que o Estado Islâmico (ISIS) “é Satanás”.

Em uma publicação recente na rede social Facebook, o conhecido sacerdote com dezenas de milhares de exorcismos, afirmou que “O ISIS é Satanás. As coisas acontecem primeiro nas esferas espirituais, logo acontecem nesta terra”.

Desta forma o presbítero descreveu os terroristas muçulmanos que perseguem e assassinam cristãos no Iraque e na Síria, países onde centenas de milhares foram obrigados a fugir dos seus lares para não morrerem nas mãos deste grupo fundamentalista.

O Pe. Amorth afirma logo que “os reinos espirituais são apenas dois: O Espírito Santo e o espírito demoníaco”.

Satanás, disse, ingressa-se “porque o mal está disfarçado de vários modos: políticos, religiosos, culturais, e tem uma única fonte inspiradora: o demônio. Como cristão combato contra o demônio espiritualmente”.

“Também a política mundial que hoje parece sem resposta diante do massacre dos cristãos deverá combater ao ISIS e o fará de modo distinto. Se avança como parece nos perguntamos o que o Ocidente fez no transcurso dos últimos decênios”.

Satanás, explicou o sacerdote que fundou a Associação Internacional de Exorcistas, “repete que o mundo está em seu poder e o que diz é certo. Biblicamente falando estamos nos últimos tempos e o demônio trabalha freneticamente”.

O Estado Islâmico (ISIS) invadiu a maior cidade cristã de Iraque, Qaraqosh, no mês de agosto do ano passado, provocando a fuga de dezenas de milhares de pessoas.

Qaraqosh está localizado entre Mossul –cidade na qual já não há cristãos–, e Erbil, a capital do Curdistão iraquiano, uma zona onde ainda não chegaram os terroristas muçulmanos do ISIS.

Segundo a ONU, 200.000 pessoas fugiram pelas estradas.

O Estado Islâmico é um movimento jihadista que nasceu do Al Qaeda mas que agora trabalha de maneira independente. O último massacre hediondo perpetrado pelo ISIS foi o de 21 cristãos coptos decapitados na Líbia.

Ocidentais juntam-se a milícias cristãs do Iraque para combater Estado Islâmico.

Por Jihad Watch | Tradução: Alexandre Oliveira – Fratres in Unum.com

Essas pessoas estão fazendo o que os governos do Ocidente pós-cristão não mostraram interesse em fazer: proteger os cristãos perseguidos pelo Estado Islâmico. Mas, uma vez que eles se identificam como cristãos, prepare-se para vê-los difamados e demonizados pela grande mídia e mostrados como o equivalente do Estado Islâmico: cristãos que cometem violência em nome de sua religião de um lado, e os muçulmanos que a cometem em nome de sua própria religião do outro. Que estes homens tenham ido lá para impedir atrocidades ao invés de cometê-las será algo encoberto e ignorado.

“Ocidentais se juntam a uma milícia cristã do Iraque para lutar contra Estado islâmico”, por Isabel Coles, Reuters, 15 de fevereiro de 2015:

 

 

(Reuters) – São Miguel, o arcanjo da batalha, está tatuado nas costas de um veterano do exército dos EUA, que recentemente voltou ao Iraque e se juntou a uma milícia cristã em luta contra Estado Islâmico, no que ele vê uma guerra bíblica entre o bem e o mal.

Brett, 28, carrega a mesma Bíblia de bolso desgastada de quando foi enviado ao Iraque em 2006 – uma imagem da Virgem Maria dobrada dentro de suas páginas e seus versos favoritos destacados.

‘Agora é muito diferente’, disse ele, questionado sobre até que ponto ambas experiências se comparam. ‘Aqui eu estou lutando por um povo e por uma fé, sendo que o inimigo é muito maior e mais brutal.’

Milhares de estrangeiros afluíram ao Iraque e à Síria nos últimos dois anos, principalmente para se juntarem Estado islâmico, mas um punhado de ocidentais idealistas estão igualmente se recrutando, citando a frustração de que seus governos não estão fazendo mais para combater os islamitas ultrarradicais ou para impedir a sofrimento de inocentes.

A milícia a que eles se juntaram é chamada DwekhNawsha – ou seja, ‘sacrifício de si’ no antigo idioma aramaico falado por Cristo e ainda usado por cristãos assírios, que se consideram como povos indígenas do Iraque.

Um mapa na parede no escritório do partido político assírio afiliado à DwekhNawsha marca as cidades cristãs no norte do Iraque, que se desdobram em torno da cidade de Mosul.

A maioria destas cidades agora está sob o controle do Estado Islâmico, que invadiu Mosul no verão passado e emitiu um ultimato aos cristãos: pagarem um imposto, converterem-se ao islamismo ou morrerem pela espada. A maioria fugiu.

DwekhNawsha opera ao lado das forças curdas Peshmerga para proteger aldeias cristãs na linha da frente na província de Nínive.

‘Estas são algumas das únicas cidades em Nínive, onde os sinos das igrejas ainda tocam. Em todas as outras cidades, eles se silenciaram, e isso é inaceitável’, disse Brett, que tem “O Rei de Nínive”, escrito em árabe na parte da frente de seu colete de exército…

Tim encerrou seu negócio de construção na Grã-Bretanha no ano passado, vendeu sua casa e comprou dois bilhetes de avião para o Iraque: um para si e outro para um engenheiro de software americano, com 44 anos de idade, que ele conheceu através da internet.

Os dois se encontraram no aeroporto de Dubai, voaram para a cidade curda de Suleimaniyah e pegaram um táxi para Duhok, onde chegaram na semana passada.

‘Eu estou aqui para fazer a diferença e, quem sabe, colocar um fim a estas atrocidades’, disse Tim de 38 anos, que já trabalhou no serviço de prisão. ‘Eu sou apenas um cara normal da Inglaterra realmente.’

 

O heroísmo dos mártires cristãos e as misérias do Vaticano.

Que o Papa faça evacuar os 300 cristãos de Trípoli, juntamente com seu bispo, para salvá-los do massacre

Por Antonio Socci (18.02.2015) | Tradução: Fratres in Unum.com – É preciso olhar de frente aqueles 21 jovens cristãos que, na Líbia, sofreram o martírio por não renegarem Cristo, e que antes de serem degolados pelo ISIS – segundo a leitura labial que foi feita – clamaram continuamente o nome de Jesus. Como os antigos mártires.

O NOME DE JESUS

O bispo deles disse:“Aquele nome sussurrado no último instante foi como que o selo do seu martírio”. Os cristãos coptas são gente forte, temperada por quatorze séculos de perseguição islâmica. São herdeiros daquele Santo Atanásio de Alexandria que salvou a verdadeira fé católica da heresia ariana, na qual tinha caído a maior parte dos bispos. São cristãos rijos, não uns invertebrados, como nós, católicos tíbios do Ocidente.

Eis aqui a verdadeira força: não aquela de quem odeia e mata os inermes (também as crianças), e crucifica quem tem uma fé diferente, e violenta as mulheres, desfraldando a bandeira negra e escondendo o próprio rosto.

A verdadeira força é a dos inermes que aceitam até o martírio para não renegarem a própria dignidade, isto é, a sua fé, para testemunharem a maravilha do “Belo Amor”, como diz uma antiga definição do Filho de Deus.

Um grande testemunho. Estes são os verdadeiros mártires: os cristãos. Não aqueles que massacram os inocentes inertes.

E esta é a glória dos cristãos: seguir um Deus que salvou o mundo fazendo-se matar e não matando os outros, como fazem todos os déspotas, agitadores e ideólogos (ou revolucionários) deste mundo, que são aclamados nos livros de história.

A LIÇÃO

Uma grande lição para um Ocidente embriagado do “politicamente correto”, que, como o desastroso Obama, se auto-impôs nem sequer pronunciar a palavra“islã” e “muçulmanos” quando fala dos massacres destes meses, desde o Norte do Iraque até Paris e Líbia. Um Ocidente nihilista, que se envergonha de suas raízes cristãs e não perde nenhuma ocasião para as cobrir de desprezo.

É uma dolorosa lição, enfim, sobretudo para a Igreja. Para uma Igreja que não testemunha mais o fogo ardente da fé.

Para a Igreja de Bergoglio que, enquanto existem homens e mulheres que dão a vida por Cristo, define como “uma solene besteira” o anúncio cristão e o proselitismo; para aquela Igreja de Bergoglio que, enquanto os cristãos são perseguidos e massacrados em todo o mundo muçulmano, faz um ato de adoração numa Mesquita, que vai atrás da ideologia obamiana dominante, evitando cuidadosamente pronunciar a palavra “Islã”, a não ser para louvá-lo (a propósito, o seu porta-voz em Buenos Aires atacou Bento XVI por causa de seu discurso em Ratisbona, sobre o Islã).

E sobretudo para aquele Papa Bergoglio que diz que a grande emergência atual da Igreja não é a fé, mas o meio-ambiente, e, depois, a acolhida aos novos tipos de casal e a comunhão para os divorciados recasados. Parece com o filme de Benigni, onde se dizia que o verdadeiro, o grande problema de Palermo é… “o trânsito!”.

É tanto assim que logo mais teremos a encíclica bergogliana sobre a ecologia e sobre as vantagens da coleta seletiva de lixo, ao invés de termos um grito de amor a Deus, neste mundo sem fé e sem esperança. Teremos um apelo contra a erosão, ao invés da denúncia do ódio anticristão em todo o planeta (pelo resto, já sabemos que em sua missa de entronização falou sobre o meio-ambiente, assim como no discurso à Expo, ao invés de falar de Cristo).

É o Papa Bergoglio que recebe e comove os centros sociais, tipo Leoncavallo, mas não os cristãos que heroica e pacificamente lutam para testemunhar a salvação, sofrendo o desprezo e as acusações do mundo.

É Bergoglio que escolhe os novos cardeais baseado em sua própria ideologia pessoal (deixando ver que, se quiser, pode inclusive decidir nomear o bispo de Ancona para o cardinalato), ao invés de conceder a púrpura, sinal do martírio, àqueles bispos que, justo nestes dias, concreta e heroicamente, vivem com as suas comunidades ameaçadas e, verdadeiramente, arriscam a sua vida com elas.

SALVAR AQUELES CRISTÃOS

Este é o caso do bispo de Tripoli, D. Martinelli, o mesmo bispo que, em 2011, quase sozinho (apenas com o apoio de Bento XVI), gritava todos os dias contra a guerra [liderada pela OTAN, no contexto do que se chamou de “Primavera Árabe”, que culminou com a queda de Muammar al-Gaddafi], explicando que aquilo abriria a“Caixa de Pandora”, exatamente como aconteceu depois.

Uma tragédia que devemos agradecer aos “Prêmios Nobel da Paz”, Obama e Sarkozy.

Hoje, na Itália e no exterior, aqueles que aclamaram a guerra se fazem de desentendidos. Enquanto nestes dias a Líbia corre o risco de se tornar uma base do Isis, o Bispo Martinelli decidiu permanecer ali, expondo-se à morte:

“Vi tantas cabeças cortadas – conta – e pensei que eu também poderia acabar assim. E se Deus quiser que meu fim seja ter a cabeça cortada, assim será […]. Poder dar testemunho é uma coisa preciosa. Eu agradeço ao Senhor que me permite fazê-lo, também com o martírio. Não sei até onde vai dar este caminho. Se me levar à morte, isso quer dizer que Deus quis assim… E eu não saio daqui. Eu não tenho medo”.

Ele não quer abandonar a sua pequena comunidade, constituída por cerca de trezentos trabalhadores filipinos, que estão compreensivelmente aterrorizados. O bispo é o único italiano que ficou em Trípoli, com alguns religiosos e religiosas não italianos.

Até ontem, não recebeu nenhuma ligação do Papa Bergoglio, habitualmente muito pródigo com os telefonemas (ligou até para Pannella [jornalista italiano de extrema-esquerda], além de ligar diversas vezes ao seu amigo Scalfari). Talvez, graças à pressão midiática, vai lhe telefonar uma hora destas…

Todavia, mais que de palavras, precisamos de fatos.

Eu queria propor uma coisa ao Papa. O Vaticano, também com a ajuda do governo italiano, poderia pedir um auxílio humanitário, uma operação relâmpago de socorro aos cristãos que ficaram lá, com o seu bispo. São apenas trezentos e arriscam a sua vida pela fé. O Vaticano poderia hospedá-los e, depois, eles decidiriam se é o caso de voltar às Filipinas.

A coisa é possível. Por que não fazê-la? Esta é a minha oração ao Papa Bergoglio: que salve do massacre toda uma comunidade cristã e o seu pastor.

Esta seria, realmente, uma coisa digna da Santa Sé. Não esse clima de caça às bruxas e de apuração, que desde alguns dias circula no establishment Vaticano, contra aqueles “grandes cardeais” (Ratzinger) que, fiéis à Igreja, ousaram se opor a Kasper no Sínodo de outubro.

Seria absurdo que o Vaticano se dedicasse às purgas, enquanto os cristãos são martirizados no mundo.

“Vi debaixo do altar as almas dos homens imolados por causa da palavra de Deus”.

“Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos homens imolados por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho de que eram depositários. E clamavam em alta voz, dizendo: Até quando tu, que és o Senhor, o Santo, o Verdadeiro, ficarás sem fazer justiça e sem vingar o nosso sangue contra os habitantes da terra? Foi então dada a cada um deles uma veste branca, e foi-lhes dito que aguardassem ainda um pouco, até que se completasse o número dos companheiros de serviço e irmãos que estavam com eles para ser mortos”.  Apocalipse, 6, 9-11

No dia em que iniciamos* a Quaresma e nos preparamos para celebrar daqui a quarenta dias a Paixão e a Morte de Nosso Senhor, não há como não nos lembramos que Ele continua a padecer a Paixão em seus membros, nos mártires dos nossos dias. Por isso, o Fratres In Unum resolveu compartilhar o chocante vídeo do martírio dos 21 cristãos coptas, divulgados nos últimos dias pelo Estado Islâmico. As cenas são fortes, chocantes, terríveis. Não deve ser visto por crianças, mulheres grávidas e pessoas sensíveis. Contudo, precisamos ver com nossos olhos o sofrimento dos novos mártires para entendermos que isso não é ficção, que não podemos ficar parados, que precisamos retirar a Igreja desta crise horrível, deste catolicismo light, que não sabe mais conviver com o sacrifício e a dor. Talvez assim consigamos entender, como escreveu recentemente Antonio Socci, o quão ridículo é ficar discutindo a “Comunhão aos divorciados”, quando há vidas sendo imoladas por maometanos.

Que o coro dos mártires interceda por nós junto de Deus!

(clique na imagem abaixo e assista ao chocante vídeo)

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* Um amigo observa: “Nos ritos orientais, a Quaresma começa no domingo que passou, não hoje. ‘Curioso’ eles terem sido mortos no sábado anterior”.

Cardeal de Viena em defesa do Centro Rei Abdullah.

Por HPD Durchsuchen | Tradução: Fratres in Unum.com: O Arcebispo de Viena, Christoph Schönborn, luta em defesa da preservação do Centro Rei Abdullah, que é financiado pela Arábia Saudita e até hoje ainda não está claro que atividades realiza.

O Deutsch-Türkischen Nachrichten descreve essa atitude como uma “aliança estranha”.

“O governo austríaco quer fechar o Centro Rei Abdullah, em Viena, o mais rápido possível. O centro foi fundado por um tratado entre a Arábia Saudita, Espanha e Áustria para supostamente promover o diálogo inter-religioso e intercultural”. No entanto, a Arábia Saudita é conhecida sobretudo por fomentar o wahhabismo [corrente islâmica extremista] com grande aporte de dinheiro internacional.

“Os sauditas rejeitam não só a prática de outras religiões, mas lutam também contra as correntes do Islã que não atendem à versão nacional.” O governo austríaco não quer mais apoiar essa missão e deseja fechar o centro.

Todavia, tanto o Presidente Heinz Fischer quanto o Arcebispo de Viena, Cardeal Christoph Schönborn, criticam as ações do governo. “As pontes de diálogo” não devem ser fechadas prematuramente. Mesmo se a Áustria rescindir o acordo, a agência em Viena continuará existindo, informou a imprensa. A Kath Press citou o cardeal: “Justamente agora são necessárias pontes entre as culturas e locais de diálogo, especialmente lá, onde desenvolvimentos são especialmente necessários e as relações são problemáticas.”

Nisso os líderes das religiões estão de acordo: mesmo quando se trata de disputas entre eles, juntos são contra qualquer limitação do exercício de seu poder.

Eu não sou Charlie.

Um periódico francês chamado Charlie Hebdo é especialista em publicações sujas e de baixo nível, a título de liberdade de expressão.

Sua especialidade é ofender a Nosso Senhor Jesus Cristo e sua Igreja, através de charges altamente imundas e ofensivas, do pior modo que a imaginação humana pode alcançar. São simplesmente impublicáveis.

Através desses anos, rechearam suas publicações com essas ofensas contra todos os valores possíveis, mas principalmente contra a Igreja Católica.

Publicaram também imundices contra a religião de modo geral, incluindo o judaísmo e o islã. No entanto, esses últimos reagiram de modo bem diferente dos cristãos, que levantaram 13 processos na justiça francesa contra o jornal, e dois radicais franco-argelinos islâmicos perpetraram um ato terrorista típico deles, matando 12 pessoas da redação do jornal, além de um policial.

Acabaram sendo perseguidos e mortos pela polícia.

Digamos que eu me aproveitasse de uma das bandeiras defendida pelo Charlie Hebdo e dissesse: “bem feito, todos esses terroristas, tanto islâmicos como cartunistas, devem estar agora no inferno.”

Seria a minha liberdade de expressão que me impeliu a dizer isso.

E é obvio que o 5º mandamento nos impede de sair por aí matando os desafetos, mesmo que esses sejam uns porcos imundos (de novo, é a minha liberdade de expressão falando).

O fato é que não podemos apoiar atos criminosos de qualquer espécie. É imoral declarar apoio ao crime, por isso o meu “bem feito” acima só serviria para chocar. Gostar disso e fazer chacota só me tornaria igual ao terrorista da caneta.

Qualquer cristão digno desse nome, nesse momento, só pode pedir a Deus misericórdia pelas almas desses coitados. É a atitude digna a ser tomada por qualquer ser civilizado, diametralmente oposta à atitude de defensor radical da liberdade de expressão.

Leio nesse momento torrentes de desinformação da mídia tentando defender a comunidade islâmica, culpando o Ocidente, o cristianismo, a direita européia, a escravidão, a homofobia, os nazistas, etc., e um monte de outras besteiras tentando misturar fatos e manter uma visão “politicamente correta” da esquerda.

O fato é que a violência é pregada no Alcorão, que diz que os infiéis devem ser mortos ou escravizados. E assim como a nossa Bíblia, se não tiver a explicação do Autor, pode se interpretar de qualquer modo, até de modo violento. O autor da Bíblia é Deus, o do Alcorão não sei.

Por isso a Igreja sabiamente sempre deu a interpretação da Revelação escrita, conforme ordem de Nosso Senhor aos Apóstolos: Ide e ensinai.

unnamedExiste sim uma tradição assassina islâmica na história, e por mais que não haja unidade dos muçulmanos quanto a essas violências, é uma tendência muito forte deles, quem sabe até predominante. Talvez só o comunismo ateu tenha feito mais vítimas na história do que o Islamismo.

Recomendo a leitura do livro “Muslins Masters, Christians Slaves” de Robert C. Davis, para se ter uma leve noção da perseguição islâmica contra os cristãos. Mostra que no período de 1500 a 1800, mais de um milhão de cristãos europeus foram escravizados pelos muçulmanos do Norte da África (North Africa’s Barbary Coast).

Não tenho dúvidas de que essas tragédias religiosas com o Islã vão continuar acontecendo, para castigo de uma Europa liberal, cujos cidadãos outrora cristãos, não querem mais ter filhos e sim cachorros.

Os europeus dentro de cinquenta anos serão muçulmanos em sua maioria. Mesmo assim não haverá paz, pois não há paz sem Cristo.

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Iraque: Igrejas em Mosul estão sendo usadas como prisões pelos jihadistas do ISIS.

Por Vatican Insider | Tradução: Fratres in Unum.com – A agência de notícias Fides informa que “algumas igrejas em Mosul foram transformadas em prisões por jihadistas do Estado Islâmico (ISIS), que promulgaram leis na cidade nortista do Iraque desde 9 de junho”.

”Em particular, de acordo com fontes relatadas pelo site da agência local de notícias http://www.ankawa.com, nos últimos dias alguns detentos, que haviam sido vendados e algemados, foram transferidos para a antiga igreja caldeia da Imaculada Conceição, na parte oriental da cidade.”

”Fontes locais disseram à Fides que o mosteiro de São Jorge foi transformado em prisão feminina. E há aqueles que temem que mulheres sejam forçadas a sofrer abusos sexuais nas instalações do mosteiro.”

Em Mosul, na segunda-feira, 24 de novembro, militantes jihadistas do Estado Islâmico haviam recorrido a explosivos para danificar seriamente o convento das Irmãs Caldeias do Sagrado Coração, anteriormente ocupado por elas e utilizado como alojamento e base de logística. “Os jihadistas do Califado ocuparam as igrejas, incluindo aquelas muito antigas”, disse Rebwar Audish Basa, Procurador da Ordem de Santo Antônio sant’Ormisda dos Caldeu, à Fides. “As preocupações que nos afligem incluem aquela dos que temem que uma possível ofensiva militar para a libertação de Mosul possa inevitavelmente levar a considerar igrejas como alvos a serem atingidos, uma vez que elas se tornam bases logísticas dos jihadistas. E, é claro, a destruição de igrejas antigas seria uma perda irreparável”.

Vaticano: O assassinato cruel do casal cristão é uma barbárie que humilha a humanidade.

ROMA, 07 Nov. 14 / 01:20 pm (ACI/EWTN Noticias).- A Santa Sé se pronunciou sobre o trágico caso dos dois jovens casados, cristãos, pais de 4 filhos, queimados vivos no Paquistão por uma multidão muçulmana. O casal foi injustamente acusado de blasfêmia por um muçulmano.

Sobre este acontecimento, o Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, o Cardeal Jean-Louis Tauran, falou com a Rádio Vaticano: “estou perplexo, ficamos sem palavras, obviamente, perante um ato de tamanha barbárie. Aquilo que é ainda mais grave é que foi invocada a religião, em modo específico”.

“Uma religião não pode justificar crimes desse gênero. Existe essa lei da blasfêmia, que representa um problema: a comunidade internacional, não deveria intervir?”

O Cardeal disse que “de um lado, certamente estão as convicções religiosas que devem ser respeitadas, mas é necessário, também, manter um mínimo de humanidade, de solidariedade. Acredito, então, que o diálogo se imponha: infelizmente, não se diz nunca o bastante sobre isso. Mais delicada é a situação, mais se impõe o diálogo”. “Eu me pergunto: podemos ficar assim, passivos frente a crimes declarados legítimos pela religião? Desde o ano em que foi introduzida a lei da blasfêmia, foram registradas cerca de 60 execuções”.

O Cardeal Tauran disse logo que “não envolvem somente os cristãos: inclusive outras minorias foram atingidas, como advogados, opositores ao regime que foram mortos de maneira bárbara. Estamos perante a um grande problema…”.

Pensando que “muitos cristãos se encontram, atualmente, nos braços da morte do Paquistão: pensamos, obviamente, também em Asia Bibi, mas existem tantos outros casos. Hoje seria realmente necessária uma ação para solicitar a reforma dessa lei…”.
“Sim, mas no ponto em que nos encontramos agora, não se pode intervir nos assuntos internos de um Estado, mas, ao menos, é preciso ajudar os responsáveis da política a encontrarem soluções dignas do homem e da civilização”.

A Comissão de Justiça e Paz do Paquistão reagiu a este drama, denunciando a falta de vontade por parte da política e afirmando que tudo isso rende as minorias ainda mais vulneráveis: “Penso que, efetivamente, a Igreja local seja muito corajosa. É necessário apoiá-la e, sobretudo, denunciar, denunciar rigorosamente que não há nenhuma justificativa pra esse tipo de coisa. Na realidade, a humanidade inteira acaba sendo humilhada…”.

Sobre uma possível reação dos líderes muçulmanos locais, o Cardeal disse: “Espero, sim! Isso é o que desejamos desde agosto… Por isso, é preciso reconhecer que as primeiras vítimas são os muçulmanos, porque esses crimes dão ao islamismo uma imagem terrível, muito negativa. Então, teriam todo o interesse de denunciar, e também de maneira contundente…”.

“Acredito que tenhamos chegado ao que São Paulo define “o mistério da iniquidade”, isto é, o mal ao estado puro. Nem os animais se comportam desse modo!”.

Para concluir, o Cardeal afirmou que “a gente se encontra realmente numa época de precariedade total, onde tudo pode acontecer, a pessoa humana não é respeitada, a vida não conta mais”.