13 outubro, 2019

Foto da semana.

Vaticano canonizacao

Praça de São Pedro, Vaticano, 13 de outubro de 2019: A brasileira Ir. Dulce é canonizada, juntamente com o Cardeal John Henry Newman, Josefina Vannini, Maria Teresa Chiramel Mankidiyan e Margarida Bays.

12 outubro, 2019

URGENTE! ESCÂNDALO! No altar de Aparecida, Dom Orlando Brandes ataca tradicionalistas e direita.

Por FratresInUnum.com, 12 de outubro de 2019 – Em sua homilia na missa solene em honra da Padroeira do Brasil, o arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, não economizou palavras para atacar os tradicionalistas e a direita, comparando-os com o dragão, que, na segunda leitura da missa de hoje, é apresentado como “a primitiva serpente, o diabo ou satanás”.

Eis as palavras textuais do arcebispo:

“Temos o dragão do tradicionalismo. A direita é violenta, é injusta, estão fuzilando o Papa, o Sínodo, o Concílio Vaticano Segundo. Parece que não queremos vida, o Concílio Vaticano segundo, o evangelho, porque ninguém de nós duvida que está é a grande razão do sínodo, do concílio, deste santuário”.

Dom Orlando não consegue dissimular o ódio aos católicos tradicionais e, ao mesmo tempo, rasga as vestes do isentismo, endossadas em massa pelos bispos do Brasil. E é ótimo que seja assim!

Viva Nossa Senhora Aparecida, que fez, mais uma vez, a máscara deste esquerdista cair por terra em rede nacional!

Viva Nossa Senhora Aparecida, pois ele teve de mostrar que eles estão se sentindo fuzilados pelos leigos do país, que não estão engolindo a sua indignação contra este Sínodo herético e cismático.

Eles estão desesperados! Antigamente, apenas desprezavam o povo fiel. Agora, não conseguem mais, e esbravejam como demônios furiosos, porque perderam a hegemonia e estão desmoralizados diante da opinião pública. Ninguém mais acredita neles!

Que caíam mais as máscaras e que eles mostrem o ódio que têm dos fiéis.

12 outubro, 2019

Consagração a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil.

Ó Maria Imaculada, Senhora da Conceição Aparecida, aqui tendes, prostrado diante de vossa milagrosa imagem, o Brasil, que vem de novo consagrar-se à vossa maternal proteção. Escolhemo-vos por especial Padroeira e Advogada da nossa Pátria; queremos que ela seja inteiramente vossa: vossa é a sua natureza sem par; vossas são as suas riquezas; vossos, são os campos e as montanhas, os vales e os rios; vossa é a sociedade; vossos são os lares e seus habitantes, com seus corações e tudo o que eles têm e possuem; vosso é, enfim, todo o Brasil.

Sim, ó Senhora Aparecida, o Brasil é vosso!

Por vossa intercessão temos recebido todos os bens das mãos de Deus, e todos os bens esperamos receber, ainda e sempre, por vossa intercessão.

Abençoai, pois, o Brasil que Vos ama; abençoai o Brasil que Vos agradece; abençoai, defendei, salvai o vosso Brasil!

Protegei a Santa Igreja; preservai a nossa Fé, defendei o Santo Padre; assisti os nossos Bispos; santificai o nosso Clero; socorrei as nossas famílias; amparai o nosso povo; esclarecei o nosso governo; guiai a nossa gente no caminho do Céu e da felicidade! Ó Senhora da Conceição Aparecida, lembrai-Vos de que nós somos e queremos ser vossos vassalos e súditos fiéis. Mas lembrai-vos também de que nós somos e queremos ser vossos filhos. Mostrai, pois, ante o Céu e a Terra, que sois a padroeira poderosa do Brasil e a Mãe querida de todo o povo brasileiro!

Sim, ó Rainha do Brasil, ó Mãe de todos os brasileiros, venha sempre mais a nós o vosso reino de amor e, por vossa mediação, venha a nossa Pátria o reino de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor Nosso. Amém.

A NOSSA SENHORA APARECIDA

Ó Senhora Aparecida, Mãe querida, tenho tanta confiança em Vós, que espero a vossa proteção e vosso amparo em todos os passos de minha vida e na hora da morte. Amém.

Fonte: Khristianós

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11 outubro, 2019

Sínodo da Amazônia: ameaça à soberania do Brasil e retorno ao primitivismo.

Príncipe Imperial do Brasil denuncia a histeria sobre a Amazônia como ‘a maior conspiração da imprensa já feita contra nosso país’. 

Por Church Militant, 9 de outubro de 2019 | Tradução: FratresInUnum.com – Membros da família real brasileira, autoridades políticas e líderes tribais condenaram o “politicamente tendenciosos” Sínodo da Amazônia, como “desproporcional em relação à realidade e aos fatos objetivos” e uma “doutrinação” impulsionando os indígenas a “permanecer em seu estado primitivo”.

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Sua Alteza Imperial Dom Bertrand de Orleans e Bragança

“Esta é a maior conspiração da imprensa já feita contra nosso país, é uma máquina de mentiras”, Sua Alteza Imperial, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança afirmou em um vídeo publicado em seu canal oficial. “A Amazônia brasileira não está sob ameaça”.

“O Sínodo não é proporcional à realidade ou aos fatos objetivos”, o princípe católico tradicionalista afirmou em um contra-sínodo realizado em Roma, no sábado.

O descendente do imperador Dom Pedro II desmascarou o mito inventado pelos padres sinodais de que os “índios da floresta devem ser protegidos, porque eles são puros, de modo que não sejam contaminados pelo capitalismo, egoísmo e desejo de lucro”.

“Isso é o contrário do que os verdadeiros índios desejam”, Sua Alteza disse na conferência intitulada “Amazônia: os interesses”, promovida pelo Instituto Plinio Correa de Oliveira, parte [proveniente] do movimento brasileiro Tradição, Família e Propriedade.

“Somos contrários ao comunismo e queremos evitá-lo em nossa pátria. Eu respeito este Papa, rezo por ele, mas a missão da Igreja é salvar almas” e não politizar o debate sobre o clima e a Amazônia, afirmou Dom Bertrand, que escreveu o popular livro em português Psicose Ambientalista, expondo o alarmismo climático.

“A maior parte dos índios brasileiros já são integrados”, afirmou. “Os [progressistas] querem mantê-los na escravidão. A teologia da libertação traz muitos males para o Brasil”.

Padre Jônatas Bragatto, chanceler do Círculo Monárquico brasileiro no Reino Unido, declarou à Church Militant que o Sínodo da Amazônia é uma ameçada globalista de esquerda à soberania do Brasil e que o Príncipe Bertrand, os generais das forças armadas e as autoridades do governo têm levantado essas preocupações há meses, sendo apenas ignorados pela mídia.

“Há grande preocupação em relação à soberania nacional quando a Igreja está sendo usada como instrumento de partidos corruptos de esquerda para impor sua agenda totalitária no Sínodo”, observou Bragatto.

“Eu apoio totalmente o trabalho da família imperial e o que eles têm feito pela fé Católica e pela soberania do Brasil”, acrescentou o missionário do Reino Unido.

Enquanto isso, falando no contra-sínodo, Jonas Marcolino Macuxí, chefe da tribo Macuxi, observou que uma “ditadura” dos missionários ensinando a teologia da libertação buscou impedir o desenvolvimento na região, deixando, assim, o povo indígena na pobreza e miséria.

Criticando a narrativa do “primitivismo”, Marcolino descreveu como o canibalismo e o infanticídio eram ambos parte da cultura tribal religiosa que o Sínodo da Amazônia está exaltando como virtuosa.

“O canibalismo acabou, mas não a matança de bebês”, afirmou.

“De acordo com as religiões tradicionais, quando uma criança nasce com um defeito, é enterrada viva, e isso continua a acontecer”, ele explicou. “Essas coisas estavam acabando; mas, agora, com a idéia de que se deve voltar ao primitivismo, elas continuam”.

“Os teólogos da libertação estão promovendo a ideia de que os índios que ainda vivem de maneira primitiva são muito felizes, vivendo em um paraíso, etc”, continuou. “Eles querem promover essa idéia a todo mundo. Mas isso não é verdade. É falso. Não estamos vivendo em um paraíso. É uma vida muito difícil; as pessoas têm insetos em toda parte, morcegos em casa”.

Ele continuou lamentando a situação econômica: “Deveriam nos permitir desenvolver nossa economia, porque a região é muito rica. Todos os recursos naturais estão lá. Mas, nas reservas indígenas, não podemos tocá-las, e isso em detrimento do povo que vive lá”.

Antes, o General Eduardo Villas Boas, ex-comandante do exército brasileiro, afirmou que o Sínodo da Amazônia é “politicamente tendencioso” e “pautado por uma série de dados distorcidos que não correspondem à realidade do que ocorre na Amazônia”.

Villas Boas, atualmente conselheiro do Gabite de Segurança Institucional da presidência na gestão conservadora de Jairo Bolsonaro, expressou preocupação com o que pode sair no relatório final do Sínodo da Amazônia: “Agora, sejamos claros: não admitiremos interferência em assuntos internos de nosso país”.

“Mas estamos preocupados com as resoluções do Sínodo, que poderiam levar à interferência (com assuntos da soberania nacional)”, afirmou.

A autoridade das forças armadas dispensou a romantização dos povos tribais.

“A idéia de que colocar uma redoma sobre as comunidades indígenas promoverá a preservação de suas culturas não é verdadeira, pois os índios sentem que lhes é negada a possibilidade de evoluir”, declarou. “Eu nunca fui a uma aldeia sem receber dos índios uma lista de pedidos por eletricidade, internet, saúde, escola e atividades econômicas para apoiá-los”.

10 outubro, 2019

Tradicionalismo, sim… Mas só para os indígenas.

Por FratresInUnum.com, 10 de outubro de 2019 – O desprezo ao catolicismo tal como o conhecemos transparece a cada dia com mais força e violência nas palavras e nos gestos do Papa Francisco. Despido de pudores, ele avança contra qualquer sinal de legítima devoção católica, enquanto usa a mesma autoridade em favor de todas as tradições indígenas e pagãs.

Papa Francisco e sua preferência por modelos alternativos de Saturno

Papa Francisco e sua preferência por modelos alternativos de Saturno.

Em seu discurso na abertura dos trabalhos sinodais, Dom Claudio Hummes — que alguns querem demonizar isoladamente, como se não estivesse ali nomeado por Francisco —   disse que “desde o início de seu ministério papal, Francisco sublinha a necessidade de a Igreja caminhar. Ela não pode ficar sentada em casa, cuidando de si mesma, cercada de muros de proteção. Muito menos ainda, olhando para trás com certa nostalgia de tempos passados. Ela precisa abrir as portas, derrubar muros que a cercam e construir pontes, sair e pôr-se a caminho na história, nos tempos atuais de mudança de época, caminhando sempre próxima de todos, principalmente de quem vive nas periferias da humanidade. (…) Esse caminhar a torna fiel à verdadeira tradição. Uma coisa é o tradicionalismo que fica preso no passado, outra é a verdadeira tradição que é a história viva da Igreja, em que cada geração, acolhendo o que lhe é entregue pelas gerações anteriores como compreensão e vivência da fé em Jesus Cristo, enriquece esta tradição com sua própria vivência e compreensão desta mesma fé em Jesus Cristo no tempo atual”.

Mas, ao mesmo tempo em que, com um chutinho, joga toda a tradição católica no lixo do esquecimento e da banalidade, o mesmo Dom Claudio assegura que:

“De fato, a humanidade tem uma grande dívida para com os povos indígenas nos diferentes continentes da terra e também na Amazônia. É preciso que aos povos indígenas seja devolvido e garantido o direito de serem sujeitos de sua história, protagonistas e não objetos do espírito e prática de colonialismo de quem quer que seja. Suas culturas, línguas, história, identidade, espiritualidade constituem riquezas da humanidade e devem ser respeitadas, preservadas e incluídas na cultura mundial”.

Cegados por sua ideologia, os promotores do Sínodo não percebem a gritante contradição: aos católicos, que superem o que consideram quinquilharias do passado. Mas, aos índios, — alto lá! — se alguém deseja qualquer tipo de progresso. Até o infanticídio das tribos mereceu uma resposta dura pelo Cardeal Pedro Barreto, que parece ter se sentido ofendido com uma pergunta feita a esse respeito por um jornalista.

É absolutamente nítido que não trata mais de uma guerra entre conservadores e progressistas, mas entre católicos e anti-católicos, que agora assumiram as instâncias de poder na Igreja.

Incomodado por alguma risada indiscreta acerca da indumentária dos índios presentes na sala sinodal, Francisco reagiu: “Me entristeceu ouvir, aqui mesmo, um comentário sarcástico sobre um homem devoto que carregava oferendas com plumas na cabeça. Me digam: qual é a diferença entre ter plumas na cabeça e o chapéu de três pontas (barrete) utilizado por certos oficiais em nossos dicastérios?”

A diferença é simples: o barrete simboliza as três virtudes teologais que devem iluminar o pensamento dos sacerdotes, enquanto a arte plumária indígena é apenas um ornamento ritual e hierárquico, sem referência senão à religião natural e pagã.

Antes, em sua viagem a Moçambique, o Papa Francisco afirmara: “O clericalismo tem como consequência direta a rigidez. Nunca viram jovens sacerdotes totalmente rígidos de batina preta e capelo com a forma do planeta Saturno na cabeça? Aí estão eles. Por trás de todo rígido clericalismo há sérios problemas”.

Ousaríamos perguntar se há sérios problemas, além dos relativos à lógica e ao duplo padrão, também por trás de todo rígido ecologismo…

O tradicionalismo vale quando é para se adorar a Pachammama ou entronizar ídolos com o órgão viril ereto e desproporcional como símbolos de adoração, o tradicionalismo é lícito quando se deve adotar a nudez e a brutalidade de costumes, o tradicionalismo é aceito quando usado como arma para destruir uma outra tradição, a Católica.

Não existem sacerdotisas mulheres nas tribos indígenas. A cultura indígena é patriarcal. Mas isso não importa para os ideólogos. Eles querem diluir a Igreja e usar a “tradição” indígena apenas como elemento solvente. Os índios e o discurso ecológico não são mais que meros pretextos.

9 outubro, 2019

Entrincheirados no Vaticano.

Por FratresInUnum.com, 9 de outubro de 2019 — Começou a circular pela internet uma foto de Francisco supostamente chorando, secando lágrimas com um lenço. Que miséria a dos progressistas! Precisam apelar para o vitimismo mais descarado. Não lhes resta mais nada que o lamento. As máscaras caíram. E foram eles que derrubaram.

Magistério Facial: Francisco chora.

Magistério Facial: Francisco chora.

Durante mais de cinquenta anos, construíram uma religião de especialistas. Imaginaram um povo irreal e o ignoraram solenemente. Assistiram ao êxodo dos católicos para as seitas pentecostais como se fosse um fenômeno de cinema, enquanto eles se ocupavam de sindicatos e partidos socialistas, entregando-se à esquerda como noivas apaixonadas.

Intoxicados com seus próprios aplausos mútuos, foram construindo carreiras na base da autolegitimação adulatória. Multiplicaram-se por todos os lados como cânceres, conseguiram dominar politicamente o corpo e se impuseram desde cima, não sem terem derrubado antes a cabeça: Bento XVI renunciou, eles alcançaram o pontificado, mas tão somente isso.

A aceleração dos progressistas católicos nestes dias chegou ao vértice do delírio. Para eles, foi a maior conquista de todos os tempos: ganharam cidadania em Roma, reconhecimento até para suas palhaçadas mais cafonas, conseguiram entronizar deuses pagãos nos jardins do Vaticano, podem desfilar pelo sínodo sem batina… Uma glória, porém, inglória.

O povo que assiste este espetáculo patético apenas os consagra no máximo da apostasia consumada. Antes, eles podiam ignorar a resistência fiel. Agora, só lhes resta chorar e se esconder por trás da autoridade papal. “Quem criticar o papa está fora da Igreja!”, repetem estes que passaram décadas criticando os papas anteriores. Com uma diferença, porém: eles os criticavam contra a fé, o povo critica Francisco agora em defesa da fé!

De nada lhes serviu alcançar o pontificado. Eles têm o poder, mas perderam o povo. Isto é inegável!

Não, não se trata mais de reclamações de grupos tradicionalistas localizados. A queixa é total e generalizada. O desconforto é indisfarçável!

As pessoas normais não suportam mais este carnaval e não aceitam ficar caladas. Protestam, gritam, clamam, vão a Roma, se possível, mas não admitem o silêncio cúmplice com o desmantelamento do catolicismo.

Apesar do esforço hercúleo dos cleaners, que criaram uma nova modalidade de ensinamento, o Magistério Facial do Papa — eles avaliam aprovações e desaprovações com base nas caras e bocas de Francisco, já que o Bispo de Roma se nega a ser claro com as palavras, está escancarada a realidade de que a cúpula está ruindo.

Magistério Facial: Francisco sorri diante de Pacha Mamma.

Mas as bases estão fortes. Não é o povo contra o papa, é Francisco e sua corte contra a Igreja! É ele com seu séquito obstinado, cego, fanático, tentando enfiar goela abaixo, na base do autoritarismo, o mais puro paganismo, apodrecido no politicamente correto das esquerdas.

É ótimo que o povo fale e proteste. É ótimo que os padres vendidos fiquem ao lado desta corja e legitimem com fingida ingenuidade todas as atrocidades já cometidas nestes poucos dias de Sínodo.

A anestesia não está funcionando. Ninguém acredita mais! O povo está de olho, vendo a movimentação de cada um. Não haverá aceitação pacífica. Isso aqui não será um Vaticano III. A Igreja não é propriedade da hierarquia, mas de Nosso Senhor Jesus Cristo, do qual somos (inclua-se nisso Papa e bispos) miseráveis e inúteis servos.

8 outubro, 2019

Basílica de São Pedro profanada com exaltação de divindade pagã Pacha Mamma.

O fato terrível ocorreu no dia de Nossa Senhora do Rosário, em que os católicos celebram a vitória na Batalha de Lepanto.

Por Hermes Rodrigues Nery, 8 de outubro de 2019

Na sexta-feira, 4 de outubro de 2019, o primeiro evento que marcou o início das atividades do Sínodo da Amazônia foi um ritual pagão nos jardins do Vaticano, que chocou os católicos do mundo inteiro. No mesmo dia, caiu parte do teto da Basílica de São Pedro, durante a celebração de uma missa para a ordenação de quatro novos bispos.

Durante a cerimônia sincretista, com danças, imagens pagãs estavam distribuídas no meio de um tapete em formato de mandala, dentre elas, a de Pacha Mamma, a Mãe Terra, e uma imagem fálica, de um indígena deitado sobre o tapete. Tudo isso na presença de clérigos e do próprio Francisco. A imagem fálica do ritual pagão lembra o curupira, que é um sátiro indígena, chamado por São José de Anchieta de “demônio da floresta”. E o pior é que eles fizeram aquele ritual pagão para homenagear São Francisco de Assis, no seu dia.

No domingo, na missa de abertura do Sínodo, Francisco utilizou uma expressão: “dar vida a uma fogueira”, para explicar o sentido de reacender o dom que está em nós.  Não há uma única passagem nas parábolas de Jesus em que se faça menção à fogueira (uma referência pagã). Mas, na homilia, há esta menção. Outra expressão utilizada na homilia, duas vezes, foi “prudência audaciosa”. Pois é óbvio que existe uma agenda a ser discutida e proposta pelo Sínodo, com brechas a ampliar ainda mais as fissuras no edifício católico.

Na segunda-feira, 7 de outubro, a imagem pagã de Pacha Mamma foi levada para o interior da Basílica de São Pedro, onde foi erguida numa canoa de madeira, com a presença de Francisco e os bispos sinodais, próximos ao altar, de onde saíram em procissão,  atravessaram a Praça de São Pedro e se dirigiram – todos a pé – até o auditório em que se realizam os trabalhos sinodais. Francisco estava à porta do auditório quando chegou a  imagem pagã. Enfim, o sonho de Leonardo Boff se realizou. Eles chegaram lá. Há anos que ele defende o culto à Pacha Mamma. Francisco lhe é gratíssimo. Sabemos também o que está por trás : Pacha Mamma diverge da concepção cristã da Virgem Maria. Os indígenas têm instituições pré-conjugais, que anulam o valor da virgindade. Tudo isso foi muito chocante, no dia em que os católicos celebram a vitória Nossa Senhora do Rosário, pela vitória na Batalha de Lepanto. A Virgem Maria Santíssima foi ultrajada nesse dia. Em seu lugar, foi exaltada a Pacha Mamma, a Mãe Terra. Meu Deus!

É óbvio que tudo aquilo aconteceu com a anuência de Francisco, que caminhou junto com a procissão e acolheu a imagem no auditório, com os demais bispos sinodais. O fato é que o maior e o principal templo católico foi profanado. Sabemos das consequências terríveis disso!

“Portas e portões de bronze para os inimigos não conseguirem invadir, e agora o inimigo entra no ombro dos bispos”, afirmou um comentário recebido pelo Whatsapp.

O que dizer daqueles tantos cristãos e santos, que não foram poucos, que morreram mártires por não aceitarem o paganismo? “Não servirá a dois senhores!” Mas foi assim, com tais fatos, que se iniciou o Sínodo da Amazônia.

7 outubro, 2019

A cumplicidade culposa dos cleaners bergoglianos.

Por FratresInUnum.com, 7 de outubro de 2019 – Começou ontem o Sínodo da Amazônia, antecedido na manhã de sexta-feira por um ritual indígena na presença do próprio Papa Francisco — coitado, certamente se dirigiu até lá na melhor das intenções e, oh, quem poderia imaginar!?, viu-se enganado em uma cerimônia pagã!

Imediatamente, começou a euforia dos cleaners, tentando criar a narrativa de um papa inocente, sequestrado por conspiradores ecoteólogos da libertação maus ou, no máximo, enganado por sua própria bondade “franciscana”.

Pajelança também após a Missa de abertura do Sínodo.

“Francisco chorou no consistório, ao impor o barrete num Cardeal torturado por comunistas”. “Bento XVI recebe Francisco, com os treze novos cardeais”. “Francisco adota um tom mais moderado e conciliador, trazendo a Cruz para o centro do Sínodo”.

Anestesias! Anestesias em doses dinossáuricas, calculadas para produzir um efeito meticulosamente planejado: paralisar a opinião pública católica para neutralizar a única resistência que tem conseguido fazer frente à apostasia aberta desse Sínodo, ao esquerdismo declarado, à absoluta sujeição da Igreja à agenda anticristã da ONU.

Nós, aqui, reafirmamos: Francisco é a causa e o cérebro por trás de toda esta balbúrdia que estamos para presenciar.  O Sínodo forma um todo coerente com tudo aquilo que ele diariamente implementa em seu pontificado. Faz parte de um programa minuciosamente elaborado! Só não o vê quem deliberadamente prefere ignorar os fatos acachapantes que se impõem todo santo dia deste infelizmente pontificado.

Ele está desfigurando a Igreja Católica e, diante disso, é a fé dos nossos filhos que não pode ser colocada em risco. É hora de lutar e se opor com todas as forças. O nosso, é um chamado à resistência.

O bom-mocismo dos cleaners é apenas uma tentativa irresponsável de conservarem a sua própria imagem de “católicos” e “papistas”, a despeito do verdadeiro bem da Igreja e das almas. É o bom-mocismo de sempre, tingido com o falso verniz da ingenuidade crédula, mas que consiste no puro e simples negacionismo dos fatos: Bergoglio não é um coadjuvante, ele é o protagonista do desmonte. Digamo-lo claramente!

A manobra de mídia, orquestrada por Vatican News e outros órgãos oficiosos da intelligentsia vaticana, visa apenas causar a impressão de que Francisco recuou e de que está levantando a “bandeira branca da paz”, proclamando uma anistia para todos os católicos de bem!

Ora, qualquer pessoa minimamente esclarecida sobre a psicologia dos ideólogos sabe que eles nunca agem movidos por princípios racionais, mas são cegos pelas suas próprias fixações e fanatismos. A cúpula do Sínodo toda se enquadra nisso.

Afinal, quem convocou o Sínodo? Quem nomeou seus cabeças? Quem lançou o debate em entrevistas a jornalistas ateus, ou em cartinhas desaforadas a hereges silenciados por um Papa emérito que vive ali, a alguns metros de Francisco?

Então, por que o resultado seria diferente?

6 outubro, 2019

Foto da semana.

Vaticano, 4 de outubro de 2019 – Papa Francisco consagrada Sínodo da Amazônia a São Francisco de Assis.

Segundo a ACI Digital, “o ritual não foi explicado pelos organizadores, porém se assemelhava ao ritual indígena da retribuição à terra, o que não foi confirmado nem desmentido pela Sala de Imprensa do Vaticano até o fechamento desta edição. O pagamento ou retribuição à terra é uma cerimônia indígena realizada em alguns países da América Latina, em que se agradece à “mãe terra” por seus frutos ou se faz a ela algum pedido. Durante o ritual, alguns participantes presentearam três objetos ao Santo Padre: um colar, uma imagem de uma mulher grávida descrita pelo canal de Vatican News em português como “Nossa Senhora da Amazônia”; e um anel negro que parece ser o conhecido anel de tucum”.

Sobre o anel de tucum, leia aqui.

5 outubro, 2019

Líderes leigos advertem sobre o Sínodo da Amazônia: “Papa Francisco prejudicou gravemente a Fé. É hora de dizê-lo claramente”.

Importante pronunciamento de leigos em Roma, quando proeminentes brasileiros ainda consideram que Francisco se sente “desconfortável” com o que ocorre em torno do Sínodo.

Por LifeSiteNews, Roma, 4 de outubro de 2019 | Tradução: FratresInUnum.com – Líderes leigos de todo o mundo, cada vez mais alarmados quanto ao próximo Sínodo da Amazônia e sobre como ele desfigura e “protestantiza” a Igreja, reuniram-se hoje, próximos ao Vaticano, para discutir suas graves preocupações.

A mesa redonda intitulada “Nossa Igreja – reformada ou deformada?” foi apresentada pela associação internacional pró-vida Voice of the Family. Cerca de 5 mil pessoas de todos os continentes acompanharam pelos meios de comunicação.

Às vésperas do sínodo, eles descreveram a ameaça multifacetada que ele presssagia para a Igreja Católica. A escolha de uma linguagem dura reflete o perigo que eles percebem: de que, após o Sínodo, o que emergirá não será mais a Igreja Católica.

“Nós chegamos. Nesta semana, o Sínodo da Amazônia estará em andamento”, afirmou John-Henry Westen, co-fundador e editor-chefe do LifeSiteNews. “Espera-se que seja a maior severa calamidade que a fé da Igreja jamais conheceu, e vamos rezar para que não seja tão extrema como ameaça”.

“Poucos cardeais advertiram sobre a apostasia e heresia no documento de trabalho preparado para o Sínodo, porém, a maioria permaneceu em silêncio”, prosseguiu Westen. “Nós, fiéis, não podemos permanecer em silêncio, porque é a fé de nossos filhos que está sendo ameaçada. É nosso direito, enquanto Católicos, ter a fé em Jesus Cristo transmitida fielmente por nossos padres e bispos, e, especialmente, pelo Papa”.

“Há, neste momento, duas religiões dentro da Igreja Católica”, declarou o Professor Roberto de Mattei.

“A primeira é o Catolicismo tradicional, a religião daqueles que, na atual confusão, permanecem fiéis ao Magistério imutável da Igreja”, disse de Mattei.

“A segunda, até há poucos meses sem nome, agora possui: é a religião Amazônica, porque, como declarado pela pessoa que atualmente governa a Igreja, há um projeto de dar à Igreja uma ‘face Amazônica'”, explicou de Mattei.

“No Sínodo Pan-Amazônico, veremos a Igreja abandonar o Divino Mandado de converter e batizar todas as nações?”, questionou Michael Matt, editor de The Remnant, que falou sobre o desaparecimento de missionários e ordens religiosas tradicionais.

Ele perguntou: “O Vaticano abençoará e aprovará certa teologia indigenista, cujos princípios são essencialmente pagãos? A Igreja ensinará que as culturas pagãs são de Deus, porque sugerir o contrário seria cair em uma espécie de supremacismo religioso que sustenta o cristianismo como única religião verdadeira?”

“Agora, estamos diante de um sínodo dos bispos que promete abraçar uma teologia indígena que essencialmente abandonaria o esforço missionário da Igreja, bem como abraçaria uma eco-teologia que enviaria messionários das mudanças climáticas para ensinar todas as nações a ouvir o choro da Mãe Terra”, declarou Matt.

“Queira Deus que isso não prospere, pois se prosperar certamente representará a rendição formal da Igreja Católica ao mundo e ao espírito, não só dos tempos, mas também da selva”, afirmou.

José Antonio Ureta, líder do movimento internacional Tradição, Família e Propriedade (TFP) na França, advertiu que, se os padres sinodais e o Papa Francisco aprovarem a proposta do Instrumentum laboris (documento de trabalho) de ordenar homens idosos como padres, o “neo-luteranismo terá vencido o Concílio de Trento”.

“Mas, ai de nós! Essa nova estrutura eclesiástica baseada em um sacerdócio não ministerial e não hierárquico não será mais a Igreja Católica”, disse Ureta.

“O Papa Francisco e seus clérigos aliados estão criando uma organização globalista com uma face que aparenta ser Católica”, disse Michael Voris, da Church Militant. “O que está surgindo não é Católico. A fachada deve ser derrubada e, de uma vez por todas, deve-se permitir que a verdade prevaleça”.

Voris explicou que o Papa Francisco moveu a Igreja a “se alinhar com um falso tipo de teologia inspirado no ateísmo e, na pressa por colocar isso adiante, ele se cercou de numerosos clérigos canalhas — alguns, envolvidos em atos de acobertamento de abusos de menores e jovens, majoritariamente homens”.

“A Igreja Católica foi infiltrada desde dentro e esta infiltração data ao menos do pontificado do Papa Pio IX”, disse o autor católico Dr. Taylor Marshal. “É um ataque à fé sobrenatural, aos milagres, à revelação divina, e à origem de nossa criação: a identidade de Deus do homem e da mulher, a instituição do matrimônio, e o preceito da lei natural de ser fértil e de se mulplicar com o casamento. Ademais, é uma ressurreição do paganismo ‘de que sereis como deus'”.

“O Papa Francisco assinou um documento em Abu Dhabi que contém uma afirmação que possui consequências explosivas para a fé Católica”, declarou o italiano Marco Tosatti. “Ei-la: o pluralismo e a diversidade de religiões, cores, sexos, raça e línguas são desejadas pela sabedoria de Deus’. As implicações de uma expressão como esta são evidentes: se Deus desejou… que diversas religiões devam coexistir, pode-se inferir que todas as religiões são vontade divina e, portanto, qualquer pessoa é livre para escolher a religião que mais lhe agradar”.

“A frase é profundamente errada de um ponto de vista cristão – e católico”, disse Tosatti.

“Pessoalmente, creio que esta declaração é uma das afirmações mais devastadoras para o Católicos já pronunciadas por um Papa, e trata-se de uma substancial afirmação do relatismo”, acrescentou.

“Dentre as mais claramente ameaçadoras inovações que estão sendo introduzidas pelo próximo Sínodo da Amazônia está a promoção de alguma forma de ordenação ministerial para mulheres”, afirmou a jornalista francesa Jeanne Smits.

Ela advertiu que a teologia indígena que o sínodo promoverá exige a ordenação de mulheres como ministras. “Está dentro da lógica da espiritualidade tradicional indígena, isto é, do paganismo. Ou, se quiser ir um pouco além: idolatria”.

“O Sínodo da Amazonia debatará sobre o papel da mulher na Igreja, quando a Igreja já possui a mais bela resposta a isso: a Virgem Maria”, declarou Smits. “Quando Deus fez o cosmos — que significa beleza — Ele estava casa terrena apropriada e herança para Sua Filha, Mãe e Esposa. Ela é nossa Rainha, a Rainha do universo e mesmo Rainha dos Anjos, para ódio de Satanás, dado que ele deve se submeter e ser vencido por uma simples mulher, por uma mãe que podem nos comunicar a vida eterna pelo sacrifício de Seu Amado Filho”.

“Nossa visão de mulher é definida por isso. O que mais podemos querer?”, questionou Smits.

Acusação, fervorosa intercessão e um ‘tempo para heróis e santos’. 

“Com todo respeito que devemos às autoridades eclesiásticas, eu acuso a todos aqueles que aprovaram, ou aprovarão, o Instrumento laboris sobre a Amazônia, o politeísmo e, mais especificamente, o polidemonismo, pois, citando o Salmo 95, ‘Todos os deus dos gentios são demônios; Nosso Senhor, por sua vez, criou o céu'”, afirmou de Mattei.

“Faço um apelo aos cardeais e bispos que ainda são católicos, que levantem suas vozes contra este escândalo. Se seu silêncio continuar, continuaremos a buscar a intervenção dos Anjos e de Maria Rainha dos Anjos, para salvar a Santa Igreja de toda forma de reivinção, distorção e reinterpretação”, acrescentou de Mattei.

John-Henry Westen observou que, apesar de todas as graves preocupações levantadas pelos debatedores, não significa que “não amamos o Papa Francisco. De fato, absolutamente não seria amor maquiar todos essas grandes preocupações e silenciar a respeito delas, pois elas o prejudicam, mais do que qualquer outro. Ele terá de responder a Cristo no juízo, assim como todos nós”.

“Devemos continuar rezando pelo Papa todos os dias, rezando por sua conversão”, disse Westen.

“Não é necessário um teólogo para reconhecer quando a fé está sendo distorcida”, acrescentou. “Nós não deixaremos a Igreja; é a única e verdadeira Igreja e não há outra. Devemos lutar pela verdade de Cristo na Igreja, pois estamos prontos a morrer por esta fé”.

Durante o momento de perguntas e respostas, quando as perguntas inevitáveis sobre um possível cisma foram levantadas, Professor de Mattei declarou que devemos rezar por uma “verdadeira contra-forma, uma contra-revolução, uma restauração do verdadeiro cristianismo”.

Embora estejamos empreendendo uma guerra contra as forças do caos na Igreja, “a divisão de nosso inimigo é a nossa força”, afirmou de Mattei.

“É um momento alarmante”, disse Michael Matt. “Se esse sínodo ocorrer como previsto por diversos cardeais, é a maior manchete na história do mundo com exceção da crucifixão de Deus. Nada é maior que a Esposa de Cristo levantando a bandeira da rendição”.

“Se isso acontecer, é um fato grandioso e muitas pessoas virão em defesa da Igreja — heróis e santos”, proclamou Matt. “Preparemos e inspiremos nossos filhos para a cruzada”.