Após a manutenção provisória de todos os cargos da cúria romana, o Papa Francisco começa a definir a sua equipe. Hoje, conforme anunciado pelo Boletim da Sala de Imprensa, o Cardeal Agostino Vallini foi confirmado como Vigário da Diocese de Roma.
Dois meses com um papa “do fim do mundo”.
IHU – A dois meses da eleição de Francisco, que primeira avaliação pode se fazer? Que papa Jorge Mario Bergoglio foi nessas primeiras semanas?
A reportagem é de Andrea Tornielli, publicada no sítio Vatican Insider, 12-05-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Simpatia e confissões
Em primeiro lugar, é inegável a onda de simpatia para com o novo papa: as presenças nos Ângelus e nas audiências continuam muito altas, com um boom de pedidos à Prefeitura da Casa Pontifícia. Bergoglio parece querer focar muito nesse contato com a multidão, já que dedica a maior parte do tempo justamente passando entre os fiéis amontoados na Praça de São Pedro, a partir dos mais distantes, parando muitas vezes e descendo do papamóvel para saudar.
Medjugorje: Um relatório positivo foi entregue a Roma.
Por Jakob Marschner - Tradução: Fratres in Unum.com – Uma fonte bem informada confirma uma nota curta do portal de notícias de Medjugorje: A Comissão de peritos do Vaticano que examinaram os eventos de Medjugorje por três anos entregou um relatório positivo. Mas ainda pode demorar até que o papa Francisco tome uma decisão sobre o caso, segundo nos disseram.
Medjugorje recebe uma análise positiva no relatório da Comissão internacional de peritos do Vaticano constituída pelo Papa Bento XVI em março de 2010. A Comissão entregou o seu relatório à Congregação Pontifícia para a Doutrina da Fé (CDF), confirmou hoje uma fonte bem informada do Medjugorje Today.
“Entretanto, o momento para a tomada de decisão por parte do Papa Francisco pode demorar”, diz essa fonte.
Notícias de um relatório positivo da Comissão foram relatadas pela primeira vez em 24 de abril na página do Facebook do portal de notícias locais Brotnjo Info. Sem citar fontes e sem dar detalhes adicionais, a nota disse basicamente que o relatório tinha sido entregue. Medjugorje Today soube que isso deve ter ocorrido no final de março.
Cardeal Braz de Aviz disse o que disseram que disse. Oficial da Congregação para a Doutrina da Fé: “Isso não se faz”.
Do National Catholic Reporter:
Um cardeal negou alegações do Vaticano de que suas observações feitas ao NCR sobre uma controversa crítica de 2012 às irmãs católicas dos EUA foram mal interpretadas, afirmando considerar a matéria do NCR ”muito precisa”.
Braz de Aviz, falando ao NCR na quarta-feira, no Vaticano, após a audiência papal com as líderes das irmãs católicas de todo o mundo, disse que a matéria do NCR sobre a sua conferência forneceu uma tradução imprecisa da palavra “autoridade” no momento das perguntas e respostas.
No entanto, “tratou-se somente de um pequeno, minúsculo ponto da entrevista”, disse.
NCR reportou o cardeal dizendo no domingo: “Estamos em um momento” onde as idéias de “obediência e autoridade devem ser renovadas, revistas”.
“Autoridade que controla, mata. Obediência que se torna uma cópia do que a outra pessoa diz infantiliza”, escreveu NCR como sendo suas palavras.
Braz de Aviz disse na quarta-feira: “A questão da obediência, esta parte estava ok. Mas a questão da autoridade, a tradução não estava precisa. Eu estava tentando enfatizar que a autoridade não pode ser uma dominação”.
Da matéria de Catholic News Agency (CNA):
Um oficial da Congregação para a Doutrina da Fé disse à CNA, em 7 de maio, sob a condição de anonimato, que a Congregação está “perplexa” com a afirmação do Cardeal João Braz de Aviz de que não se discutiu com ele a decisão de exigir que um grupo americano de superioras religiosas passe por reformas.
“Estamos perplexos porque a matéria é de exclusiva responsabilidade da congregação [para a Doutrina da Fé] e nós não estamos invadindo o terreno de ninguém”, afirmou a fonte no início da tarde de terça-feira.
A decisão foi resultado de uma avaliação de quatro anos que chegou à conclusão de que a Conferência de Superioras Religiosas promovia “temas feministas radicais incompatíveis com a fé católica” e divergia do ensinamento da Igreja em pontos que incluíam o sacerdócio sacramental masculino e a homossexualidade.
[...]
Comentando sobre as afirmações [do Cardeal Braz de Aviz] sobre a congregação doutrinal, a fonte interna declarou: “Isso não se faz. Eu não sei como os seus comentários beneficiam a ele ou a Igreja, e ele faz parecer que se está cometendo uma injustiça”.
“Foi um processo muito lento e objetivo e nossos membros são teólogos e filósofos extremamente profissionais, que consultam o Papa semanalmente”, explicou.
Mas de acordo com a fonte, “há muito orgulho e alguém sempre quer acreditar que está certo”.
“As pessoas estão muito mal informadas teológica, filosófica e academicamente” sobre as posições defendidas pela LCWR, acrescentou.
O oficial da doutrina acredita que “a parte mais importante já aconteceu, isto é, que os católicos foram informados de que essas mulheres estão erradas”.
Ele explicou que a LCWR segue a “ideologia de gênero” e “desenvolveu um feminismo ultra exacerbado que as faz rejeitar todo tipo de autoridade masculina”.
“Elas foram mandadas embora de várias paróquias porque ensinam coisas que provocam grande desconforto nas comunidades”, disse.
[...]
Após tentar obter comentários da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, CNA foi encaminhada ao Cardeal Braz de Aviz, que não estava disponível.
Comunicado da Sala de Imprensa após queixas do Cardeal Braz de Aviz.
Por Vatican Information Service | Tradução: Fratres in Unum.com – A Congregação para a Doutrina da Fé e a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica têm, por algum tempo, colaborado para uma renovada visão teológica da Vida Religiosa na Igreja. A preocupação da Santa Sé, expressa parcialmente na Avaliação Doutrinal da Leadership Conference of Women Religious nos Estados Unidos, é motivada por um desejo de apoiar a nobre e bela vocação dos religiosos, de modo que o eloquente testemunho da Vida Religiosa possa prosperar na Igreja em prol das futuras gerações.

Dom Gerhard Müller (esquerda) e Dom João Braz de Aviz (direita).
As iniciativas da Santa Sé nesta área dizem respeito principalmente à fé da Igreja e sua expressão na Vida Religiosa. A fé da Igreja — no desígnio amoroso do Pai que enviou o Seu Filho para ser nosso Salvador, na inspiração da Sagrada Escritura, no dom da graça através dos Sacramentos, na natureza da Igreja guiada pelo Espírito Santo — esta fé está no coração dos Conselhos Evangélicos. Ela motiva a paixão pela justiça partilhada por tantas religiosas e religiosos, e ela procura sempre ser exprimida na caridade ativa para com aqueles mais necessitados.
Recentes comentários na mídia sobre observações feitas no domingo, 5 de maio, durante a Assembléia Geral da União Internacional dos Superiores Gerais, pelo Cardeal João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, sugeriram uma divergência entre a CDF e a Congregação para os Religiosos em seu enfoque sobre a renovação da Vida Religiosa. Tal interpretação das palavras do Cardeal não se justifica. Os Prefeitos de ambas as Congregações trabalham proximamente segundo as suas responsabilidades específicas e têm colaborado ao longo do processo de Avaliação Doutrinal da LCWR. Dom Gerhard Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, e o Cardeal Braz de Aviz se encontraram ontem e reafirmaram o seu comprometimento comum na renovação da Vida Religiosa, e particularmente na Avaliação Doutrinal da LCWR e no necessário programa de seu reforma, de acordo com os desejos do Santo Padre.
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Nota do Fratres: Afirmar-se “consternado” e “com muita dor” pela atuação da CDF — cujos métodos “nós temos que mudar”, já que os responsáveis pelos dicastérios devem “confiar no juízo uns dos outros” — definitivamente não é nenhuma manifestação de harmonia e cooperação. Dizer que “não se justifica” a interpretação feita por qualquer ser pensante só mostra como o Cardeal Braz de Aviz é capaz de colocar, pela enésima vez, a Santa Sé em maus lençóis, a ponto de fazê-la emanar um comunicado que busca negar o óbvio. A nota acima é, evidentemente, fruto da diplomacia curial. Razoável seria, de fato, uma retratação do Cardeal Aviz, o que, sabemos todos nós, seria uma humilhação não prevista no manual de boas maneiras que vigora em Roma. Esse episódio só evidencia, mais uma vez, a completa inaptidão do purpurado brasileiro.
Consternado: Papa Aviz I está tristinho porque foi ignorado pela Congregação para a Doutrina da Fé.
De nossa parte, só podemos desejar que Sua Eminência Reverendíssima passe a confiar mais em seus confrades da Cúria Romana, uma vez que o próprio Papa Francisco confirmou aquilo que Aviz lamenta.
Cardeal do Vaticano questiona decisão de reformar LCWR
Por Catholic Culture | Tradução: Fratres in Unum.com – O prefeito da Congregação para os Religiosos lamentou que o seu dicastério não tenha sido notificado sobre o projeto do Vaticano de exigir reformas na American Leadership Conference of Women Religious (LCWR) [Conferência Americana de Lideranças de Religiosas].
Em abril passado, a Santa Sé nomeou o Arcebispo James Sartain, de Seattle, como delegado do Vaticano para supervisionar a reforma da LCWR, julgando que “a atual situação doutrinal e pastoral da LCWR é grave e matéria de séria preocupação”. A medida do Vaticano veio após uma visitação apostólica da LCWR, que foi conduzida pela Congregação para a Doutrina da Fé. (CDF).
Falando em 5 de maio para um grupo de superiores religiosos, o Cardeal João Braz de Aviz, prefeito da Congregação para os Religiosos, afirmou que estava consternado em saber que a CDF havia dado início a um projeto de reforma do grupo americano sem consultar o seu dicastério. Ele declarou que a decisão lhe causou “muita dor”.
“Nós temos que mudar essa maneira de fazer as coisas”, disse o prelado brasileiro, afirmando que os cardeais que trabalham na Cúria Romana devem aprender a confiar no juízo uns dos outros e coordenar os seus projetos.
A franca expressão de insatisfação do cardeal para com outro departamento da Cúria Romana foi uma rara ruptura da costumeira demonstração pública de unidade entre os representantes do Vaticano. O seu chamado por mudanças na atuação da Cúria Romana, entretanto, ecoa declarações feitas por muitos prelados antes do conclave que elegeu o Papa Francisco.
O próprio dicastério do cardeal brasileiro, a Congregação para os Religiosos, realizou a sua própria visitação apostólica separada das ordens religiosas femininas nos EUA. Embora os resultados da investigação ainda não tenham sido finalizados, a congregação sinalizou que não pedirá por quaisquer maiores reformas.
O lamento do Cardeal Braz de Aviz quanto à atuação da CDF vem poucas semanas após esta congregação confirmar que o Papa Francisco deu a sua aprovação à avaliação crítica da LCWR que levou à intervenção da CDF.
A reforma do Papa Francisco.
Entrevista com o Substituto da Secretaria de Estado, S. Ex.ª Rev.ma Dom Angelo Becciu, publicada em L’Osservatore Romano de quarta-feira, 1° de maio de 2013*.

Dom Angelo Becciu.
Fratres in Unum.com - No dia 13 de abril, foi publicada a notícia de que o Papa Francisco constituiu um grupo de oito cardeais para aconselhá-lo no governo da Igreja universal e para estudar um projeto de revisão da Constituição Apostólica Pastor bonus sobre a Cúria romana. A decisão despertou muito interesse, dando lugar a não poucas especulações. Sobre isso falou o Arcebispo Dom Angelo Becciu, substituto da Secretaria de Estado, numa entrevista ao nosso jornal.
Sobre a reforma da Cúria, foram ouvidas muitas vozes: equilíbrio de poderes, moderadores, coordenadores, “superministérios da economia”, revoluções…
De fato, é um pouco estranho: o Papa ainda não encontrou o grupo dos conselheiros que escolheu e já chovem os conselhos. Depois de ter falado com o Santo Padre, posso dizer que, no momento presente, é absolutamente prematuro adiantar qualquer hipótese acerca do futuro arranjo da Cúria. O Papa Francisco está escutando a todos, mas, em primeiro lugar, vai querer escutar os que ele escolheu como conselheiros. Sucessivamente, será esboçado um projeto de reforma da Pastor bonus, reforma essa que, obviamente, deverá percorrer um itinerário próprio.
Marini defende uniões homossexuais e declara: “Igreja vive esperança após anos de medo. Com Francisco fala-se somente de coisas positivas”.
Dom Piero Marini se une a outros expoentes da hierarquia católica, inclusive cardeais, que desde a renúncia de Bento XVI têm se manifestado favoravelmente ao reconhecimento jurídico de uniões homossexuais. O discípulo de Annibale Bugnini e mestre de cerimônias de João Paulo II ressurge após a eleição de Francisco.
Por La Nación | Tradução: Fratres in Unum.com – Esta semana, a Igreja Católica da Costa Rica celebra o IV Congresso Eucarístico, cujo objetivo é fortalecer, com fé e reflexão, a missão dos sacerdotes de levar a mensagem aos fiéis. A atividade terminará amanhã, às 10h, com uma missa no Estádio Fello Meza, de Cartago, que será presidida pelo delegado do Vaticano para Congressos Eucarísticos.

Dom Piero Marini no Congresso Eucarístico de Brasília – Maio de 2010.
Sua casa é o Vaticano e suas palavras narram a vida de um homem que caminhou pelos corredores da Capela Sistina, em Roma, ao lado dos papas João Paulo II, Bento XVI e do recém-eleito, Francisco.
Monsenhor Piero Marini tem 70 anos. Ele está visitando a Costa Rica por ocasião do IV Congresso Eucarístico e afirma que o novo Papa trouxe mudanças de esperança para a Igreja católica.
O arcebispo Marini é a favor do Estado laico, aprova a união civil entre homossexuais e rechaça que o Twitter seja uma boa opção de comunicação entre o Papa e os fiéis.
Para o senhor, o que significa a mudança de Papa?
Respira-se um ar fresco, é uma janela aberta à primavera e à esperança. Até agora havíamos respirado águas de pântano, que cheiram mal. Estávamos em uma Igreja com medo de tudo e problemática com a situação dos VatiLeaks (vazamento de documentos da cidade do Vaticano) e a pedofilia. Com Francisco fala-se somente de coisas positivas; ele coloca o lado positivo adiante e fala em manter a esperança.
O senhor poderia descrever o ambiente que se vive atualmente no Vaticano?
Nesses primeiros dias de pontificado respira-se um ar diferente de liberdade, uma Igreja mais próxima dos pobres e menos problemática. Ele (Francisco) não gosta de viver entre as grandes pinturas e o ouro.
Com esses gestos humildes, faz-se um chamado aos votos de pobreza dos sacerdotes?
O chamado é que nos perguntemos: quem são os pobres de hoje? São os que não sabem se amanhã poderão comer. Nós sacerdotes devemos dar um exemplo de vida moderada, simples.
Isso significa que o sacerdote saia mais do templo e compartilhe com os mais necessitados?
Sem dúvida alguma. Por isso, o novo Papa fez um chamado para que tenhamos o cheiro das ovelhas, ou seja, viver a vida e a fé com a comunidade.
Em seus 18 anos como mestre de cerimônias litúrgicas de João Paulo II, o que o senhor aprendeu ao lado de um homem tão admirado?
Aprendi com a sua simplicidade. Ele era uma pessoa muito simples, espontânea, com grandes ideias de compartilhar com as pessoas, de ficar conversando com os fiéis depois da missa. Ele havia trabalhado em uma mina e, portanto, conhecia a realidade e as necessidades das pessoas.
Existe alguma conversa, frase ou recordação que o senhor guarde com especial carinho de João Paulo II?
Recordo-me que estávamos em umas jornadas da Juventude, nas Filipinas, quando João Paulo II, celebrou meu primeiro aniversário aos 52 anos. Nunca antes havia soprado as velas de um bolo, e ele reuniu várias pessoas para que me saudassem. Era muito amável, de bom humor e espontâneo.
Como fazer para que os jovens se integrem mais à Igreja?
É um dos problemas mais importantes e um desafio para a Igreja católica. Temos uma ruptura no passo de testemunho da fé de uma geração a outra. É preciso recuperar essa mensagem e é necessário que haja comunicação em família; que os filhos obedeçam aos pais.
O Papa Bento XVI utilizou o Twitter como meio de comunicação; o senhor acredita que foi eficaz?
Da minha parte, eu não utilizaria o Twitter, porém, aconselharam-no ao Papa. A Igreja não tem que ser uma antiquada, porém, é necessário ter um pouco de cuidado.
Na Costa Rica abriu-se a discussão sobre o Estado laico, que opinião este tipo de decisão merece?
Isso já é uma realidade na Europa. Está bem o Estado ser laico, o problema é se ele se converte em Estado laicista, ou seja, se ele estiver contra a Igreja católica. Ambos não devem se ver como inimigos entre si. Nessas discussões, é necessário, por exemplo, reconhecer a união de pessoas do mesmo sexo, porque há muitos casais que sofrem porque seus direitos civis não são reconhecidos; o que não se pode reconhecer é que esse casal constitua um casamento.
Resposta de Roma a recurso de Mosteiro Carmelita de Atibaia: “Comunicado” de bispo de Bragança Paulista é considerado inválido.

O que, à primeira vista, parece algo desfavorável ao Mosteiro Carmelita é, na realidade, exatamente o oposto. O recurso de Frei Tiago não foi aceito simplesmente porque o documento que o “sentenciou” ao exílio, que não é um decreto, não foi considerado sequer um “ato administrativo singular” válido contra o qual se possa recorrer ["Cân. 1732 — O que acerca dos decretos se determina nos cânones desta secção, deve aplicar-se também a todos os actos administrativos singulares, dados no foro externo extrajudicial, com excepção dos emanados do próprio Romano Pontífice ou do próprio Concílio Ecuménico"].
O mérito da questão não foi julgado, no entanto, o episódio evidencia a incapacidade de nossos bispos de se aterem às próprias formalidades previstas em lei a fim de que seus atos tenham validade canônica.
Entrevista com Dom Claudio Hummes: o que esperar do Papa Francisco?
Infelizmente não temos condições de destacar os pontos mais relevantes da entrevista, o que deixamos a cargo de nossos leitores na caixa de comentários.







Um cardeal negou alegações do Vaticano de que suas observações feitas ao NCR sobre uma controversa crítica de 2012 às irmãs católicas dos EUA foram mal interpretadas, afirmando considerar a matéria do NCR ”muito precisa”.
"... muitos dos que se dizem católicos ajudam os «revolucionários» . São esses, sempre «moderados», que estimam a «tranquilidade pública» como o bem supremo. Esses católicos tolerantes, condescendentes, brandos, doces, amáveis ao extremo com os maçons e furiosos inimigos de Jesus Cristo, guardam todo seu mal humor para os que gritam «Viva a Religião!» e a defendem sofrendo contínuas penalidades e expondo suas vidas. Para eles, esses últimos são «exagerados e imprudentes, que tudo comprometem com prejuízo dos interesses da Igreja» ".
Que tenho eu, Senhor Jesus, que não me tenhais dado?… Que sei eu que Vós não me tenhais ensinado?… Que valho eu se não estou ao vosso lado? Que mereço eu, se a Vós não estou unido?… Perdoai-me os erros que contra Vós tenho cometido. Pois me criastes sem que o merecesse… E me redimistes sem que Vo-lo pedisse… Muito fizestes ao me criar, muito em me redimir, e não sereis menos generoso em perdoar-me. Pois o muito sangue que derramastes e a acerba morte que padecestes não foram pelos anjos que Vos louvam, senão por mim e demais pecadores que Vos ofendem… Se Vos tenho negado, deixai-me reconhecer-Vos; Se Vos tenho injuriado, deixai-me louvar-Vos; Se Vos tenho ofendido, deixai-me servir-Vos. Porque é mais morte que vida, a que não empregada em vosso santo serviço… - Padre Mateo Crawley-Boevey