Posts tagged ‘O Papa’

15 novembro, 2019

Protesto contra os actos sacrílegos do Papa Francisco.

Por Contra Recentia Sacrilegia – Nós, os abaixo-assinados investigadores e académicos clérigos e leigos católicos, protestamos contra e condenamos os actos sacrílegos e supersticiosos cometidos pelo Papa Francisco, Sucessor de São Pedro, no âmbito do recente Sínodo que teve lugar em Roma.

Tais actos sacrílegos foram os seguintes:

  • A 4 de Outubro, o Papa assistiu a um acto de culto idólatra da deia

    pagã Pachamama.

  • O Papa permitiu que tal acto de culto fosse praticado nos Jardins Vaticanos, profanando deste modo as áreas vizinhas das sepulturas dos mártires e da igreja de São Pedro Apóstolo.
  • O Papa participou deste acto de culto idólatra abençoando a imagem de madeira da Pachamama.
  • A 7 de Outubro, o ídolo da Pachamama foi posto diante do altar-mor de São Pedro e foi depois levado em procissão até à Sala do Sínodo. O Papa Francisco recitou orações numa cerimónia envolvendo esta imagem e juntou-se depois à dita procissão.
  • Depois que várias imagens desta deia pagã foram removidas da igreja de Santa Maria in Traspontina, onde haviam sido postas sacrilegamente, e tendo sido em seguida arrojadas ao Tibre por católicos indignados com essa profanação daquela igreja, o Papa, a 25 de Outubro, ofereceu desculpas pela remoção das imagens, e outra imagem de madeira da Pachamamafoi de novo posta na igreja.  Deu-se, assim, início a uma ulterior profanação.
  • A 27 de Outubro, por ocasião da Missa de encerramento do Sínodo, o Papa aceitou uma taça que fora usada no culto idólatra da Pachamama e pô-la sobre o altar.

O próprio Papa confirmou que estas imagens de madeira eram ídolos pagãos. No curso do seu pedido de desculpas pela remoção destes ídolos do interior de uma igreja católica, o Papa usou especificamente para eles o nome de Pachamama,  nome que, de acordo com uma crença religiosa da América do Sul, corresponde à falsa divindade mãe da terra.

Diferentes actos desta cadeia de eventos foram já condenados como idólatras ou sacrílegos pelo Cardeal Walter Brandmüller, Cardeal Gerhard Müller, Cardeal Jorge Urosa Savino, Arcebispo Carlo Maria Viganò, Bispo Athanasius Schneider, Bispo José Luis Azcona Hermoso,  Bispo Rudolf Voderholzer e Bispo Marian Eleganti. Por fim, no curso deuma entrevista, também o Cardeal Raymond Burke fez igual apreciação do culto que foi prestado.

Esta participação em idolatria foi antecipada pela declaração intitulada “Documento sobre a Fraternidade Humana”, assinada pelo Papa Francisco e Ahmad Al-Tayyeb, o Grande Imã da mesquita de Al-Azhar, a 4 de Fevereiro de 2019.  Esta declaração afirmou que:

«O pluralismo e as diversidades de religião, de cor, de sexo, de raça e de língua fazem parte daquele sábio desígnio divino com que Deus criou os seres humanos. Esta Sabedoria divina é a origem donde deriva o direito à liberdade de credo e à liberdade de ser diferente.»

O envolvimento do Papa Francisco em cerimónias idólatras é uma indicação de que quis dar a esta declaração um sentido heterodoxo, que permite que o culto pagão de ídolos seja considerado um bem positivamente querido por Deus.

Além disso, não obstante ter comunicado privadamente ao Bispo Athanasius Schneider que «[o Bispo] pode dizer que a frase em questão acerca da diversidade das religiões se refere à vontade permissiva de Deus …» , o Papa jamais procedeu à correcção da declaração de Abu Dhabi nesses sentido.Num pronunciamento subsequente durante a audiência de 3 de Abril de 2019, o Papa, respondendo à questão “Porque é que Deus permite que haja muitas religiões?”, referiu-se de passagem à “vontade permissiva de Deus” tal como a mesma é entendida pela teologia escolástica, mas deu ao conceito um sentido positivo, declarando que «Deus quis permitir isto» porque, sendo embora certo que «há muitas religiões», elas «olham sempre para o céu, olham para Deus» (ênfase acrescentada). Não se nota aí sequer a mais mínima sugestão de que Deus permite a existência de religiões da mesma maneira que Ele permite, em geral, a existência do mal. Ao invés, a implicação que daí resulta claramente é a de que Deus permite a existência de «muitas religiões» porque elas são boas enquanto «olham sempre para o céu, olham para Deus».

Mais grave ainda: desde então, o Papa Francisco já reafirmou a declaração não corrigida de Abu Dhabi, ao estabelecer um “comité inter-religioso” , que veio mais tarde a receber a designação de “Comité Superior”,  com sede nos Emiratos Árabes Unidos, paradar seguimentoaos “objectivos” do documento, e ao promover uma directivaemitida pelo Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-reliogioso dirigida aos dirigentes de todos os institutos católicos romanos de estudos superiores, e indirectamente aos professores universitários católicos, pedindo-lhes que dêem ao documento a «maior difusão possível», aí se incluindo a asserção não corrigida de que Deus quer a «diversidade religiões» do mesmo modo que quer a diversidade de cores, sexos, raças e línguas.

Prestar culto a alguém ou algo além do único Deus verdadeiro, a Santíssima Trindade, é uma violação do Primeiro Mandamento. A participação em qualquer forma de veneração de ídolos é absolutamente condenada por este mandamento e constitui um pecado grave, independentemente da culpabilidade subjectiva, que só Deus pode julgar.

São Paulo ensinava à Igreja dos primeiros tempos que o sacrifício oferecido a ídolos pagãos não era dirigido a Deus mas antes aos demónios, como se lê na sua Primeira Epístola aos Coríntios:

«Que vos hei-de dizer, pois? Que a carne imolada aos ídolos tem algum valor, ou que o próprio ídolo é alguma coisa? 20Não! Mas aquilo que os pagãos sacrificam, sacrificam-no aos demónios e não a Deus. E eu não quero que estejais em comunhão com os demónios. 21Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demónios; não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa dos demónios
(1 Cor 10, 19-21)

Com tais acções, o Papa Francisco incorreu na condenação proferida pelo Segundo Concílio de Niceia:

«Muitos pastores destruíram a minha vinha, profanaram a minha porção. Por isso que seguiram homens ímpios e acreditando nos seus próprios desvarios, caluniaram a Santa Igreja, que Cristo tomou para Si por esposa, e não distinguiram o sagrado do profano, asserindo que os ícones de Nosso Senhor e dos santos não eram diferentes das imagens de madeira dos ídolos satânicos

É com imensa dor e profundo amor pela Cátedra de Pedro que suplicamos a Deus Todo-Poderoso que poupe os membros culpados da Sua Igreja sobre a terra da punição que merecem pelos seus terríveis pecados.

Pedimos respeitosamente ao Papa Francisco que se arrependa publicamente e sem ambiguidades destes pecados e de todas as ofensas que cometeu contra Deus e a verdadeira religião, e que faça reparação por estas ofensas.

Pedimos respeitosamente a todos os bispos da Igreja Católica que ofereçam ao Papa Francisco uma correcção fraterna por estes escândalos, e que advirtam os seus rebanhos de que, de acordo com o ensinamento divinamente revelado da fé católica, eles arriscam a condenação eterna se seguirem o seu exemplo nas ofensas contra o Primeiro Mandamento.

9 de Novembro de 2019

In Festo Dedicationis Basilicae Lateranensis
“Terribilis est locus iste: hic domus Dei est et porta cæli; et vocabitur aula Dei” 

 

Assinam:

Dr Gerard J.M. van den Aardweg, The Netherlands

Dr Robert Adams, medical physician in Emergency & Family Medicine

Donna F. Bethell, J.D.

Tom Bethell, senior editor of The American Spectator and book author

Dr Biagio Buonomo, PhD in Ancient Christianity History and former culture columnist (1990-2013) for L’Osservatore Romano

François Billot de Lochner, President of Liberté politique, France

Rev. Deacon Andrew Carter B.Sc. (Hons.) ARCS DipPFS Leader, Marriage & Family Life Commission, Diocese of Portsmouth, England

Mr. Robert Cassidy, STL

Dr Michael Cawley, PhD, Psychologist, Former University Instructor, Pennsylvania, USA

Dr Erick Chastain, PhD, Postdoctoral Research Associate, Department of Psychiatry, University of Wisconsin-Madison

Fr Linus F Clovis

Lynn Colgan Cohen, M.A., O.F.S.

Dr Colin H. Jory, MA, PhD, Historian, Canberra, Australia

Rev Edward B. Connolly, Pastor Emeritus, St. Joseph Parish St. Vincent de Paul Parish, Girardville PA

Prof. Roberto de Mattei, Former Professor of the History of Christianity, European University of Rome, former Vice President of the National Research Council (CNR)

José Florencio Domínguez, philologist and translator

Deacon Nick Donnelly, MA Catholic Pastoral & Educational Studies (Spiritual Formation), England

Fr Thomas Edward Dorn, pastor of Holy Redeemer Parish in New Bremen OH in the Archdiocese of Cincinnati

Fr Stefan Dreher FSSP, Stuttgart, Germany

Dr Michael B. Ewbank, PhD in Philosophy, Loras College, retired, USA

Fr Jerome Fasano, Pastor, St John the Baptist Church, Front Royal, Virginia, USA

Dr James Fennessy, MA, MSW, JD, LCSW, Matawan, New Jersey, USA

Christopher A. Ferrara, J.D., Founding President of the American Catholic Lawyers’ Association

Fr Jay Finelli, Tiverton, RI, USA

Prof. Michele Gaslini, Professor of Public Law, University of Udine, Italy

Dr Linda M. Gourash, M.D.

Dr Maria Guarini STB, Pontificia Università Seraphicum, Rome; editor of the website Chiesa e postconcilio

Fr Brian W. Harrison, OS, STD, associate professor of theology of the Pontifical Catholic University of Puerto Rico (retired), Scholar-in-Residence, Oblates of Wisdom Study Center, St. Louis, Missouri, USA

Sarah Henderson DCHS MA (RE & Catechetics) BA (Mus)

Prof. Robert Hickson PhD, Retired Professor of Literature and of Strategic-Cultural Studies

Dr Maike Hickson PhD, Writer and Journalist

Prof., Dr.rer.pol., Dr.rer.nat. Rudolf Hilfer, Professor of Theoretical Physics at Universität Stuttgart

Fr John Hunwicke, Former Senior Research Fellow, Pusey House, Oxford

Fr Edward J. Kelty, OS, JCD, Defensor Vinculi, SRNC rota romana 2001-19, Former Judicial Vicar,  Archdiocese of Ferrara, Judge, Archdiocese of Ferrara

Dr Ivo Kerže, prof. phil.

Dr Thomas Klibengajtis, former Assistant Professor of Catholic Systematic Theology, Institute of Catholic Theology, Technical University Dresden, Germany

Dr Peter A. Kwasniewski, PhD, USA

Dr John Lamont, DPhil (Oxon.)

Dr Dorotea Lancellotti, catechist, co-founder of the website: https://cooperatores-veritatis.org/

Dr Ester Ledda, consecrated laywoman, co-founder of the website https://cooperatores-veritatis.org/

Fr Patrick Magee, FLHF a Franciscan of Our Lady of the Holy Family, canonical hermit in the Diocese of Fall River, Massachusetts

Dr Carlo Manetti, jurist and lecturer, Italy

Dr Christopher Manion, PhD, KM, Humanae Vitae Coalition, Front Royal, Virginia, USA

Antonio Marcantonio, MA

Michael J. Matt, Editor, The Remnant, USA

Jean-Pierre Maugendre, general delegate, Renaissance catholique, France

Msgr John F. McCarthy, JCD, STD, retired professor of moral theology, Pontifical Lateran University

Prof. Brian M. McCall, Orpha and Maurice Merrill Professor in Law, Editor-in-Chief Catholic Family News

Patricia McKeever, B.Ed. M.Th., Editor, Catholic Truth, Scotland

Mary Angela McMenamin, MA in Biblical Theology from John Paul the Great Catholic University

Fr Cor Mennen, lecturer canon law at the diocesan Seminary of ‘s-Hertogenbosch and member of the cathedral chapter

Rev Michael Menner, Pastor

Dr Stéphane Mercier, Ph.D., S.T.B., former research fellow and lecturer at the University of Louvain

Dr Claude E Newbury, M.B. B.Ch., D.T.M & H., D.P.H., D.O.H., M.F.G.P., D.C.H., D.A., M. Prax Med.

Prof. Giorgio Nicolini, writer, Director of “Tele Maria”

Fr John O’Neill, STB, Dip TST, Priest of the Diocese of Parramatta, member of Australian Society of Authors

Fr Guy Pagès, Archdiocese of Paris, France

Prof. Paolo Pasqualucci, Professor of Philosophy (retired), University of Perugia, Italy

Fr Dean P. Perri, Diocese of Providence, Our Lady of Loreto Church

Dr Brian Charles Phillips, MD

Dr Mary Elizabeth Phillips, MD

Dr Robert Phillips, Professor (emeritus) Philosophy: Oxford University, Wesleyan University, University of Connecticut

Prof. Claudio Pierantoni, Professor of Medieval Philosophy, University of Chile; former Professor of Church History and Patrology at the Pontifical Catholic University of Chile

Prof. Enrico Maria Radaelli, Professor of Aesthetic Philosophy and Director of the Department of  Aesthetic Philosophy of the International Science and Commonsense Association (ISCA), Rome, Italy

Dr Carlo Regazzoni, Philosopher of Culture, Therwill, Switzerland

Prof. John Rist, Professor emeritus of Classics and Philosophy, University of Toronto

Dr Ivan M. Rodriguez, PhD

Fr Luis Eduardo Rodrìguez Rodríguez, Pastor, Diocesan Catholic Priest, Caracas, Venezuela.

John F. Salza, Esq.

Fr Timothy Sauppé, S.T.L., pastor of St. Mary’s (Westville, IL.) and St. Isaac Jogues (Georgetown, IL.)

Fr John Saward, Priest of the Archdiocese of Birmingham, England

Prof. Dr Josef Seifert, Director of the Dietrich von Hildebrand Institute of Philosophy, at the Gustav Siewerth Akademie, Bierbronnen, Germany

Mary Shivanandan, Author and consultant

Dr Cristina Siccardi, Church Historian and author

Dr Anna M. Silvas, senior research adjunct, University of New England NSW Australia.

Jeanne Smits, journalist, writer, France

Dr Stephen Sniegoski, PhD, historian and book author

Dr Zlatko Šram, PhD, Croatian Center for Applied Social Research

Henry Sire, Church historian and book author, England

Robert J. Siscoe, author

Abbé Guillaume de Tanoüarn, Doctor of Literature

Rev Glen Tattersall, Parish Priest, Parish of St. John Henry Newman, Australia

Prof. Giovanni Turco, associate professor of Philosophy of Public Law, University of Udine, Italy

Fr Frank Unterhalt, Pastor, Archdiocese of Paderborn, Germany

José Antonio Ureta, author

Adrie A.M. van der Hoeven, MSc, physicist

Dr Gerd J. Weisensee, Msc, Switzerland

John-Henry Westen, MA, Co-Founder and Editor-in-Chief LifeSiteNews.com

Dr Elizabeth C. Wilhelmsen, Ph.D. in Hispanic Literature, University of Nebraska-Lincoln, retired

Willy Wimmer, Secretary of State, Ministry of Defense, (ret.), Germany

Prof. em. Dr Hubert Windisch, priest and theologian, Germany

Mo Woltering, MTS, Headmaster, Holy Family Academy, Manassas, Virginia, USA

Miguel Ángel Yáñez, editor of Adelante la Fe

List of Signatories

Archbishop Carlo Maria Viganò

Prof. Dr. Heinz Sproll – University of Augsburg

Edgardo J. Cruz Ramos, President Una Voce Puerto Rico

Rev. Fr. Felice Prosperi

Prof.Growuo Guys PhD

Rev. Nicholas Fleming STL

Drs. N.A.L. van der Sluis pr., Pastoorparochie Maria, Moeder van de Kerk Bisdom ‘s-Hertogenbosch

Rev. Fr Alfredo Maria Morselli

Marco Paganelli, Journalist and writer

Deacon Eugene G. McGuirk, B.A, M.A., M.B.A.

Dr. Lee Fratantuono, AB, AM, PhD

Rev. Fr. Paolo D’Angona, Diocese of Roermond, Netherlands

12th November 2019

Bishop Robert Mutsaerts, auxiliary bishop of ‘s-Hertogenbosch, Netherlands

Marco Tosatti, Stilum Curiae

Enza Pasquali

Don Michiele Chimienti

Rev. Patrick Fenton

Fr Peter Klos

Paul King, Esq.Fr. Palblo Ormazabal Albistur

Prof. Dr. Felix Fulders

Fr Richard McNally ss.cc

Sac. Bernardo M. Trelle

Dr. Quintilio Paolozzi Ph.D.

Dr. Stefano Gizzi, Comm. S.Gregorio Magno

Fr Bernward Van der Linden FSSP

Mag, Philipp Erdinc, MA

De Christian Behrendt

Rev. Peter John Dang

Leo Kronberger, MD, MSC

José Narciso Barbosa Soares

Joao Luiz da Costa Carvalho Vidigal

Fr Iouis Guardiola

Fr Roberto J.Perez, O. Carm.

Fr Jason Charron

Rev. Fr Edwin Wagner FSO

Fr Fabian Adindu

Fr Frank Watts

Fr David M. Chiantella

Fr Daniel Becker

Fr Fidelis Moscinski

Fr John Boughton

Fr Kenneth Bolin

Fr Matthew DeGance, SDB

Fr Vince Huber

Fr Arnis Suleimanovs

Fr James Mawdsley

Fr John Osman, M.A., S.T.L.

Fr Scott Lemaster, M.A., M.Div.

Fr Mark Desser

Fr Vincenzo Fiore

Fr Michael Magiera

Fr John Fongemie, FSSP

Fr Alex Anderson

Fr Pablo Ormazabal Albistur

Fr Brian Geary

Fr James Gordon

Fr David Kemna

Fr Steven Scherrer, MM, Th. D Scherrer

Fr Andrew Szymakowski, JCL

Fr Terence Mary Naughtin, OFM Conv

Christine de Marcellus Vollmer

Mag. Wolfram Schrems

Tammy Layton, ASA,BA, MA

Prof. Mag. Manfred Weindl

Dr Piotr Wolochowicz Ph.D. in Pastoral Theologie

Fr Grzegorz Asniadoch IBP

Grzegorz Korwin-Szymanowski, Journalist

Maristela Neves de Mesquita Rodiriguez Santos

Fr. Albert P. Marcello, III, JCL, defensor vinculi, Diocese of Providence

Dr Michael Sirilla

Fr Jason Vidrine

Dr John Jay Conlon

Matt Gaspers, Managing Editor, Catholic Family News

Dr Taylor R.Marshall

David Moss St. Louis, Missouri, U.S.A

Mag. César Félix Sánchez Martínez, professor of Philosophy of Nature and History of Modern and Contemporary Philosophy

13th November 2019

Fr Tullio Rotondo, doctor of Sacred Theology and Jurisprudence

Philippe Pichot Bravard, Maître de conférences HDR, écrivain

Dr. James P. Lucier, PhD, former Staff Director, U.S. Senate Foreign Relations Committee

Fr Aleksandrs Stepanovs

Fr Andrew Benton

Fr Tim Meares

Fr Vaughn Treco

Fr Edmund Castronovo

Fr Pat Scanlan Cloyne, diocesan priest

Br Johannes Elisa of the Cross OCDS ter Veer

14th November 2019

Fr Luis Marja de la SS. Trinidad y de la Santa Cruz

Fr Kazimierz Stefek, Parish Priest

William Melichar, OCDS, JD, MA

Mirella Sacilotto Sharkey, Ph. D.

Fr Peter Masik

Pichot Bravard Philippe

28 outubro, 2019

Sínodo Pan-Amazônico, um balanço.

Por FratresInUnum.com, 28 de outubro de 2019 – Leonardo Boff afirmou em 2013, para o Estadão, que “Francisco não é um nome, mas todo um programa de Igreja”. De fato, desde a escolha do nome, passando pela publicação de Evangelii Gaudium e Laudato si, pela convocação e realização do Sínodo sobre a Amazônia, o Papa argentino está apenas realizando um mesmo e único programa, que está chegando ao seu desfecho.

IMG-20191028-WA0001.jpg

Basílica de São Pedro, 27 de outubro de 2019: Papa Francisco na Missa de encerramento do Sínodo Pan-Amazônico.

 

Precisamos ler em profundidade os acontecimentos para perceber além das aparências superficiais.

Um povo perdido

A Igreja foi instituída por Deus para ser um reflexo do rosto de Jesus Cristo no mundo. Quando ela não realiza esta sua finalidade, o povo simplesmente se afasta, não corresponde mais aos estímulos da hierarquia ou, o que é mais grave, responde negativamente, como resistência e oposição.

A pergunta crucial é: para o povo, a tal “igreja amazônica” que os progressistas querem inventar é um reflexo de Jesus Cristo ou dos falsos deuses demoníacos da floresta?

A resposta parece bastante óbvia. Basta verificar as reações inflamadas em todos os continentes, as quais não puderam sequer ser ignoradas pelos meios oficiais de comunicação da Igreja, dentro e fora do Vaticano. A página do facebook do Vatican News teve de banir centenas de pessoas, dados os comentários furiosos contra os atos blasfemos perpetrados durante o Sínodo. O mesmo se deu por todas as redes sociais.

Por parte de Francisco e de sua corte, partiu-se ostensivamente para a hostilização do povo católico. Em seu discurso na última seção de trabalho sinodal, Bergoglio pediu desculpas pela petulância, depois de dizer que as críticas ao Sínodo provêm de uma elite preocupada com mesquinharias… Esta é uma inversão psicótica da realidade: ele está na função de Papa, com um séquito de cardeais, arcebispos, bispos, fundações milionárias, respaldo de acadêmicos, de políticos de esquerda, organizações internacionais, mas a elite é o… povo!

Ao pedir desculpas também pela retirada do ídolo de Pachamama, atirado no rio Tibre, Francisco demonstrou completa falta de sensibilidade para com os fiéis católicos, agredidos por aquele culto pagão dentro de suas igrejas. Pior! Na homilia da missa de encerramento do Sínodo, Francisco colocou em nível inferior os atos de piedade da religião católica, dizendo que “a ‘religião do eu’ continua, hipócrita com os seus ritos e as suas ‘orações’, esquecida do verdadeiro culto a Deus, que passa sempre pelo amor ao próximo. Até mesmo cristãos que rezam e vão à Missa ao domingo são seguidores desta ‘religião do eu’”.

Não se trata de ignorar o povo. É muito mais grave: ele agride os fiéis católicos propositalmente, insultando-os, enquanto afaga pagãos e os seus ritos satânicos. Não tenhamos dúvida: os atos violentos de Francisco contra a Igreja são calculados e propositais. Ele quer provocar os católicos autoritariamente para se impor como um tirano, um verdadeiro ditador.

Este racha entre Francisco e o povo já não é mais disfarçável. Ele perdeu realmente as ovelhas e, ao que tudo indica, não conseguirá recuperá-las.

“Novos caminhos para a Igreja”?

O lema do Sínodo era bastante eloquente: “Novos caminhos para a Igreja”. No entanto, tudo o que nós vimos foram os mesmos refrões contestatórios da década de 70, já respondidos pelo magistério, e apenas reeditados como uma grande revanche.

Até o “Pai-nosso dos mártires”, cantado pelas CEBs na década de 80, foi entoado na Igreja da Transpontina. O clima rançoso de uma Teologia da Libertação já ultrapassada e extremamente brega foi o ambiente mesmo que se respirou nos dias desse Sínodo.

Os revolucionários sinodais são tão alérgicos para conservarem as tradições católicas, mas rivalizam em zelo quando o assunto é conservar ideologias fracassadas de décadas passadas, ideologias que não deram certo, ideologias que não se reproduziam, por isso, nas gerações seguintes, ideologias que ninguém mais leva a sério!

Pela sua completa incapacidade de se reinventar e, ao mesmo tempo, de se enganar por causa da própria euforia e da confirmação mútua, eles se isolaram eclesialmente, tanto do ponto de vista do tempo quanto do espaço. Enquanto isso, o tempo vai passando e eles vão perdendo o bonde da história, convencidos de que já estão no futuro, enquanto perecem como loucos, agrilhoados a um passado que só existe em sua cabeça.

Viri probati, não. Velhos probati.

É esta perda de contato com a realidade e de enclausuramento nos velhos caminhos que já fracassaram que os fez perder a completa relevância para as novas gerações.

Nas dioceses e congregações em que prevalece a Teologia da Libertação, tudo é morte! Não há mais vocações. Assim como no Evangelho, eles repetem o milagre da figueira seca: “Jamais nasça fruto de ti”, disse Cristo (Mt 21,19).

Por outro lado, nos lugares em que se reacendeu a chama da fé tradicional, mesmo que ainda revestida de modos excessivamente sentimentalistas, as vocações voltaram a aparecer. O clero jovem não tem nada a ver com a teologia da libertação! E os bispos sabem disso, mas ficam com as mãos atadas: precisam de padres, mas os que aparecem são todos “conservadores”.

O princípio para a difusão de uma ideologia é sua “reprodução”, em outras palavras, a doutrinação através da educação. Sem isso, a ideologia morre! Esta é a única maneira de ela se propagar. Ora, com a miséria intelectual da esquerda, especialmente dos teólogos da libertação, esta “reprodução” ficou chagada, totalmente comprometida, não consegue mais atingir os jovens. Eles não conseguem quadros! Faltam-lhes militantes!

O modo mais rápido de resolver este problema e neutralizar a ação do clero jovem é ordenando “velhos probati”, já formados naquela mentalidade antiga. Obviamente, este recurso será suplementado pela readmissão de padres que abandonaram o sacerdócio para casar e amargaram décadas de revolta contra a Igreja para, agora, despejarem todo o seu veneno sobre o povo.

O problema desta estratégia dos libertadores é que, mesmo com essas medidas, eles não conseguirão superar uma barreira inexpugnável: o limite biológico, a duração das vidas humanas individuais. Eles estão morrendo, já estão idosos e senis, não têm mais tempo e, por isso, estão agindo com pressa, tendo de sacrificar, para isso, sua própria honra. Francisco é o último trem da estação!

O que lhes sobrou foi uma mera tentativa de sobrevida. E só! Eles estão sem perspectivas reais. Nenhuma preocupação com sacramentos ou com evangelização, é tudo estratégia de reprodução. Aliás, o documento final do Sínodo propõe desde já uma “abordagem universal” ao assunto.

Obstinação flagrante. O momento dos leigos.

Todos os padres que levantaram a sua voz contra Bergoglio foram excomungados. Por isso, o desespero completo da ala bergogliana é que a verdadeira reação contra ela não é oriunda do clero – amordaçado pela patrulha criada por eles para inibir qualquer crítica –, mas do povo, e não é uma prerrogativa de grupos tradicionalistas.

O Vaticano simplesmente não sabe o que fazer com os protestos clamorosos. Finge que são brados isolados, rotula-os como psicóticos, mas não tem o que fazer contra isso.

Ao mesmo tempo, Bergoglio radicaliza na mesma medida em que vai se aproximando o fim de seu pontificado. Teimoso, turrão, obstinado, ninguém o para: ele segue adiante como um trem e não recua nem um milímetro em sua agenda.

Por isso, precisamos nos persuadir de que esta é a hora dos leigos. Não podemos recuar, não podemos afinar. Há uma grande parte do clero que, apesar de não dizer nada, apoia-nos tacitamente, ao menos com o seu silêncio. Existem aqueles padres que são bajuladores e carreiristas, mas que também fazem corpo mole diante do progressismo de Francisco: elogiam-no com a boca, mas continuam com as mesmas atitudes, pois não querem se indispor com povo. Afinal de contas, o Papa está em Roma.

Agora é hora de gritarmos, de nos manifestarmos pelas redes sociais e de não nos acovardarmos em um silêncio cúmplice. Não entregaremos a nossa religião no colo do demônio. Não ficaremos inertes enquanto usam a nossa Igreja para recrutá-la nas fileiras dos maiores inimigos de Cristo.

Em certo sentido, a pressa dos progressistas é sinal de que eles são muito conscientes de que lhes resta pouco tempo.

Papado versus Francisco.

O volume das críticas contra Bergoglio é a prova de que, na consciência do católico médio, as suas ações o estão descolando do papado — em outras palavras, ele tem a potestas (o poder), mas não tem a auctoritas (a autoridade).

Desde o começo ficou muito clara a sua falta de autoridade intelectual, incomparável com a de Ratzinger. Mas, quanto mais o tempo foi passando, mais ele mesmo sepultou a sua autoridade moral, que praticamente não existe mais. O pouco que lhe resta de certo respeito é pela áurea artificialmente criada pela mídia, a qual só afeta os católicos não praticantes. No mais, já estão todos cansados deste pontificado.

Não dá mais pra esconder o caráter eminentemente demagógico de Francisco. Ele fala demais, quer brilhar, mas não convence. Até Nizan Ganaes, na Folha de São Paulo, disse que “sem emoção, cerimônia de Irmã Dulce foi mais bonita na TV. Papa Francisco chegou com a vibe de tirar a Igreja da mão da Cúria e levá-la para o povo, mas foi abduzido pela burocracia”.

O de Francisco é um pontificado em desencanto. Alguns já o sabem desde o dia mesmo da eleição, outros o descobrem com o passar do tempo, mas o número dos descontentes não para de crescer.

O ideal, realmente, é que Francisco não renuncie, para não dar legitimidade a um pontificado que a perde a cada dia. Ele precisa ir erodindo até que todo o povo perceba a farsa e não reste mais aparência alguma, para que a verdade prevaleça e, futuramente, um bom papa possa cancelar os seus atos.

Deo gratias. As máscaras caíram.

Desde a sua eleição, nós temos anunciado continuamente que Francisco faria aquilo que ele fez, mas os cleaners não cessam de alimentar aquele otimismo ingênuo que as pessoas insistem em confundir com fé no papado. Esta mentira está sendo desconstruída sucessivamente pelo próprio Francisco, o qual não faz nenhuma questão de provar a continuidade com os seus predecessores.

Por mais doloroso que seja, que ele atente contra o celibato, contra a natureza da ordenação, contra a catolicidade da liturgia, e que respalde o paganismo, a imoralidade, a transgressão de todas as tradições católicas, tudo acaba tendo um efeito salutar: é o único modo de as pessoas acordarem!

Agora, os cleaners vão se apegar ao fato de que precisamos esperar a Exortação Apostólica, que o Papa não irá aprovar nada disso, e vão cruzar os dedos, fazer pensamento positivo, mentalizar a conversão (seria um milagre, de fato!) de Bergoglio… mas, no fim, ele fará o que está desde sempre decidido a fazer. Isso é um programa! Ele não está blefando!

Em certo sentido, o clero conservador precisa aprender com Francisco. Com 82 anos de idade e apenas um pulmão, é ele pessoalmente que lidera e manda, trata os seus inimigos com despeito e tem completa intolerância com seus adversários. Nós precisamos preparar a revanche dos católicos! Os Papas anteriores sempre quiseram fazer equilíbrio de forças e exatamente por isso colocaram a Igreja neste precipício: a máfia de St. Gallen deu um golpe de Estado, derrubou Bento XVI, elegeu o seu antagonista e agora está humilhando completamente os seus inimigos.

Outra lição que precisamos aprender dos progressistas é como eles são capazes de se unir em torno de um ideal comum. Por mais divergências que eles tenham, como os demônios, eles são capazes de se abandidarem para atacar um inimigo comum. Os tradicionalistas e conservadores, ao contrário, ficam a vida inteira apegados a picuinhas internas e são incapazes de se unirem em defesa da fé, que deve ser a nossa única prioridade.

Por isso, temos de manter a nossa resistência firme, sabendo que nem um próximo pontificado com ares mais conservadores nos enganará. É necessário uma ruptura com as ideias do atual pontificado, que atentam contra a Igreja. Qualquer Papa de boa-fé terá de fazer isto, pois aqui não cabe política. Trata-se de um posicionamento a favor ou contra a Fé Católica.

O elemento principal: a graça divina

Nós estamos presenciando o embate histórico entre a fé e a idolatria pagã dentro dos muros de São Pedro – é inacreditável! E, nesta luta, não estamos abandonados às nossas próprias forças. Existe a graça divina, e ela não é neutra. Apesar de todas as políticas humanas, é Deus o principal protagonista desse combate.

Em geral, preocupamo-nos demasiadamente com a eficácia e com o tempo. Por isso, fazemos tanta política. Em outras palavras, nós pensamos que tal ou qual ação de oposição à impiedade não terá nenhum efeito, que isso pode demorar demais, enquanto Deus está provando justamente a nossa fidelidade, em troca da qual ele pode apressar a intervenção da sua graça.

Deus é eterno. Ele não precisa se apressar. Contudo, Ele é Onipotente, o que significa que esta provação da Igreja pode demorar séculos ou pode acabar em brevíssimo tempo! Não esqueçamos que os sofrimentos da Paixão de Nosso Senhor foram intensíssimos, mas a sua ressurreição aconteceu em apenas três dias.

Não curvemos as nossas cabeças diante de Baal. Sejamos firmes em nossa resistência. Não deponhamos as armas! Hoje, o que se pede a nós é menos preocupação com a eficácia e mais zelo pela glória de Deus!

26 outubro, 2019

Desagravai!

A abominação da desolação entronizada na Basílica de São Pedro?

Por FratresInUnum.com, 26 de outubro de 2019 – “Queria dizer uma palavra sobre as estátuas da Pachamama que foram tiradas da igreja na Transpontina, que estavam ali sem a intenções idolátricas e foram jogadas no Tibre. Antes de tudo, isto aconteceu em Roma e, como bispo da diocese, eu peço perdão às pessoas que foram ofendidas por este gesto”.

“Sem intenções idólatras”.

Estas foram as palavras de Francisco na tarde de ontem, na seção vespertina do Sínodo dos bispos.

Em primeiro lugar, Francisco esclareceu definitivamente a farsa: aquela carranca realmente é da Pachamama! Não é demais dizê-lo, pois não faltaram declarações de cleaners afirmando que aquela imagem jamais fora a deusa Pachamama, mas, sim, Nossa Senhora! – terrível blasfêmia. E a vergonha da corte francisquista é tão grande que a transcrição do discurso do Papa, distribuída a jornalistas pela Sala de Imprensa, omitiu a expressão Pachamama proferida por Francisco. Porém, gravações forçaram o órgão de comunicação do Vaticano a se corrigir. Bergoglio destrói toda tentativa de defendê-lo!

Ele ajunta, porém, que ali não houve nenhuma intenção de culto idolátrico, ao contrário daquilo que afirmou o teólogo alemão Paulo Suess, perito do sínodo, o qual simplesmente disse que “inclusive se tivesse sido um rito pagão, o que ocorreu era ainda um serviço de adoração. Um rito sempre tem algo à ver com a adoração e o paganismo não pode ser apartado como se não fosse nada” [vale recordar a publicação de 2014 feita por nosso blog a respeito deste senhor, e sobre como as maquinações que culminaram nesse infeliz Sínodo vêm de longa data, agenda definida desde o ínicio do pontificado bergogliano].

Na verdade, tudo não passa de um mero jogo de palavras. Em Vatican Insider, dá-se como prova do não “paganismo” dos cultos à Pachamama na Igreja de Transpontina o fato de que as celebrações foram “na verdade autorizadas e sempre presenciadas pelo pároco carmelita”. Em suma, uma apelação absurda! Como se o pároco da Transpontina, seja lá quem for, tenha autoridade para arbitrar livremente nesta situação ou como se ele fosse uma espécie de Judas Macabeu.

Fato é que a Pachamama, segundo Francisco, poderá ser introduzida na Basílica de São Pedro e escoltada pela polícia, se assim decidir o chefe de polícia responsável! Quanta honra!

É estarrecedor o descaso com que se trata a fé católica, os seus ritos e a sua Tradição, enquanto se honra maximamente um ídolo e “tradições” pagãs. Nos jardins do Vaticano, prostraram-se com rosto em terra para adorar aqueles ídolos os mesmos que abominam a comunhão de joelhos!

É a inversão revolucionária mais completa: quantos mártires deram a sua vida por não queimarem uma colher de incenso para os ídolos pagãos, enquanto agora profana aquele solo regado no seu sangue um ídolo a possivelmente ser dignificado no altar da confissão de São Pedro! Os santos mártires, segundo esta nova abordagem de Francisco, poderiam ter queimado incenso aos deuses, desde que não tivessem nenhuma intenção idólatra. Isto, vindo da boca de um Papa, soa como a máxima das traições.

Os progressistas são fanáticos em preservar a tradição dos outros enquanto destroem a própria, são tolerantes com a heterodoxia e intolerantes ao máximo com quem quer simplesmente permanecer Católico, perseguem os cristãos e se ajuntam com pagãos, comunistas e ateus! Eles não amam a Igreja, querem apenas usá-la para recrutar incautos nas agendas dos partidos de esquerda.

Precisamos desagravar!

Temos de reparar esse atentado contra Deus e a nossa santa religião. Em poucas horas acontecerá o encerramento desse Sínodo vergonhoso e se fará a publicação do documento final, preparado há meses pela REPAM, de Dom Cláudio Hummes, sob encomenda de Francisco, como confessou Dom Erwin Kräutler em seu recente livro sobre o Sínodo. Um jogo de cartas marcadas, como sempre dissemos. Uma grotesca encenação de “colegialidade” quando tudo já estava previamente definido por um grupelho de hierarcas que usam a Igreja como bem entendem.

Desagravemos!

Não fiquemos de braços cruzados nesta afronta contra Deus e contra Nossa Senhora.

15 outubro, 2019

Um inimigo comum.

Por FratresInUnum.com, 15 de outubro de 2019 – Quando uma bactéria invade o corpo, todo o organismo se une para combatê-la. O doente toma antibióticos e, com este reforço, a batalha continua e os bombardeamentos não cessam até que o invasor ceda e seja expelido.

Embora ressentido, o corpo aprende a desenvolver resistência para opôr-se e se tornar cada dia mais forte ante a presença nefasta!

Desde março de 2013, os católicos do mundo sofrem a afronta diária de um papa que se comporta como seu antagonista. Ele recebe ateus e militantes homossexuais, respalda hereges, louva abortistas, rebaixa a Igreja à inaceitável condição de escrava do mundo, é um fanático das migrações que estão islamizando a Europa, apoiador de todos os regimes de esquerda do mundo, inclusive dos mais ditatoriais, recruta-se nas fileiras ecossocialista mais psicóticas e não para de atacar os católicos, de criticar os seus apostolados, de desprezá-los, inclusive retirando a mão para que não a beijem, num gesto de completa insensibilidade…

Francisco, porém, não percebe que foi longe demais. Está radicalizando e, assim, chamando para si a rejeição de todos os fiéis.

O Sínodo da Amazônia tem se mostrado verdadeiramente muito providencial, pois as máscaras estão caindo bem diante dos olhos dos mais desavisados. E o escândalo não para de aumentar.

Os gritos têm sido tão fortes que o próprio Vaticano, nos primeiros dias tão eufórico, teve de moderar a celebração de notícias. As críticas não param. Como disse Dom Orlando em sua homilia patética da festa da Padroeira, “estão fuzilando o Papa Francisco e o Sínodo da Amazônia”!

Francisco está conseguindo o que nunca ninguém conseguiu: ele está unindo todos os católicos verdadeiros em uma consciência comum de combate, mesmo aqueles que até agora não entendiam que a Igreja passa por uma crise, ou que tentavam minimizar o problema. Todos os que têm o dom teologal da Fé não estão mais indiferentes.  O povo já tem o alvo! Francisco, infelizmente, pôs-se na posição de inimigo e faz questão de se manter lá!

O apelo à autoridade papal já não lhe vale mais de nada, pois as pessoas vêem que ele ocupa apenas um cargo, mas não se posiciona à altura dele. Não se trata mais de reconhecer ou não que ele ocupa uma cadeira… As pessoas estão vendo que ele usa esta posição para revolucionar a Igreja.

Alguém dizia que o socialismo não consegue destruir o capitalismo, mas o transforma em um inferno. É exatamente assim que trabalha Bergoglio: ele não pode destruir a Igreja Católica, que é indefectível, mas ele está infernizando a vida de seus membros e todo mundo está percebendo isso claramente.

A chateação não cabe somente a ele, mas está sendo transferida a todos os que sustentam a sua agenda ou o defendem. De fato, Francisco encorajou os esquerdistas do clero a mostrarem a cara. Eles a estão mostrando e o povo está combatendo, e vai combater ainda mais.

A verdade é que não se fazem mais comunistas como antigamente. Dom Paulo Evaristo Arns visitava os militares e fazia muita diplomacia com eles, Dom Hélder não tirava a sua batina, visitava toda a Europa falando perfeito francês e discorrendo seus erros com sutileza e simpatia.

Atualmente, os eclesiásticos se comportam como ogros militantes. Ninguém os levará a sério! A desmoralização não foi obra de ninguém senão deles mesmos e de sua própria incompetência. Esta gente está se destruindo com uma aceleração inacreditável! São suicidas! Só lhes resta, mesmo, chorar e amargar a própria carranca diante do espelho.

10 outubro, 2019

Tradicionalismo, sim… Mas só para os indígenas.

Por FratresInUnum.com, 10 de outubro de 2019 – O desprezo ao catolicismo tal como o conhecemos transparece a cada dia com mais força e violência nas palavras e nos gestos do Papa Francisco. Despido de pudores, ele avança contra qualquer sinal de legítima devoção católica, enquanto usa a mesma autoridade em favor de todas as tradições indígenas e pagãs.

Papa Francisco e sua preferência por modelos alternativos de Saturno

Papa Francisco e sua preferência por modelos alternativos de Saturno.

Em seu discurso na abertura dos trabalhos sinodais, Dom Claudio Hummes — que alguns querem demonizar isoladamente, como se não estivesse ali nomeado por Francisco —   disse que “desde o início de seu ministério papal, Francisco sublinha a necessidade de a Igreja caminhar. Ela não pode ficar sentada em casa, cuidando de si mesma, cercada de muros de proteção. Muito menos ainda, olhando para trás com certa nostalgia de tempos passados. Ela precisa abrir as portas, derrubar muros que a cercam e construir pontes, sair e pôr-se a caminho na história, nos tempos atuais de mudança de época, caminhando sempre próxima de todos, principalmente de quem vive nas periferias da humanidade. (…) Esse caminhar a torna fiel à verdadeira tradição. Uma coisa é o tradicionalismo que fica preso no passado, outra é a verdadeira tradição que é a história viva da Igreja, em que cada geração, acolhendo o que lhe é entregue pelas gerações anteriores como compreensão e vivência da fé em Jesus Cristo, enriquece esta tradição com sua própria vivência e compreensão desta mesma fé em Jesus Cristo no tempo atual”.

Mas, ao mesmo tempo em que, com um chutinho, joga toda a tradição católica no lixo do esquecimento e da banalidade, o mesmo Dom Claudio assegura que:

“De fato, a humanidade tem uma grande dívida para com os povos indígenas nos diferentes continentes da terra e também na Amazônia. É preciso que aos povos indígenas seja devolvido e garantido o direito de serem sujeitos de sua história, protagonistas e não objetos do espírito e prática de colonialismo de quem quer que seja. Suas culturas, línguas, história, identidade, espiritualidade constituem riquezas da humanidade e devem ser respeitadas, preservadas e incluídas na cultura mundial”.

Cegados por sua ideologia, os promotores do Sínodo não percebem a gritante contradição: aos católicos, que superem o que consideram quinquilharias do passado. Mas, aos índios, — alto lá! — se alguém deseja qualquer tipo de progresso. Até o infanticídio das tribos mereceu uma resposta dura pelo Cardeal Pedro Barreto, que parece ter se sentido ofendido com uma pergunta feita a esse respeito por um jornalista.

É absolutamente nítido que não trata mais de uma guerra entre conservadores e progressistas, mas entre católicos e anti-católicos, que agora assumiram as instâncias de poder na Igreja.

Incomodado por alguma risada indiscreta acerca da indumentária dos índios presentes na sala sinodal, Francisco reagiu: “Me entristeceu ouvir, aqui mesmo, um comentário sarcástico sobre um homem devoto que carregava oferendas com plumas na cabeça. Me digam: qual é a diferença entre ter plumas na cabeça e o chapéu de três pontas (barrete) utilizado por certos oficiais em nossos dicastérios?”

A diferença é simples: o barrete simboliza as três virtudes teologais que devem iluminar o pensamento dos sacerdotes, enquanto a arte plumária indígena é apenas um ornamento ritual e hierárquico, sem referência senão à religião natural e pagã.

Antes, em sua viagem a Moçambique, o Papa Francisco afirmara: “O clericalismo tem como consequência direta a rigidez. Nunca viram jovens sacerdotes totalmente rígidos de batina preta e capelo com a forma do planeta Saturno na cabeça? Aí estão eles. Por trás de todo rígido clericalismo há sérios problemas”.

Ousaríamos perguntar se há sérios problemas, além dos relativos à lógica e ao duplo padrão, também por trás de todo rígido ecologismo…

O tradicionalismo vale quando é para se adorar a Pachammama ou entronizar ídolos com o órgão viril ereto e desproporcional como símbolos de adoração, o tradicionalismo é lícito quando se deve adotar a nudez e a brutalidade de costumes, o tradicionalismo é aceito quando usado como arma para destruir uma outra tradição, a Católica.

Não existem sacerdotisas mulheres nas tribos indígenas. A cultura indígena é patriarcal. Mas isso não importa para os ideólogos. Eles querem diluir a Igreja e usar a “tradição” indígena apenas como elemento solvente. Os índios e o discurso ecológico não são mais que meros pretextos.

9 outubro, 2019

Entrincheirados no Vaticano.

Por FratresInUnum.com, 9 de outubro de 2019 — Começou a circular pela internet uma foto de Francisco supostamente chorando, secando lágrimas com um lenço. Que miséria a dos progressistas! Precisam apelar para o vitimismo mais descarado. Não lhes resta mais nada que o lamento. As máscaras caíram. E foram eles que derrubaram.

Magistério Facial: Francisco chora.

Magistério Facial: Francisco chora.

Durante mais de cinquenta anos, construíram uma religião de especialistas. Imaginaram um povo irreal e o ignoraram solenemente. Assistiram ao êxodo dos católicos para as seitas pentecostais como se fosse um fenômeno de cinema, enquanto eles se ocupavam de sindicatos e partidos socialistas, entregando-se à esquerda como noivas apaixonadas.

Intoxicados com seus próprios aplausos mútuos, foram construindo carreiras na base da autolegitimação adulatória. Multiplicaram-se por todos os lados como cânceres, conseguiram dominar politicamente o corpo e se impuseram desde cima, não sem terem derrubado antes a cabeça: Bento XVI renunciou, eles alcançaram o pontificado, mas tão somente isso.

A aceleração dos progressistas católicos nestes dias chegou ao vértice do delírio. Para eles, foi a maior conquista de todos os tempos: ganharam cidadania em Roma, reconhecimento até para suas palhaçadas mais cafonas, conseguiram entronizar deuses pagãos nos jardins do Vaticano, podem desfilar pelo sínodo sem batina… Uma glória, porém, inglória.

O povo que assiste este espetáculo patético apenas os consagra no máximo da apostasia consumada. Antes, eles podiam ignorar a resistência fiel. Agora, só lhes resta chorar e se esconder por trás da autoridade papal. “Quem criticar o papa está fora da Igreja!”, repetem estes que passaram décadas criticando os papas anteriores. Com uma diferença, porém: eles os criticavam contra a fé, o povo critica Francisco agora em defesa da fé!

De nada lhes serviu alcançar o pontificado. Eles têm o poder, mas perderam o povo. Isto é inegável!

Não, não se trata mais de reclamações de grupos tradicionalistas localizados. A queixa é total e generalizada. O desconforto é indisfarçável!

As pessoas normais não suportam mais este carnaval e não aceitam ficar caladas. Protestam, gritam, clamam, vão a Roma, se possível, mas não admitem o silêncio cúmplice com o desmantelamento do catolicismo.

Apesar do esforço hercúleo dos cleaners, que criaram uma nova modalidade de ensinamento, o Magistério Facial do Papa — eles avaliam aprovações e desaprovações com base nas caras e bocas de Francisco, já que o Bispo de Roma se nega a ser claro com as palavras, está escancarada a realidade de que a cúpula está ruindo.

Magistério Facial: Francisco sorri diante de Pacha Mamma.

Mas as bases estão fortes. Não é o povo contra o papa, é Francisco e sua corte contra a Igreja! É ele com seu séquito obstinado, cego, fanático, tentando enfiar goela abaixo, na base do autoritarismo, o mais puro paganismo, apodrecido no politicamente correto das esquerdas.

É ótimo que o povo fale e proteste. É ótimo que os padres vendidos fiquem ao lado desta corja e legitimem com fingida ingenuidade todas as atrocidades já cometidas nestes poucos dias de Sínodo.

A anestesia não está funcionando. Ninguém acredita mais! O povo está de olho, vendo a movimentação de cada um. Não haverá aceitação pacífica. Isso aqui não será um Vaticano III. A Igreja não é propriedade da hierarquia, mas de Nosso Senhor Jesus Cristo, do qual somos (inclua-se nisso Papa e bispos) miseráveis e inúteis servos.

6 outubro, 2019

Foto da semana.

Vaticano, 4 de outubro de 2019 – Papa Francisco consagrada Sínodo da Amazônia a São Francisco de Assis.

Segundo a ACI Digital, “o ritual não foi explicado pelos organizadores, porém se assemelhava ao ritual indígena da retribuição à terra, o que não foi confirmado nem desmentido pela Sala de Imprensa do Vaticano até o fechamento desta edição. O pagamento ou retribuição à terra é uma cerimônia indígena realizada em alguns países da América Latina, em que se agradece à “mãe terra” por seus frutos ou se faz a ela algum pedido. Durante o ritual, alguns participantes presentearam três objetos ao Santo Padre: um colar, uma imagem de uma mulher grávida descrita pelo canal de Vatican News em português como “Nossa Senhora da Amazônia”; e um anel negro que parece ser o conhecido anel de tucum”.

Sobre o anel de tucum, leia aqui.

30 setembro, 2019

Por que o Papa Francisco se sente tão desconfortável quando alguém se converte ao Catolicismo?

Por Phil Lawler, LifeSiteNews, 27 de setembro de 2019 | Tradução: FratresInUnum.com: Aqui está o que o Papa Francisco NÃO disse, ao falar com um grupo de jesuítas em Moçambique:

francisco 1Hoje, senti certa amargura ao concluir o encontro com os jovens. Uma senhora se aproximou de mim com um jovem e uma jovem. Indicou-me que faziam parte de um movimento um pouco esquerdista. Ela me disse, em espanhol perfeito: ‘Santidade, venho da África do Sul. Esse garoto era um executivo da indústria do petróleo e se converteu ao ambientalismo. Essa garota era uma bolsonarista conservadora e agora é contra a pena de morte. Mas, disse-me isso de maneira triunfante, como se tivesse feito uma caça, com o troféu. Senti-me incomodado e lhe disse: ‘Senhora, evangelização sim, proselitismo não’.

(As palavras destacadas foram alteradas e “abrasileiradas”, em relação à adaptação de LifeSitenews – o diálogo original segue abaixo).

Quando o Papa fala sobre questões políticas, eu duvido que ele faça qualquer objeção a quem imediatamente aceita a sua orientação. Por que, então, ele desconfia tanto de conversões religiosas, quando almas famintas se apressam para o banquete de Cristo?

* * *

Abaixo, o inacreditável, mas real, trecho do diálogo:

Hoje, senti certa amargura ao concluir o encontro com os jovens. Uma senhora se aproximou de mim com um jovem e uma jovem. Indicou-me que faziam parte de um movimento um pouco fundamentalista. Ela me disse, em espanhol perfeito: ‘Santidade, venho da África do Sul. Esse garoto era hindu e se converteu ao catolicismo. Essa garota era anglicana e se converteu ao catolicismo’. Mas, disse-me isso de maneira triunfante, como se tivesse feito uma caça, com o troféu. Senti-me incomodado e lhe disse: ‘Senhora, evangelização sim, proselitismo não’.

Tags:
29 setembro, 2019

Papa nomeia cardeal Raymundo D. Assis Comissário dos Arautos do Evangelho.

A decisão do Papa foi tomada após a investigação iniciada em 2017. O Comissário Pontifício que guiará a Associação fundada por Monsenhor Scognamiglio Clá Dias é o cardeal brasileiro Raymundo Damasceno Assis.

Cidade do Vaticano – Vatican News – Após a visita apostólica iniciada em 2017, a Associação internacional dos Arautos do Evangelho, juntamente com os dois ramos de vida consagrada masculina e feminina, serão guiados por um Comissário com a aprovação do Papa. A comunicação é da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, guiada pelo cardeal João Braz de Aviz.

Em 23 de junho de 2017 – lê-se na declaração divulgada pela Sala de Imprensa da Santa Sé neste sábado – a Congregação, em acordo com o Dicastério para os Leigos, Família e Vida, havia anunciado “uma visita apostólica à instituição conhecida como Arautos do Evangelho, da qual fazem parte a Associação internacional pública de fiéis de direito pontifício dos Arautos do Evangelho, a Sociedade de Vida Apostólica clerical Virgo Flos Carmeli e a Sociedade de Vida Apostólica feminina Regina Virginum”.

“Depois de ter estudado atentamente as conclusões dos visitadores e obtida a aprovação do Santo Padre, a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica nomeou um Comissário Pontifício” para a Associação internacional e as duas Sociedades de Vida Apostólica.

O Comissário é o cardeal Raymundo Damasceno Assis, arcebispo emérito de Aparecida, que será coadjuvado por Dom José Aparecido Gonçalves de Almeida, bispo auxiliar de Brasília e pela Irmã Marian Ambrosio I.D.P, superiora geral das Irmãs da Divina Providência, na qualidade de assistentes.

Os Arautos do Evangelho são uma Associação internacional de fiéis de direito pontifício, a primeira a ser ereta pela Santa Sé no novo milênio, em 22 de fevereiro de 2001. Eles estão presentes em diversos países do mundo e são reconhecidos pelo hábito marrom e branco, com uma grande cruz no peito, semelhante à de cavaleiros medievais. As duas Sociedades de Vida Apostólica dela derivadas obtiveram o reconhecimento pontifício em 2009.

Seu fundador é o monsenhor João Scognamiglio Clá Dias, ex-membro da associação católica tradicionalista brasileira TFP (tradição, família e propriedade), que mais tarde se desmembrou, e de um de seus ramos que se tornou completamente autônomo nasceram os Arautos do Evangelho.

As motivações para a visita apostólica e agora a decisão de nomear um Comissário para os Arautos estão ligadas ao estilo de governo, à vida dos membros do Conselho, à pastoral vocacional, à formação de novas vocações, à administração, à gestão das obras e à recuperação de recursos.

Também neste caso, como em casos semelhantes, a decisão da Santa Sé não deve ser considerada como uma punição, mas como uma iniciativa destinada ao bem das instituições comissionadas para procurar resolver os problemas existentes.

Tags:
24 setembro, 2019

Cardeal Burke e Dom Athanasius: Um esclarecimento sobre o significado da fidelidade ao Sumo Pontífice.

Agradecemos aos reverendíssimos Cardeal Burke e Dom Athanasius a honra da publicação em FratresInUnum.com, com exclusividade em língua portuguesa.

Por Cardeal Raymond Leo Burke e Dom Athanasius Schneider

FratresInUnum.com, 24 de setembro de 2019 – Nenhuma pessoa honesta pode mais negar a confusão doutrinária quase geral que reina hoje em dia na vida da Igreja em nossos dias. Isto deve-se, em particular, às ambiguidades acerca da indissolubilidade do matrimónio, que tem vindo a ser  relativizada pela prática da admissão à Santa Comunhão de pessoas que coabitam em uniões irregulares, deve-se à crescente aprovação de atos homossexuais, intrinsecamente contrários à natureza e à vontade revelada de Deus, deve-se a erros a respeito do caráter único de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Sua obra redentora, que vem sendo relativizado através de afirmações errôneas sobre a diversidade das religiões, e, em especial,  deve-se ao reconhecimento de diversas formas de paganismo e das respetivas práticas rituais em virtude do Instrumentum Laboris para a próxima Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Pan-Amazônica.

Cardinal Raymond Burke and Bishop Athanasius Schneider.

read more »