Posts tagged ‘Monsenhor Georg Gänswein’

27 maio, 2016

“Um ministério ampliado”. A íntegra do discurso explosivo de Dom Gänswein.

Bento XVI, o fim do velho, o início do novo: a análise de Georg Gänswein

IHU – Publicamos aqui o discurso de Dom Georg Gänswein (na foto, à esquerda), na apresentação do livro de Roberto Regoli,Oltre la crisi della Chiesa. Il pontificato di Benedetto XVI [Além da crise da Igreja. O pontificado de Bento XVI]. A apresentação foi realizada na Pontifícia Universidade Gregoriana, no dia 20 de maio passado, em Roma. Também participou da apresentação o historiador italiano Andrea Riccardi (na foto, à direita), fundador da Comunidade de Santo Egídio.

O discurso foi publicado no sítio da agência ACI Stampa, 21-05-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

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17 janeiro, 2014

Dom Georg Gänswein fala sobre renúncia do Papa Bento XVI e sua relação com Francisco.

Créditos: Apostolado Santa Igreja

2 setembro, 2013

Gaenswein desmente que Bento XVI tenha renunciado por inspiração divina.

IHU – “Foi Deus quem me disse”. Esta frase teria sido dita por Bento XVI sobre sua renúncia ao pontificado. Ou foi isso que a agência Zenit publicou na semana passada, falando de uma “experiência mística” de Ratzinger antes de renunciar. Um relato “inventado de alfa a ômega: não há nada de verdadeiro neste artigo”, segundo apontou à televisão italiana seu secretário e atual prefeito da Casa Pontifícia, George Gaenswein (na foto abaixo, rezando o terço com Bento XVI).

A reportagem é de Jesús Bastante e publicada no sítio Religión Digital, 26-08-2013. A tradução é de André Langer.

Gaenswein disse ao telejornal italiano Tg5, em uma entrevista gravada em Castel Gandolfo, onde presidiu a festa da Virgem do Lago, que a notícia era, simplesmente, falsa. Do mesmo modo, também falou do estado de saúde de Bento XVI e de sua breve visita à residência de verão dos Papas.

“O Papa emérito está muito bem – indicou. Vim para visitar o palácio porque havia um pequeno concerto, e depois para fazer um bom passeio pelos jardins e para jantar ali”. A mão direita do Pontífice emérito, que hoje mora com ele no mosteiro Mater Ecclesiae, não ocultou certa nostalgia pelos verãos passados na vila próxima a Roma.

7 dezembro, 2012

O secretário do Papa, novo Prefeito da Casa Pontifícia

Mons. Georg Gaenswein.

Mons. Georg Gaenswein.

Por Korazym.org | Tradução: Fratres in Unum.com – Georg Gaenswein é o novo Prefeito da Casa Pontifícia. O secretário particular de Bento XVI toma, assim, completamente as rédeas do apartamento papal. E terá, pelo seu encargo, a dignidade de arcebispo na sede titular de Urbisaglia. Será ordenado bispo em 6 de janeiro por Bento XVI, em uma celebração em que também pode ser ordenado bispo Fortunatus Nwachukwu, chefe do protocolo da Secretaria de Estado enviado como Núncio Apostólico para a Nicaragua. E foi, de alguma forma, eloquente o fato de que Gaenswein e Nwachukwu chegaram juntos às visitas de cortesia aos cardeais criados no consistório passado, e foram juntos cumprimentar o neo-purpurado Harvey, o antecessor de Gaenswein como prefeito da Casa Pontifícia, agora Arcipreste da Basílica de São Paulo Fora dos Muros.

Após o escândalo dos Vatileaks, o nome de Georg Gaenswein foi objeto de repetidos ataques na mídia. Bento XVI, porém, havia manifestado publicamente confiança em seu secretário particular, assim como em seu Secretário de Estado, Bertone, no final de uma audiência geral logo após a prisão do infiel mordomo Paolo Gabriele. Enquanto progrediam as averiguações dos Vatileaks, começou a remodelação da máquina da Casa Pontifícia. Nisto Gaenswein desempenhou um papel fundamental. Particularmente abalado por descobrir, pessoalmente, que era Paolo Gabriele quem tinha vazado os documentos confidenciais do apartamento Papa, ele havia trabalhado muito para tentar cobrir as lacunas, atuando em contato próximo com o Papa Bento XVI.

A nomeação de Leonardo Sapienza como Regente da Casa Pontifícia começou a mudar o “puzzle” do apartamento papal. Como regente, Sapienza foi, todavia, pego várias vezes exercendo funções que eram próprias do Prefeito da Casa Pontifícia, assumindo sempre mais o controle das operações. Em seguida, o anúncio de que James Michael Harvey, prefeito da Casa Pontifícia, fora criado cardeal havia ajudado a desencadear as conjecturas sobre o futuro da Gaenswein. Tornaria-se bispo, fora do Vaticano? Ingressaria oficialmente nas fileiras da Casa Pontifícia? E, sendo esse o caso, significaria um afastamento da secretaria particular de Bento XVI?

À primeira vista, Gaenswein se torna prefeito não para sair, mas para ficar. Pode continuar o seu trabalho ao lado do Papa com o título de arcebispo, o que lhe confere maior autoridade, seja dentro do apartamento como fora. E ao mesmo tempo – deixando boa parte da “máquina” da Casa Pontifícia ao experto Sapienza —  pode continuar a realizar a tarefa que até agora tem feito com atenção, e que tem atraído várias antipatias por seu papel de filtro para a figura do Pontífice. Um papel pouco estimado, depois de anos em que os assuntos foram, muitas vezes,  resolvidos em favor de amizades pessoais.

2 outubro, 2012

Vatileaks – O depoimento de Paolo Gabriele. Mons. Gänswein testemunha.

Mais detalhes sobre o andamento do processo contra o ex-mordomo do Papa.

Fratres in Unum.com | Com informações de Ilsole24ore e Il blog degli amici di Papa RatzingerInocente, mas se sentindo culpado por trair o Sumo Pontífice: assim se declarou, hoje pela manhã, Paolo Gabriele, empregado que gozava de íntima proximidade com o Papa, acusado de furto de documentos oficiais que revelariam segredos dos Sagrados Palácios.

Paolo Gabriele (à direita).

Paolo Gabriele (à direita).

Solicitado a esclarecer afirmações passadas de que fora movido em suas ações por conversas com algumas pessoas no Vaticano — foram citados o Cardeal Angelo Comastri,  Monsenhor Francesco Cavina, atual bispo de Carpi, o Cardeal Paolo Sardi e a colaboradora doméstica do Papa Ingrid Stampa –, Gabriele afirmou categoricamente não ter cúmplices. Mas declarou ter traído o Papa, a quem disse “amar como um pai”, “influenciado pelo mal-estar no Vaticano”.

Paoleto —  “Paulinho”, como era tratado — acreditava agir “inspirado pelo Espírito Santo”, procurando ajudar a um Pontífice supostamente isolado, cercado de maus colaboradores e desinformado sobre assuntos correntes. Com o tempo, “me convenci de que é fácil manipular a pessoa que tem um poder de decisão tão grande”. O que explicaria um Papa enganado por sua corte. E continuou: “Às vezes, quando nos sentávamos à mesa, o Papa fazia perguntas sobre assuntos dos quais ele deveria estar informado” — mas não estava, o que lançava suspeitas sobre o conhecimento do Pontífice acerca do que ocorria na vida da Igreja.

Gabriele também declarou não ter recebido nenhuma quantia em dinheiro ou qualquer outro benefício. “Fazia as fotocópias dos documentos durante o horário de expediente, com a copiadora em uso no escritório. […] Sendo livre a minha circulação nos aposentos, e não havendo uma finalidade má, fiz fotocópias até na presença de outras pessoas, no horário em que a minha presença era prevista”.

Também depôs hoje, por cerca de 35 minutos, o secretário particular de Bento XVI, Monsenhor Georg Gänswein.  Como testemunha no processo, ele afirmou ter começado a suspeitar de Gabriele depois de ver no livro “Sua Santità” [saiba mais aqui e aqui] três documentos que só poderiam ter vindo de um escritório que ele compartilhava com o então mordomo. “Estes documentos jamais saíram do meu escritório, não foram enviados a outros dicastérios, eu só havia me referido a eles verbalmente ao Papa”, declarou.

O secretário do Papa ainda informou que, ao conferir os documentos apreendidos na residência de Gabriele, viu não só fotocópias, mas inclusive documentos originais de 2006 a 2008, o que comprovaria que o mordomo atuava desde o início de seu trabalho nos aposentos de Bento XVI (2006).

Quanto às alegações de más condições da prisão, a Gendarmaria — força de segurança do Vaticano — declarou, em um comunicado, que tratou Gabriele com “máximo respeito”, tendo em conta a relação de “amizade e conhecimento anteriores” com o detido; que as luzes ficavam acesas 24 horas por dia ”para evitar eventuais atos de auto-lesão e por razões de segurança”, acrescentando que o próprio Gabriele assim solicitara — sendo fornecida, para o seu sono, uma máscara noturna. Gabriele também recebeu alimentação, acompanhamento médico, pôde reencontrar sua família e assistir à Missa. Quanto ao tamanho da cela, a polícia vaticana declarou ser o “padrão”, inclusive em outros países, para um espaço de isolamento (uma cela maior estava passando por reformas). A Promotoria solicitou a abertura de uma investigação sobre  o caso. Sendo suas alegações infundadas, Paoleto pode sofrer uma “contra-denúncia”.

4 junho, 2012

Vatileaks: vazam três novos documentos. Uma dura carta do Cardeal Burke contra a liturgia do Neocatecumenato. Acusados Bertone e Gänswein.

Em sua edição de ontem, o jornal italiano La Repubblica divulgou três novos documentos vazados dos sagrados palácios pelos enigmáticos “corvos”. O primeiro, uma carta do Cardeal Raymond Leo Burke ao Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, a respeito de rumores de uma aprovação pontifícia da liturgia do movimento Caminho Neocatecumenal. Como se sabe, a manobra orquestrada para aprovação da liturgia neocatecumenal por partidários deste movimento na Cúria Romana foi abortada na última hora, convertendo-se em aprovação de celebrações para-litúrgicas entre cada um dos estágios do itinerário catequético “kikoniano”.

Eis os principais trechos da carta do Cardeal Burke:

“Não posso, como Cardeal e membro da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, deixar de expressar a Sua Eminência a estranheza que o convite [para o encontro com o Papa previsto para seis dias mais tarde, “por ocasião da aprovação da liturgia do Caminho Neocatecumenal”] me causou. Não me recordo de ter ouvido algo sobre uma consulta acerca da aprovação da uma liturgia própria deste movimento eclesial. Recebi nos últimos dias, de várias pessoas, inclusive de um estimado bispo americano, expressões de preocupação sobre tal aprovação papal, da qual já haviam tomado ciência. Esta notícia para mim era um simples rumor ou especulação. Agora descobri que tinham razão.

Cardeal Raymond Burke.

Cardeal Raymond Burke.

Deixando de lado a questão sobre a forma com que tal aprovação foi preparada pelo Santo Padre, devo, em consciência, expressar minhas mais sérias reservas no que se refere às inovações que o Caminho Neocatecumenal introduziu na celebração da Sagrada Liturgia. Estas inovações já haviam sido corrigidas em 2006 pelo Cardeal Francis Arinze, então prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, mas devo dizer que as correções não tiveram nenhum êxito, ao menos nos Estados Unidos. As comunidades deste movimento continuaram celebrando a Santa Missa com inovações significativas, abertamente em contraste com a disciplina litúrgica a ser observada nas paróquias onde realizam seu apostolado.

Sem entrar em um comentário detalhado sobre as inovações, expresso duas de minhas principais preocupações. O lugar escolhido para a celebração da Santa Missa, o modo de dispor os membros durante a celebração e a maneira anômala para a recepção da Sagrada Comunhão, a meu ver, exageram gravemente o aspecto do banquete no Sacrifício Eucarístico e abandonam o ministério insubstituível do sacerdote na Santa Missa.

Na mesma linha, as enormes monições dadas por membros [leigos] desde o ambão, durante a celebração da Santa Missa, relativizam a proclamação da Palavra de Deus e a Homilia sobre a Palavra de Deus por parte do ministro ordenado. Enquanto estas longas monições podem ter um lugar apropriado nas celebrações não litúrgicas, representam, a meu ver, uma grave distorção do Rito da Missa.

Finalmente, como fiel conhecedor do ensinamento do Santo Padre sobre a reforma litúrgica, que é fundamental para a nova evangelização, creio que a aprovação de tais inovações litúrgicas, inclusive após a correção das mesmas por parte do Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, não parece coerente com o magistério litúrgico do Papa.

E agora o objetivo da divulgação desta carta e de outros dois documentos ameaçadores no La Repubblica:

Milão, 3 de junho de 2012 —  “Expulsar os verdadeiros culpados do Vaticano. Novamente, o único a pagar é o bode expiatório. Nenhuma vítima melhor que o mordomo do Santo Padre. A verdade deve ser procurada no poder central”. O corvo ainda está no Vaticano. Ele circula, observa e golpeia, enquanto Bento XVI está em uma visita oficial de três dias a Milão, buscando um momento de tranquilidade em meio a ressentimentos que o cercam. O corvo lança novos documentos de repente. Três, para ser exato, que La Repubblica possui e apresenta hoje. Mas a fonte adverte, temos “centenas” de cartas como estas. Ele escreve em uma carta explicativa — que precedeu os documentos — digitada em um computador. Mostrando, como se fosse necessário, que o mordomo do Papa, acusado de ser o portador das cartas que apareceram anteriormente da Santa Sé, “o bode expiatório”, como diz a carta, não é o único. Porque o corvo está, de fato, ainda na ativa. “A verdade — denuncia — deve ser procurada no poder central”. E explica: “Isto é, no arquivo privado de Mons. Georg Gänswein, secretário particular do Santo Padre, do qual diversos documentos reservados ao Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, aparecem continuamente”.
Bento XVI, Bertone e Gänswein.

Bento XVI, Bertone e Gänswein.

Uma dura acusação, que a fonte faz sua, contra o secretário particular de Bento XVI, homem pelo qual o Papa tem, por sua vez, a mais alta confiança, e que por vários anos tem sido a pessoa com que conta para questões de natureza não só pessoais, mas também espirituais e políticas. Nos últimos anos, de fato, Monsenhor Gänswein aumentou notavelmente sua influência dentro do apartamento [papal], crescendo no papel, seguramente informal, não obstante, real e claro para todos, de conselheiro de Joseph Ratzinger, que também é seu compatriota. O corvo acrescenta em sua mensagem de introdução às três cartas: “As coisas nem sempre caminham como esperado, e houve passagens não controladas de documentos e atos ultra confidenciais entre Mons. George e o Cardeal”. Como se dissesse: os atos e documentos que saem do apartamento papal para o escritório da Secretaria de Estado, e vice-versa, por vezes tomam caminhos diferentes. E o controle sobre eles se perde.

O corvo então apresenta “três de centenas de documentos em nosso poder”. O primeiro é uma “carta super secreta” dirigida a Bertone pelo Cardeal Prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica [Cardeal Burke], e que trata do que é estigmatizado como “o vergonhoso caso dos neocatecumenais, sobre o qual há uma longa nota escrita a mão pelo próprio Bento XVI”. Os outros dois são cartas com a aparente assinatura de Monsenhor Gänswein. E tratam, diz ele, de “alguns lamentáveis e vergonhosos acontecimentos dentro do Vaticano”. As duas notas levam na parte superior o brasão da Santa Sé com as palavras “Città del Vaticano“. E na parte inferior a assinatura, a mão, de “don Georg Gaenswein“. Abaixo, as palavras estampadas, “Segretario Particolare di Sua Santità Benedetto XVI” . Uma delas é datada de 19 de fevereiro de 2009. O texto das cartas foi apagado. O corvo explica: “Não publicaremos na íntegra para evitar ofender a pessoa do Santo Padre, já colocado sob grande tensão por seus colaboradores próximos”. E adverte: “A fim de sermos justos, reservamo-nos a publicação integral caso eles persistam em esconder a verdade dos fatos”. E então conclui: “Expulsem do Vaticano aqueles verdadeiramente responsáveis por este escândalo: Mons. Gänswein e Cardeal Bertone”. Duríssimas acusações não provadas e não detalhadas aqui.

20 fevereiro, 2012

Padre George, a eminência parda que protege Bento XVI.

IHU – Secretário pessoal do papa, ele é cada vez mais mediador entre os poderes vaticanos.

A reportagem é de Giacomo Galeazzi, publicada no sítio Vatican Insider, 19-02-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Desde o momento da eleição de Joseph Ratzinger, até o site do Avvenire, o jornal da CEI [Conferência dos Bispos da Itália], ao descrever o seu secretário particular, enfatizava mais do que qualquer outra coisa o seu aspecto atlético: “Loiro, de 1,80m, físico esportivo e decididamente um belo homem”. Por muito tempo, foi o único sacerdote de batina preta que detinha a agenda de Bento XVI. Mais do que um mordomo, menos do que um spin doctor. Desde que estourou no Vaticano a “guerra de dossiês” entre a velha guarda próxima do decano Angelo Sodano e a atual liderança ligada ao secretário de Estado, Tarcisio Bertone, a música mudou.

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12 abril, 2010

Curtas da semana.

Um indigno sucessor de Dom José Cardoso Sobrinho.

Excertos de entrevista concedida por Dom Fernando Saburido, arcebispo de Olinda e Recife, ao Diário de Pernambuco:

Então, o senhor é contra o aborto em qualquer situação?

A Igreja defende que o aborto deve ser evitado. Mas é claro que tem que ver as condições médicas. Se existe um risco muito grande, há um consenso nesse sentido, então é algo a se considerar.

Se a menina corre risco de vida, o aborto poderia ser uma opção?

Essa decisão é médica, muito mais do que eclesial.

Mas teria apoio do senhor ou o senhor condenaria essa decisão?

Depende do parecer médico, da situação. Não pode radicalizar também as coisas. Às vezes você faz um ato para defender a vida de uma pessoa, então tem sentido.

Então se a criança grávida corre risco de morrer, o aborto deve ser uma opção a ser pensada para preservar a vida da criança?

Depende dos fundamentos. Se houver um consenso médico, de que o caso é comprovadamente necessário, então claro que aí tem que se pensar. Mas em casos onde é possível levar a gestação adiante, se deve preservar as duas vidas.

Ninguém sabe quem, mas alguém barrou Boff em Petrópolis.

Diário de Petrópolis – O “teólogo” e “filósofo” Leonardo Boff foi vetado de proferir de uma palestra que aconteceria na II Conferência Municipal de Saúde Mental, que começou na manhã de ontem na Universidade Católica de Petrópolis (UCP). O veto teria partido do bispo Dom Filippo Santoro, chanceler da universidade. Em nota enviada ao “Diário”, a assessoria de imprensa do bispo informou que o veto partiu da reitoria. Esta, não se pronunciou. […] Boff disse que novamente voltou a sofrer censura e represália, pois o bispo Dom Filippo Santoro teria impedido que ele ministrasse uma palestra durante a Conferencia Municipal de Saúde Mental, onde abordaria o tema “O cuidado em Saúde”. “O tema não tem nada a ver com a religião”, explicou. Ele acusou o bispo de cometer um atentado contra os direitos humanos e de ofender a comunidade médica que se deslocou de diversas cidades para ouvir as suas palavras. “Sou ouvido sem veto em várias cidades no mundo e nunca fui proibido de falar”, continuou. Leonardo Boff continuou dizendo que o bispo é conservador e não aceita e nem exerce a democracia.

L’Osservatore Romano homenageia os Beatles. De novo.

Catholic Culture – A edição de 10 de abril de L’Osservatore Romano incluiu uma coluna comemamorando o 40º aniversário da separação dos Beatles. Prestando homenagem à “mágica alquimia criativa” dos Beatles, Giuseppe Fiorentino e Gaetano Vallini escrevem que o “valor de sua herança musical” é “inestimável”.

Monsenhor Gänswein escreve um livro sobre o Papa

Kreuz.net – Vaticano. O Secretário Privado do Papa, Monsenhor Georg Gänswein, publicou um livro de fotografias sobre Bento XVI pela editora Herder. O livro surgiu por ocasião do quinto aniversário da escolha de Bento XVI, em 19 de abril. Ele contém cerca de 200 fotos e citações do Papa e se chama: “Urbi et Orbi”.

Instituto de Cristo Rei oferece buquê espiritual ao Papa.

Instituto de Cristo Rei – O Instituto de Cristo Rei Soberano Sacerdote está preparando o envio de um buquê espiritual a Sua Santidade, o Papa Bento XVI. Através de um formulário online você pode contribuir neste buquê, junto de outros espalhados pelo mundo, que será apresentado diretamente a Sua Santidade. Todos são convidados a contribuir com Santas Missas, Rosários, novenas, Horas Santas ou obras de caridade para o Santo Padre neste momento em que ele está sendo injustamente atacado.

Congregação para a Doutrina da Fé publica guia sobre os procedimentos em casos de abusos sexuais contra menores.

Vatican Information Service – O site do Vaticano publicou hoje um guia para compreensão dos procedimentos básicos em casos de abusos sexuais contra menores. Trata-se da aplicação do motu proprio “Sacramentorum sanctitatis tutela”, de 2001, juntamente com as disposições do Código de Direito Canônico de 1983. Dentre outras disposições, é ressaltado que qualquer alegação com “aparência” de verdade deve ser submetida pelo bispo diocesano à Congregação para a Doutrina da Fé, salientando ainda que a lei civil “deve ser sempre seguida”. São previstos casos extremos onde a Congregação reserva a decisão diretamente ao Santo Padre, sem possibilidade de recursos.

Requiescant in pace.

Nossos pêsames aos poloneses pela morte do Presidente Lech Kaczyński e de outras 95 pessoas, dentre elas o Bispo Tadeuz Ploski, do Ordinariato Militar, em um acidente aéreo enquanto partiam para a Rússia prestar homenagem às vítimas do Comunismo na década de 40.

O telegrama de condolências do Santo Padre pode ser visto aqui.

Novo blog do Serviço de Informação do Vaticano.

Foi lançado o novo blog do VIS:  http://www.visnews.org/

25 agosto, 2009

Bodas de Prata Sacerdotais de Monsenhor Gänswein.

Mons. Ganswein celebra missa 'Ad Orientem'. (Kreuz.net – 23 de agosto) ‹‹ Alemanha. O secretário particular do Papa, Mons. Georg Gänswein, celebra hoje seu jubileu sacerdotal de 25 anos. Entre outras coisas seu primo irá preparar lagostim de água doce para oitenta convidados seletos no hotel regional “Kreuz”, informou o jornal de Konstanz “Südkurier”. O Monsenhor Gänswein disse ao periódico que os ataques à Fraternidade de São Pio X e à Igreja lhe deram nos nervos. Quanto à Terra Santa, Mons. Gänswein disse o seguinte: “Pude perceber que os cristãos de lá precisam viver em grande aflição” ›› . Em suas bodas, Mons. Gänswein celebrou missa ‘ad orientem’.