O jovem cura de Taboão da Serra.

Aparelha-te, pois, para o combate, se queres a vitória. Sem peleja não podes chegar à coroa da vitória. Se não queres sofrer, renuncia à coroa; mas se desejas ser coroado, luta varonilmente e sofre com paciência. Sem trabalho não se consegue o descanso e sem combate não se alcança a vitória.” (Imitação de Cristo, Lv. III, 19)

Por Marcela A. de Castro

Sob o sol escaldante das duas e meia da tarde lá ia o intrépido padre José Leite Prado da Silva com seus dois corinhas rumo à casa do Dr. Oswaldo. Alto, magro, de passos largos, padre José Leite caminhava ligeiro segurando sua pasta de couro preto, onde levava apostilas e alguns objetos litúrgicos que usaria para celebrar a missa tradicional. Os garotos quase não podiam acompanhá-lo e se sentiam um tanto ofegantes toda vez que tinham de fazê-lo. Entretanto, acompanhar o jovem padre diocesano era um prazer e uma grande aventura e eles não perderiam essa oportunidade por nada desse mundo.

Fazia já um ano que o bispo diocesano o havia designado para auxiliar o idoso pároco da igrejinha do Sagrado Coração de Jesus naquele bairro perdido nos confins de Taboão da Serra. Para Dom Irineu Costa Serra, essa havia sido uma decisão salutar e necessária para que Padre José Leite tomasse contato com a realidade. Preocupava-se com o fato de que o jovem padre, ordenado há somente 2 anos, se comportasse de maneira tão diferente dos demais. Não lhe tinha nenhuma antipatia. Pelo contrário, o bispo bonachão até gostava do Padre José Leite; achava-o amável, determinado e entusiasmado com a sua vocação sacerdotal, seu histórico escolar no seminário destacara-se pelas melhores notas da classe. A única preocupação do bispo era que o jovem padre tinha algumas idéias um tanto estranhas para a sua geração. Em primeiro lugar, estava a tal da batina. Já ninguém mais a usava no dia a dia. E lá ia Padre José Leite para tudo quanto é canto, faça sol ou chuva, com aquela batina calorenta, que o próprio bispo só usava em ocasiões especiais. Fora isso, havia os livros estranhos sobre a missa pré-conciliar e os tais “cismáticos” franceses descobertos de maneira subrepitícia por um colega seminarista e devidamente informados a Dom Serra, naturalmente, não porque o então seminarista José Leite recusara terminantemente seu convite para acompanhá-lo ao famigerado Clube Nevado numa noite de sábado, mas, tão somente, à guisa de preocupação pela “linha pastoral” do novo sacerdote.

“Que raio de livros são esses que esse cabra andou lendo?”, quis saber Dom Serra. O informante confuso não sabia ao certo, pois não entendia nada de francês. Sabia apenas se tratar de alguma coisa de Dom Marcel Lefebvre, o bispo rebelde, e também havia os outros livros com gravuras da Missa Tradicional, aquela que já não era mais celebrada há séculos.

“Era só o que me faltava!” – exclamou Dom Serra com um levantar de sobrancelhas. “Mas deixa o menino pegar pé da realidade e tudo se ajeita. Trabalho não falta na diocese e, certamente, o tempo se encarregará de colocar tudo nos eixos.”

*  *  *

Quinze minutos depois chegaram os três ao casarão de dois andares do engenheiro aposentado. A casa espaçosa era um oásis de ortodoxia uma vez a cada quinze dias. Eram vinte cinco a trinta pessoas que queriam ouvir o jovem e querido Padre José Leite. Assim que chegava, uma criada trazia um copo d’água fresca. Depois de cumprimentar a todos, sentava-se em uma mesinha colocada de frente para as cadeiras e poltronas em forma de ferradura. Hoje a palestra era sobre as rubricas da Missa Gregoriana, também chamada Missa de Sempre ou Missa Tridentina. Cada gesto era explicado detalhadamente. Na verdade, essa era a segunda aula sobre o tema, pois a primeira havia sido dada na semana anterior. Depois foram distribuídas apostilas xerocadas com alguns desenhos e explicações. A audiência estava fascinada pela maneira entusiasmada com que Padre José Leite lhes falava sobre a Missa Tradicional. Havia uma explicação para tudo, até mesmo para o beijo no altar e as relíquias dos santos depositadas sob a sua superfície. Era incrível saber que as missas eram literalmente celebradas sobre os “mini-túmulos” dos santos. Como ninguém lhes havia dito isso antes?

Depois das aulas de formação, as pessoas se dirigiam a uma capela na parte lateral da casa, que dava para o quintal. Enquanto Padre José Leite e os coroinhas preparavam o altar, o Sr. Francisco Peixoto puxava o Terço.

Aquela capela, construída pelo Dr. Oswaldo apenas para suas orações pessoais, convertia-se agora em um centro de espiritualidade e disseminação do verdadeiro catolicismo e  ficava à disposição de bons padres para a celebração do Santo Sacrifício da Missa. Padre José Leite não desejava continuar celebrando a Santa Missa na casa do Dr. Oswaldo para sempre. Desejava ardentemente que o grupo passasse a ouvir missa na igrejinha do Sagrado Coração de Jesus, onde era vigário. A Confraria de Sta. Gertrudes deveria ser apenas o começo de um grupo de católicos tradicionais plenamente integrados na vida da paróquia.

No entanto, o idoso pároco, Padre Antonio Costa de Mello, não parecia muito entusiasmado com a idéia. Quando, pela primeira vez, o Padre José Leite lhe falou da Missa Gregoriana, ele disparou que não lhe agradava a idéia de ver beatas de véu na missa e que o vernáculo veio justamente para as pessoas entenderem mais o sentido da Missa. Ademais, não era bom dividir os fiéis. As beatas gordas com suas manias ultrapassadas poderiam afugentar os jovens da igreja. Elas começariam a implicar com roupas e outros detalhes secundários.

Era preciso ter prudência e paciência, virtudes com as quais Padre José Leite havia sido agraciado em profusão.

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A paróquia do Sagrado Coração de Jesus não era muito grande, comportava bem umas cento e cinqüenta pessoas sentadas. Algumas vezes, até mesmo 180 com a colocação de cadeiras plásticas. Padre Antonio Costa de Mello celebrava a Missa das 7 da manhã e seu auxiliar ficara encarregado da missa das 18:30h, de terça a sábado. Aos domingos eram três missas. Os fiéis gostavam muito dos sermões explicativos do jovem vigário. Pouco a pouco, resgatava-lhes o orgulho de serem católicos, esforçando-se por recuperar nestes o sentido de pecado, especialmente, com relação a certos temas morais. Em vários anos não havia quem lhes falasse daquelas coisas todas, como aborto, contracepção, divórcio e sodomia. O velho confessionário de madeira foi limpo e voltou a pleno uso, três vezes por semana antes da missa das 18:30h, enquanto o Terço era recitado pelos fiéis. A princípio, Padre Antonio Costa de Mello achou estranho que seu jovem auxiliar estivesse disposto a ficar enfurnado lá dentro em vez de usar a saleta de reconciliação, mas, como não era algo mal em si, não lho proibiu, porque gosto não se discute e se ele quisesse assar de calor lá dentro, que o fizesse.

*  *  *

christ_priestCinco e meia da manhã e lá estava Padre José Leite colocando os cartões de orações em latim no altar de Nossa Senhora das Dores, onde em poucos minutos celebraria a Missa Tradicional. Todas as manhãs era essa a rotina a seguir – acordar bem cedo, cuidar da higiene pessoal, fazer as orações da manhã e celebrar a Missa de Sempre quando ainda a igreja estava fechada aos fiéis, tudo para não criar atritos com o pároco. Às vezes, Dr. Oswaldo e mais dois ou três membros madrugadores da Confraria de Santa Gertrudes assistiam à missa. Entravam de fininho pela sacristia e saíam do mesmo jeito. Durante a semana não tinha sermão, mas isso não lhes tirava a alegria de assistir ao Santo Sacrifício celebrado de maneira tão piedosa e reverente. Hoje a data era especialíssima: 14 de setembro – Dia da Exaltação da Santa Cruz e dois anos da promulgação do Motu Proprio Summorum Pontificum. Todos os sacerdotes podiam celebrar a Missa Tradicional sem precisar pedir autorização a quem quer que fosse. Tecnicamente falando, padre José Leite não precisava se preocupar porque não estava fazendo nada errado. Na prática, no entanto, o jovem padre era apenas um vigário, recém instalado na paróquia, e não queria entrar em confronto com o Padre Costa de Mello. Tentaria falar com ele novamente naquela noite e convencê-lo a permitir que oferecesse a Missa Tradicional aos domingos.

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Uma hora da tarde e todos vão se sentando à mesa da sala de jantar da casa paroquial. À cabeceira Padre Costa de Mello, o aniversariante, e a seu lado direito, o cerimoniário do bispo, Padre Carlos Feitosa. Em seguida o casal coordenador do curso de noivos, dois ministros extraordinários da Comunhão, Irmã Maria Agripina, coordenadora da catequese de adultos e, finalmente, nosso protagonista, Padre José Leite. Entre garfadas e goles de refrigerante e cerveja gelada todos os assuntos da hora são abordados. Primeiro, a vinda do famoso padre cantor Joaquim Campos, que fará um show imperdível no estádio de futebol da cidade. Depois, o encontro inter-religioso presidido por Dom Irineu Costa Serra na catedral. Em seguida, as notícias da política e, finalmente, o novo plano de evangelização tropical.

Padre José Leite sente-se esmagado entre dois mundos diversos, o seu mundo interior de catolicismo e o seu ambiente concreto. Como reagir a tudo isso? Como desenvolver um apostolado consistente em meio àquela selva progressista?

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Cai a noite. Depois da missa das 18:30h, hoje, excepcionalmente celebrada pelo aniversariante e animada pelo Grupo de Oração Louvor de Jericó, alguns paroquianos decidem levar o velho pároco para jantar em uma churrascaria da cidade. Voltará tarde. Não adianta esperá-lo. Ainda não será dessa vez que Padre José Leite tentará convencer seu pároco a permitir que uma das três missas dominicais seja na Forma Extraordinária. Tentará fazê-lo amanhã, se Deus quiser.

No seu quartinho simples e despojado medita sobre um trecho de seu livro de cabeceira favorito, Imitação de Cristo, faz suas orações da noite, pede o auxílio da Virgem Santíssima para se manter casto e puro de coração, beija o crucifixo e adormece.

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Naquele mesmo dia, do outro lado do hemisfério, em um gélido convento de monjas carmelitas, Irmã Maria Pia do Coração Eucarístico OCD, ofereceria orações e sacrifícios pelo jovem padre brasileiro, a quem adotara como seu ‘filho espiritual’.

O homem que tinha duas mães.

Por Marcela A. de Castro

Tal como um daqueles relatos bizarros saídos da imprensa austríaca, eis que recentemente nos deparamos com uma crônica curiosa: “HOMEM DESCOBRE QUE FORA ROUBADO NA MATERNIDADE HÁ 39 ANOS.”

Cristiano da Cruz (39), um médico residente no Flamengo, casado, pai de cinco filhos, descobre, casualmente, ao ouvir a conversa de suas tias na sala de jantar da casa de sua mãe, que esta a quem sempre julgara ser sua mãe biológica, na verdade, o seqüestrara ainda recém nascido, na maternidade.

De um momento para o outro o mundo desse médico vira de ponta-cabeça e mil perguntas lhe passam pela cabeça: Por quê? Como eu nunca desconfiei de nada? Quem é a minha mãe verdadeira? Onde ela está? E agora, como vou me comportar perante a mulher que me criou todos esses anos? Ela sempre me demonstrou tanto amor… Eu sempre a amei como a minha própria mãe… Será que vou deixar de amá-la?

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Ecumênica sempre fora uma mulher moderna e extrovertida. Falava com todos na vizinhança e todos se sentiam eufóricos em sua presença. Detestava o silêncio e o recolhimento. Gostava mesmo era de estar no meio do povo, cantar e dançar, seus hobbies favoritos. Desde cedo, Ecumênica insistia com Cristiano que este deveria se abrir mais para o mundo e se adaptar às novas situações cotidianas. Cristiano sempre convivera no meio de mulheres fortes. Sua mãe e tias pareciam se importar muito com ele e o cercavam de toda sorte de paparicos, nunca permitindo que ele ficasse a sós consigo mesmo.

Assim, ao se dar conta da farsa em que vivera durante toda a sua vida, Cristiano resolve sair em busca da verdade. Primeiro, vai até o padre da igreja que freqüentava e conta-lhe tudo o que ouvira, pede-lhe um conselho e ouve o seguinte: “Meu filho, que coisa mais incrível!” “De fato, essa estória é inacreditável! Contudo, penso que você deve esquecer o passado. O que passou, passou. Os tempos são outros. Certamente, sua boa mãe teve seus motivos para fazer o que fez. Ela o ama e não faria nada para magoá-lo.”

Cristiano saiu de lá confuso e cabisbaixo. Como poderia esquecer o passado? Como poderia não conhecer aquela que lhe deu à luz, aquela que tivera seu filhinho roubado e que era a sua verdadeira mãe biológica? Inconformado, Cristiano decidiu procurar sua tia Prudência. Diferente das demais, tia Prudência era uma mulher ponderada, gostava da justiça e nunca se negava a falar a verdade, mesmo que não a vissem com bons olhos por causa disso.

Assim, Cristiano armou-se de coragem e contou tudo à tia Prudência. Esta olhou bem no fundo de seus olhos e lhe disse em voz calma: “Meu filho, eu sempre soube que um dia a verdade viria à tona.” “Tentei dissuadir Ecumênica de seqüestrá-lo na maternidade. Disse-lhe que isso era uma loucura e que um dia você acabaria por descobrir suas maquinações. Sofri muito ao tentar dissuadir sua mãe dessa idéia louca. Na verdade, creio que ela não fez por mal. Sua mãe sempre fora influenciada por uma vizinha esquisita chamada Anibalina, que não lhe deixava em paz. Não tive o apoio de suas outras tias. Todas elas me disseram para ficar de fora. Disseram-me que sua mãe estava fazendo o melhor por você, que sua mãe biológica já tinha muitos filhos, que era muito velha para criá-lo e que faria de você uma pessoa alienada do mundo”. “A cada argumento que eu apresentava, elas me atacavam com mais fúria”. “Meu filho, sempre fui mantida no ostracismo por suas tias. Elas temiam que um dia você me procurasse para saber a verdade”.

Cristiano ouvia tudo com grande perplexidade. “Titia, por favor, conte-me sobre a minha mãe verdadeira. Como ela é?”

Prudência então prosseguiu com voz calma e pausada: “Meu filho, sua mãe sempre foi uma mulher belíssima, muito digna e proba. Gostava que seus filhos estivessem reunidos ao redor de si e que vivessem completamente para o mistério do Amor, da Beleza e da Verdade. Apesar de ter morado nas mais ricas e belas casas e de vestir-se com elegância esmerada, recebia a todos, sem fazer distinção de classe social, tratando-os com mansidão e firmeza e nunca se furtando à verdade”. “Creio que chegou a hora de conhecê-la. Sim, Esperança ainda está viva! Soube há pouco tempo, através de um conhecido, que, atualmente, ela vive em uma casinha modesta no interior do estado”.

O coração de Cristiano quase saiu pela boca. Como reagiria ao conhecer sua mãe verdadeira? O que diria à mulher que lhe criou como filho?

*  *  *

No domingo seguinte pela manhã, ele e tia Prudência foram até uma cidadezinha próxima para a maior aventura de sua vida. Foram de carro, 2 horas de viagem até chegar a uma casa simples, mas muito digna. De longe podiam ouvir cânticos suaves e vozes harmoniosas. Ao entrar, percebeu que as paredes estavam repletas de imagens de santos. No centro havia uma grande cruz ladeada de belas imagens de Jesus e Maria, respectivamente. Todos podiam perceber claramente que aquele era um lar católico.

Cristiano e Prudência foram entrando sem cerimônia, visto que o portão da casa estava aberto. De repente, Cristiano se depara com aquela realidade impactante. Esperança e seus irmãos. Então, era verdade! Ela ainda existia! Lá estava sua mãe Esperança, a mulher mais bela que já vira na face da Terra, junto com seus irmãos, ao redor de uma grande mesa. Todos muito atentos ao que a mãe lhes dizia. Cada qual recebia um prato das mais finas iguarias servido de suas doces mãos maternas enquanto ela lhes falava das verdades perenes e de tudo o que é bom e belo. Lágrimas de felicidade rolaram dos olhos de Cristiano. Era como sempre a conhecesse. Prudência o conduziu para mais perto de sua mãe. Esta se levantou, olhou para Prudência como que agradecida. Depois fitou Cristiano e compreendeu instintivamente que aquele era o seu rebento tão amado e nunca esquecido. Olhou-o com o olhar mais amoroso do mundo. Era como se o mundo tivesse parado naquele momento. Mãe e filho – cara a cara. Abraçaram-se ternamente.

Desde então Cristiano não deixa de visitar sua verdadeira mãe semanalmente, mesmo que para isso tenha que viajar 4 horas somando ida e volta, todos os domingos.

Por enquanto, sentimentos confusos tomam contam de seu coração. Não sabe ainda se conta à sua mãe adotiva que já sabe de tudo. Não sabe se a repreende por tê-lo enganado durante tantos anos. Por um lado, sente-se grato à mulher que o nutriu, vestiu e cuidou durante toda a sua vida. Por outro, não consegue deixar pensar em tudo o que viu e ouviu de belo e verdadeiro na casa de sua verdadeira mãe e comparar com o barulho e confusão de seu lar de criação. Revolta-se; dá-se conta que uma grande injustiça fora perpetrada. Contudo, como poderia aceitar de uma hora para outra que Ecumênica é uma criminosa? Como poderia desprezá-la completamente, uma vez que mesmo de maneira questionável ela sempre fora como uma mãe para si? Entregá-la às autoridades não lhe parecia a melhor solução, pois isso poderia acabar afetando negativamente seus próprios filhos, já tão acostumados à vovô Ecumênica.

E assim Cristiano vive seu dilema – duas mães e uma decisão a tomar – seria possível partilhar a alegria da descoberta de sua verdadeira mãe, fazê-la conhecida e amada sem denunciar Ecumênica?

Summorum Pontificum no Brasil: preparativos para Missa Tradicional em Blumenau, Santa Catarina.

Associação Santa Catarina de Siena

Nossa leitora Natalia Prado pede que divulguemos a iniciativa da Associação Santa Catarina de Siena, que está coletando os nomes dos interessados na Missa Tradicional que será celebrada em Blumenau, Santa Catarina.

Salvo engano, se trata da primeira missa gregoriana a ser celebrada no estado de Santa Catarina. Por este motivo, pedimos aos outros blogs que ajudem a difundir esta informação.

Deo gratias!

Uma incrível mudança de ares.

A Missa Antiga não é popular apenas entre os católicos europeus. A Universidade Americana Georgetown, de Jesuítas, publicou cifras espetaculares.

mudanca(kreuz.net) Quarenta e cinco por cento dos católicos praticantes nos EUA participariam de uma Missa Antiga se tivessem a oportunidade para tal.

Segundo informou o sítio francês ‘paixliturgique.org’, esse é o resultado de uma pesquisa conduzida no ano passado pela famosa universidade americana jesuíta Georgetown. Os resultados foram apresentados primeiramente no último dia 24 de agosto. Ao todo, 1.007 católicos foram indagados.

A investigação revelou que 25% dos católicos americanos são a favor da disseminação da Missa Antiga. Apenas 12% são contra. Vinte e nove por cento dos católicos disseram que não são avessos à Missa Antiga. Eles esclareceram que estariam prontos para participar caso esse rito fosse celebrado em suas paróquias.

Dentre os católicos regularmente praticantes, essa cifra cresce para 45%. Nesse ponto esclareceram ainda vinte por cento que nunca desejaram participar de uma Missa Antiga. Trinta e cinco por cento disseram que não têm nenhuma opinião sobre o tema.

A investigação chegou à conclusão de que, ao todo, 63% dos católicos americanos não têm nenhuma idéia no que diz respeito às disposições do Motu Proprio ‘Summorum Pontificum’.

Mark Gray, da Universidade Georgetown, esclareceu o seguinte: “uma grande parte dos católicos não conhece essa Missa. Por isso, eles mostram uma tendência a não se expressaram sobre esse assunto.” O sítio ‘Paix Liturgique’ afirma que um primeiro resultado da investigação traz uma informação que falta aos fiéis sobre a liberação da Missa Antiga conduzida por Bento XVI:

“Enquanto a maioria dos bispos e sacerdotes conservarem o conteúdo e o espírito do Motu Proprio ‘Summorum Pontificum’ sob uma capa de chumbo, a maioria dos fiéis não saberá do que se trata e não reivindicará a implementação do Motu Proprio.”

O segundo ensinamento da pesquisa consiste, segundo o ‘Paix Liturgique’, no fato de que a situação dos opositores do ‘Summorum Pontificum’ diminui cada vez mais.

A conclusão: “De um lado a outro do Atlântico, um em cada três católicos deseja praticar a Fé na Forma extraordinária do Rito Romano.” ‘Paix Liturgique’ não menciona que os fiéis do Rito Antigo são altamente motivados.

Não ao “palco litúrgico”, “uma grave ruptura com a antiga Tradição da Igreja”.

Dom Edward Slattery(kreuz.net, Tulsa) A celebração da missa de costas para o Sacrário teve várias conseqüências negativas imprevistas e de longo alcance, esclareceu o Bispo Edward Slattery, de Tulsa, em uma contribuição para o seu jornal diocesano. O jornal traz o título “Ad orientem”.

Tulsa está localizada no estado americano de Oklahoma, no centro dos Estados Unidos.

Mons. Slattery considera a celebração com as costas voltadas para o Sacrário como “uma grave ruptura com a antiga Tradição da Igreja”. Ela pode dar a entender que o sacerdote e os fiéis entabulam uma conversa sobre Deus – ao invés de adorá-Lo.

No final das contas, essa direção na celebração desloca o sacerdote e a sua personalidade bastante para o centro – para uma espécie de “palco litúrgico”.

Toda a história da Igreja contra quarenta anos

Mons. Slattery esclarece que desde os tempos antigos o sacerdote e o povo olhavam na mesma direção durante a Missa – habitualmente em direção ao oriente. De lá esperavam a segunda vinda de Cristo:

“A Missa ad orientem foi a norma litúrgica por mais de 1.800 anos.” Deve ter havido bons motivos para conservar essa direção na celebração por tanto tempo.

A liturgia católica sempre esteve comprometida com a Tradição apostólica. O bispo descreve a Missa como “tendo sido recebida dos apóstolos”.

O Cânon não está direcionado para o povo

Ad orientemSegundo o bispo, a celebração direcionada para o Sacrário corresponde também à essência da Santa Missa. Até mesmo alguém que não estiver familiarizado com a Missa poderá reconhecer através desse direcionamento na celebração que o sacerdote vai a frente do povo para mostrar o caminho e juntos oram a Deus.

O Bispo Slattery lamenta que essa orientação comum nos últimos quarenta anos tenha se perdido. O sacerdote e os fiéis teriam se acostumado a olhar em direções opostas.

O celebrante olha para o povo “embora a Oração Eucarística seja dirigida ao Pai e não às pessoas “.

Com o bom exemplo à frente

Bem antes de sua eleição papal, Bento XVI já exortava ao apoio da antiga prática litúrgica – recorda o Bispo. “Portanto, eu adotei a venerável celebração ad orientem ao celebrar a Missa na catedral.”

Esse gesto não deve ser mal interpretado, como se o Bispo estivesse dando as costas para os fiéis. Uma tal interpretação ignora que a direção de olhar em comum mostra “que nós nos dirigimos juntos a Deus”.

Congresso para celebração do Rito Antigo. O pronunciamento do novo arcebispo de Westminster.

Novo arcebispo de Westminster(Kreuz.net, Londres) Ocorrerá um treinamento em Londres para a celebração do Rito Antigo entre os dias 24 e 28 de agosto.

O treinamento será organizado pela arquidiocese em conjunto com a instituição tradicionalista “Latin Mass Society”.

O Arcebispo Vincent Nichols de Westminster – um convertido liberal – preparou uma saudação para a ocasião, em que ele enfatiza que o treinamento será organizado pela Arquidiocese. Afinal de contas, como bispo, ele seria responsável pela liturgia.

O Arcebispo não quer de maneira alguma que os sacerdotes celebrem o Rito Antigo de maneira exclusiva. Assim, também haverá espaço para a Missa Nova durante o treinamento sacerdotal para a Missa Antiga – o Arcebispo fala de duas formas do mesmo rito.

Os participantes do treinamento celebrariam a missa “com todo o coração” em ambas as formas – admoesta o bispo. O Arcebispo não quer que se mencione durante o treinamento que a Missa Nova é “de alguma maneira deficiente”. Quem pensa assim de modo óbvio “inexoravelmente se distancia da Igreja” – insiste Mons. Nichols.

A Missa é a fonte e a expressão de unidade da Igreja, disse o Arcebispo, sem se posicionar quanto à multiplicidade de ritos centenários: “A unidade não consiste em uma uniformidade de uso pessoal ou preferência” – como de regra ocorre na Missa Nova. Tal coisa deveria desempenhar apenas um papel mínimo na liturgia e, especialmente, no ministério do sacerdote.

Mons. Nichols menciona como o “princípio de uma boa liturgia” a “participação ativa” dos fiéis – valeria para todas as formas de missa. Assim, ele deseja que esse princípio seja tema do treinamento para a Missa Antiga.

“Resista Maestro, resista!”

Oferecemos a tradução portuguesa (via tradução espanhola de La Buhardilla de Jerónimo) de uma valiosa entrevista de Monsenhor Domenico Bartolucci, de 92 anos, nomeado por Pio XII maestro “ad vitam” da Capela Sixtina, mas afastado do cargo em 1997 devido a uma intervenção de Mons. Piero Marini. Uma medida que foi vigorosamente rechaçada pelo então Cardeal Joseph Ratzinger. O título do post, de fato, faz referência às palavras do mesmo Ratzinger a Mons. Bartolucci meses antes de que este se retirasse do cargo.

A entrevista se trata de mais uma iniciativa do Abbé Stefano Carusi, do site Disputationes Theologicae, do Instituto do Bom Pastor. Em 2006, Mons. Bartolucci foi convidado a reger um concerto especial em honra ao Papa Bento XVI,  concerto este que foi considerado como que um ato de desagravo tanto ao injustiçado Monsenhor como à verdadeira música sacra. Na mesma época, em entrevista concedida a Sandro Magister, Mons. Bartolucci declarou sobre Bento XVI: “Um Napoleão sem generais”.

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Mons. Bartolucci e Bento XVIMaestro, a recente publicação do Motu Proprio “Summorum Pontificum” trouxe um sopro de ar fresco no desolador panorama litúrgico que nos rodeia; também o senhor pode agora, portanto, celebrar a “Missa de sempre”.

Mas, para dizer a verdade, eu sempre a celebrei ininterruptamente, desde a minha ordenação… Por outro lado, teria dificuldade em celebrar a Missa no rito moderno, uma vez que nunca o fiz.

Nunca abolida, então?

São as palavras do Santo Padre, ainda que alguns finjam não entendê-las e mesmo que muitos no passado tenham sustentado o contrário.

Maestro, será necessário conceder aos difamadores da Missa antiga que ela não é “participada”…

Não digamos disparates! Conheci a participação dos tempos antigos tanto em Roma, na Basílica, como no mundo, como aqui abaixo no Mugello, nesta paróquia deste belo povo, um templo povoado de gente cheia de fé e piedade. O domingo, nas vésperas, o sacerdote poderia se limitar a entoar o “Deus in adiutorium meum intende” e logo pôr-se a dormir sobre o assento… os camponeses continuariam sozinhos e os chefes de família teriam pensado em entoar as antífonas.

Uma polêmica velada, Maestro, a respeito do atual estilo litúrgico?

Não sei se – ai de mim! – já estiveram num funeral: “aleluia”, aplausos, frases risonhas,  alguém se pergunta se essa gente leu alguma vez o Evangelho; Nosso Senhor mesmo chorou sobre Lázaro e sua morte. Aqui, com este sentimentalismo insosso, não se respeita nem sequer a dor de uma mãe. Eu lhes havia mostrado como o povo assistia a uma Missa de defuntos, com que compunção e devoção se entoava aquele magnífico e tremendo “Dies Irae”.

A reforma não foi feita por gente consciente e doutrinariamente formada?

Desculpe-me, mas a reforma foi feita por gente árida, lhes repito, árida. E eu os conheci. Quanto à doutrina, o Cardeal Ferdinando Antonelli, de venerável memória, costumava dizer com freqüência: “como fazemos liturgistas que não conhecem a teologia?”

Estamos de acordo com o senhor, Monsenhor, mas é certo também que o povo não entendia…

Caríssimos amigos, leram alguma vez São Paulo: “não importa saber mais do que o necessário”, “é necessário amar o conhecimento ‘ad sobrietatem’”? Daqui a alguns anos se tentará entender a transubstanciação como se explica um teorema de matemática. Mas se nem sequer o sacerdote pode compreender até o fundo tal mistério!

Mas como se chegou, então, a esta distorção da liturgia?

Foi uma moda, todos falavam, todos “renovavam”, todos pontificavam, na esteira do sentimentalismo, de reformas. E as vozes que se levantavam em defesa da Tradição bimilenar da Igreja eram habilmente caladas. Inventou-se uma espécie de “liturgia do povo”… quando escutava estas frases me vinham à mente as palavras de meu professor do seminário que dizia: “a liturgia é do clero para o povo”, ela descende de Deus e não de baixo. Devo reconhecer, contudo, que aquele ar fétido se fez menos denso. As gerações de sacerdotes jovens são, talvez, melhores que as que as precederam, não têm os furores ideológicos dominados por um modernismo iconoclasta, estão cheios de bons sentimentos, mas lhes falta formação.

O que quer dizer, Maestro, com “lhes falta formação”?

Quero dizer que queremos os seminários! Falo daquelas estruturas que a sabedoria da Igreja elegantemente cinzelou durante os séculos. Não se dá conta da importância do seminário: uma liturgia vivida, os momentos do ano são vividos “socialmente” com os irmãos… o Advento, a Quaresma, as grandes festas que seguem a Páscoa. Tudo isso educa, e não se imagina quanto! Uma retórica tonta deu a imagem de que o seminário arruína o sacerdote, de que os seminaristas, afastados do mundo, permanecem fechados em si mesmos e distantes do povo. Todas fantasias para dissipar uma riqueza formativa plurissecular e para substituí-la depois com nada.

Retornando à crise da Igreja e ao fechamento de muitos seminários, o senhor é partidário de um retorno à continuidade da Tradição?

Olhe, defender o rito antigo não é ser do passado, mas ser “de sempre”. Veja, comete-se um erro quando a missa tradicional é chamada “Missa de São Pio V” ou “Tridentina”, como se fosse a Missa de uma época particular: é nossa Missa, a romana, é universal em todos os tempos e lugares, uma única língua desde a Oceania até o Ártico. Mas no que diz respeito à continuidade nos tempos, gostaria de lhes contar um episódio. Uma vez estávamos reunidos em companhia de um bispo, cujo nome não me lembro, numa pequena igreja de Mugello, e chegou a notícia da morte repentina de um irmão nosso, imediatamente propusemos celebrar uma missa, mas nos demos conta que só havia missais antigos. O bispo rechaçou categoricamente celebrar. Não o esquecerei nunca e reitero que a continuidade da liturgia implica que, salvo minúcias, se possa celebrar hoje com aquele velho missal empoeirado pego de uma estante e que há quatro séculos serviu a um predecessor meu em seu sacerdócio.

Monsenhor, se fala de uma “reforma da reforma” que deveria limar as deformações que vêm dos anos sessenta…

A questão é bastante complexa. Que o novo rito tenha deficiências é já uma evidência para todos e o Papa disse e escreveu várias vezes que deveria “olhar ao antigo”; contudo, Deus nos guarde da tentação das bagunças híbridas; a Liturgia, com o “L” maiúsculo, é a que vem dos séculos, ela é a referência, não se deve corrompê-la com compromissos “a Dio spiacenti e a l’inimici sui”. [que a Deus despraz e ao inimigo seu]

O que quer dizer, Maestro?

Tomemos como exemplo as inovações dos anos sessenta. Algumas “canções populares” beat e horríveis e tão em moda nas igrejas em 68, hoje já são fragmentos de arqueologia; quando se renuncia à perenidade da tradição para se afundar no tempo, se está condenado ao mudar das modas. Me vem à mente a Reforma da Semana Santa dos anos cinqüenta, feita com certa pressa sob um Pio XII já cansado. E bem, só alguns anos depois, sob o pontificado de João XXIII (quem, além do que se diga, em liturgia era de um tradicionalismo convencido e comovente), me chegou uma chamada de Mons. Dante, cerimoniário do Papa, que me pedia preparar a “Vexilla Regis” para a iminente celebração da Sexta-feira Santa. Respondi: “mas a aboliram”. No que me respondeu: “O papa quer”. Em poucas horas organizei as repetições de canto e, com grande alegria, cantamos de novo o que a Igreja havia cantado pelos séculos naquele dia. Tudo isso para dizer que, quando se fazem rasgos no tecido litúrgico, esses buracos são difíceis de cobrir e se vê! Em nossa liturgia plurissecular, devemos contemplá-la com veneração e recordar que, no afã de “melhorá-la”, corremos o risco de apenas lhe fazer danos.

Maestro, que papel teve a música neste processo?

Teve um rol importante por várias razões. O melindroso cecilianismo, ao qual certamente Perosi não foi alheio, introduziu com seus ares pegadiços um sentimentalismo romântico novo, que nada tinha a ver com aquela densidade eloqüente e sólida de Palestrina. Certas extravagâncias de Solesmes haviam cultivado um gregoriano sussurrado, fruto também daquela pseudo restauração medievalizante que tanta sorte teve no século XIX. Difundia a idéia da oportunidade de uma recuperação arqueológica, tanto na música como na liturgia, de um passado distante do qual nos separavam os assim chamados “séculos obscuros” do Concílio de Trento… Arqueologismo, em suma, que não tem nada a ver com a Tradição e que quer restaurar o que talvez nunca existiu. Um pouco como certas igrejas restauradas em estilo “pseudo-românico” por Viollet-le-Duc. Portanto, entre um arqueologismo que queria remeter-se ao passado apostólico, prescindindo dos séculos que nos separam deles, e um romantismo sentimental, que despreza a teologia e a doutrina numa exaltação do “estado de ânimo”, se preparou o terreno para aquela atitude de suficiência com relação ao que a Igreja e nossos Padres nos haviam transmitido.

O que quer dizer, Monsenhor, quando ataca Solesmes no âmbito musical?

Quero dizer que o canto gregoriano é modal, não tonal; é livre, não ritmado, não é “um, dois três, um dois três”; não se devia desprezar o modo de cantar de nossas catedrais para substituí-lo com um sussurro pseudo-monástico e afetado. Não se interpreta um canto do medievo com teorias de hoje, mas se o toma como chegou até nós; ademais, o gregoriano sabia ser também canto do povo, cantando com força nosso povo expressava sua fé. Isso Solesmes não entendeu, mas tudo isso seja dito reconhecendo o grande e sábio trabalho filológico que fez com o estudo dos manuscritos antigos.

Maestro, em que ponto estamos, então, da restauração da música sagrada e da liturgia?

Não nego que haja alguns sinais de recuperação. Contudo, vejo o persistir de uma cegueira, quase uma complacência por tudo que é vulgar, grosseiro, de mal gosto e inclusive doutrinariamente temerário… Não me peça, por favor, que dê um juízo sobre as “chitarrine” e sobre as “tarantelle” que ainda nos cantam durante o ofertório… O problema litúrgico é sério, não se deve escutar aquelas vozes que não amam a Igreja e que se lançam contra o Papa. E se se quer curar o enfermo, há de recordar que o médico piedoso faz a chaga purulenta…

Fotos da Missa na Igreja do Outeiro da Glória, Rio de Janeiro.

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Nosso leitor Alex Fontes nos envia algumas fotos da Santa Missa celebrada no último sábado na Capela de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, Rio de Janeiro, por Monsenhor Sérgio Costa Couto (Arquidiocese do Rio de Janeiro). A Santa Missa foi assistida pelo Padre José Edilson de Lima, da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney.

A próxima Santa Missa na capela já está marcada: 8 de agosto, às 12:30.

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Notas.

Resultado do buquê de rosários promovido pelo MissaTridentina.com.br.

Link para o original

Nossos amigos do MissaTridentina.com.br nos informam do resultado do buquê de rosários pela expansão da Santa Missa Tradicional pelo Brasil.

Abaixo retransmitimos as informações lançadas no site, já que há meses os usuários da Telefônica não conseguem acessá-lo (podem fazê-lo aqui):

“Obrigado a todos os que participaram da Campanha Nacional Um Buquê de Rosários pela Missa Tridentina. Deus lhes pague. O número de terços cadastrados foi de 8850. Em breve, disponibilizaremos a lista de doze bispos que devem receber os resultados de nossa Campanha.  Ajude-nos a fazer com que os nossos resultados cheguem ao maior número de bispos possível!  Caso pretenda dedicar o nosso buquê de quase nove mil terços a seu bispo diocesano – ou mesmo a qualquer outro bispo que não conste em nossa lista – favor nos comunicar através de nosso Formulário de Solicitação, e aguardar retorno via e-mail. O envio será realizado pela administração do site, e os custos de tal operação (impressão, correios, etc.) ficarão sob a responsabilidade do solicitante, que deverá nos repassar o valor previamente, através de depósito em conta bancária. O solicitante receberá, em seu e-mail, o código para rastreamento da correspondência no site dos Correios, e, se necessário for, o comprovante de postagem scanneado. Em razão de nosso sigilo, a lista contendo os dados dos participantes da Campanha não poderá, em hipótese alguma, ser enviada por e-mail. Somente a administração do site e os senhores bispos terão acesso à mesma”

Deo gratias! Muito obrigado aos amigos pelo belíssimo trabalho!

Peregrinação da Fraternidade São Pio X – de Santana do Parnaíba a Pirapora do Bom Jesus.

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O leitor Osmar Maria avisa da peregrinação organizada pela Fraternidade Sacerdotal São Pio X, neste domingo, 12 de julho, saindo de Santana do Parnaíba e culminando com a Santa Missa na Igreja de Pirapora. Haverá ônibus partindo de São Paulo.

Mais informações no cartaz ao lado.

Resultado do buquê de rosários promovido pelo MissaTridentina.com.br.

Link para o original

Nossos amigos do MissaTridentina.com.br nos informam do resultado do buquê de rosários pela expansão da Santa Missa Tradicional pelo Brasil. Abaixo retransmitimos as informações lançadas no site, já que há meses os usuários da Telefônica não conseguem acessá-lo (podem fazê-lo aqui):

“Obrigado a todos os que participaram da Campanha Nacional Um Buquê de Rosários pela Missa Tridentina. Deus lhes pague. O número de terços cadastrados foi de 8850. Em breve, disponibilizaremos a lista de doze bispos que devem receber os resultados de nossa Campanha.  Ajude-nos a fazer com que os nossos resultados cheguem ao maior número de bispos possível!  Caso pretenda dedicar o nosso buquê de quase nove mil terços a seu bispo diocesano – ou mesmo a qualquer outro bispo que não conste em nossa lista – favor nos comunicar através de nosso Formulário de Solicitação, e aguardar retorno via e-mail. O envio será realizado pela administração do site, e os custos de tal operação (impressão, correios, etc.) ficarão sob a responsabilidade do solicitante, que deverá nos repassar o valor previamente, através de depósito em conta bancária. O solicitante receberá, em seu e-mail, o código para rastreamento da correspondência no site dos Correios, e, se necessário for, o comprovante de postagem scanneado. Em razão de nosso sigilo, a lista contendo os dados dos participantes da Campanha não poderá, em hipótese alguma, ser enviada por e-mail. Somente a administração do site e os senhores bispos terão acesso à mesma”

Deo gratias! Muito obrigado aos amigos pelo belíssimo trabalho!

Peregrinação da Fraternidade São Pio X – de Santana do Parnaíba a Pirapora do Bom Jesus.

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O leitor Osmar Maria avisa da peregrinação organizada pela Fraternidade Sacerdotal São Pio X, neste domingo, 12 de julho, saindo de Santana do Parnaíba e culminando com a Santa Missa na Igreja de Pirapora. Haverá ônibus partindo de São Paulo. Mais informações no cartaz ao lado.

Missa Tradicional no Rio de Janeiro, dia 11 de julho, na capela Nossa Senhora da Glória do Outeiro.

O leitor Alcleir Chagas nos informa sobre a celebração da Santa Missa no rito Gregoriano no Rio de Janeiro:

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Dia: 11 de julho de 2009 às 12:30h (sábado)
Local: Capela de N. Sra. da Glória do Outeiro, no bairro da Glória
Celebrante: Mons Sérgio Costa Couto.

Conforme explica o leitor, trata-se do primeiro passo para a celebração regular da Santa Missa dominical por Monsenhor Costa Couto. Esperamos que outros padres cariocas possam se unir a este exemplo na difusão da verdadeira missa católica, já que, como determina o Papa Bento XVI, para tal “o sacerdote não necessita nenhuma permissão, nem da Sé Apostólica nem do ordinário” (Summorum Pontificum, art. 2º).