
Santa Missa no Terceiro Domingo de cada mês em Colatina, Espírito Santo.
Igreja São Pedro
Av. Pedro Vitali, s/n – Bairro: Pedro Vitali
Mais informações aqui.
“Quam bonum est et quam jucundum, habitare fratres in unum”

Santa Missa no Terceiro Domingo de cada mês em Colatina, Espírito Santo.
Igreja São Pedro
Av. Pedro Vitali, s/n – Bairro: Pedro Vitali
Mais informações aqui.
Após a última mudança de horário comunicada aqui no fim do mês de abril, nosso leitor de Salvador, Dionisio Lisbôa, manda a seguinte mensagem:
Devido a pedidos de diversos fiéis que freqüentam a Missa Tridentina que são oriundos de bairros distantes, os quais se sentem mais seguros se deslocando durante o dia para o antigo Colégio Maristas, retornando ainda com luz do Sol, assim como também em virtude do início das festividades do Mês de Maio, dedicado a Maria Santíssima, Padre Gilson Magno pediu-me que avisasse aos irmãos que as Missas Tridentinas (Rito Romano Extrordinário) retornam ao horário das 08:30h da manhã, todos os domingos, no mesmo local.

Sábado, 5 de maio de 2012, às 9 horas
Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Praça de Nossa Senhora da Glória, 135, Glória – Rio de Janeiro, RJ
Celebrante: Pe. João Jefferson Chagas – Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro
As missas ocorrem sempre aos primeiros sábados na mesma igreja. Antes da Santa Missa, haverá a oração do Santo Terço e o Sacerdote estará disponível para aqueles que desejarem o sacramento da confissão.
Nosso agradecimento ao leitor Francisco Ferreira pela gentil contribuição.
Informa o leitor Dionisio Lisbôa: por motivos de força maior, o horário da Missa Tridentina em Salvador, que ocorre aos domingos, no antigo Colégio Maristas, pelo menos nestes últimos dias de abril e durante o mês de maio, voltou a ser às 17h.

Dom Fernando Guimarães, bispo diocesano de Garanhuns.
O Padre Phillippe Laguerie, Superior Geral do Instituto do Bom Pastor, chegou ontem ao Brasil.
Acompanhado pelo Padre Louis-Numa Julien, vigário da paróquia Saint-Elói, e pelo Diácono Daniel Pinheiro, que em breve será o primeiro Padre brasileiro do Instituto, o Superior realizará visitas ao Rio de Janeiro e Brasília a fim de preparar o reestabelecimento do Instituto no país.
Dentro da programação da viagem, no próximo domingo, 29, será celebrada uma Missa Solene na paróquia Nossa Senhora Aparecida, no Patronato, em São Gonçalo, às 7:30 da manhã.
E outra novidade que envolve o Brasil. As ordenações sacerdotais de 29 de junho, na paróquia pessoal do IBP em Bordeaux, serão conferidas por um bispo brasileiro:
Dom Fernando Guimarães, bispo de Garanhuns.
O Reverendíssimo Pe. Anderson Batista da Silva faz saber que no próximo sábado celebrará uma Missa Tradicional na Oitava da Páscoa (Sabbato in Albis). Como acontece nos primeiros sábados, esta missa também será cantada.

Após a Santa Missa haverá uma confraternização dos fiéis com café da manhã (todos estão convidados a trazer alguma coisa).
Data: 14/04/2012, às 8 horas.
Local: Igreja Nossa Senhora Aparecida, Rua Francisco Portela, 762 – Patronato – São Gonçalo – RJ

Dom Paulo Sérgio Machado, bispo de São Carlos, e o Deputado Petista e perseguidor da Igreja Edinho Silva. Créditos: Missa aos Domingos.
O Fratres in Unum enviou a matéria sobre Dom Paulo Sérgio Machado a veículos de línguas inglesa, francesa, alemã, espanhola e italiana. Novas atualizações serão postadas aqui.
Semana Santa na Paróquia de Nossa Senhora do Pérpetuo Socorro e São Judas Tadeu
Celebrante: Padre José Edilson de Lima
Rua Taubaté 12 – Rodilândia – Nova Iguaçu/RJ.
5 de abril – QUINTA FEIRA SANTA – (Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio)
18:00 – Santa Missa com a cerimônia do Lava-pés
Após a Santa Missa haverá adoração ao Santíssimo até a meia-noite
20:00 – Catecismo, perseverança e Coral das crianças
21:00 – Moças em geral
22:00 – Senhoras e Apostolado da Oração
23:00 – Homens em geral
6 de abril – SEXTA FEIRA SANTA (dia de jejum e abstinência)
15:00 – Solene Ação Litúrgica – Comunhão
17:00 – Via-Sacra
18:00 – Procissão do Senhor Morto, sermão da Paixão (trazer velas para a procissão)
7 de abril – SÁBADO SANTO: Jesus está no sepulcro, solene vigília Pascal
19:00 – Bênção do fogo novo, do Círio, da Água Batismal
Santa Missa da Vigília Pascal
8 de abril – DOMINGO DA RESSURREIÇÃO. Cristo ressuscitou! Alleluia!
7:00 – São José
9:00 – Rodilândia
17:00 – Sepetiba
19:30 – Volta Redonda
Dois artigos de Dom Paulo Sérgio Machado, ordinário de São Carlos, São Paulo. Lá também, como em muitos outros lugares do Brasil, não chegou a carta do Santo Padre dirigida aos bispos que acompanha o Motu Proprio Summorum Pontificum. Embora os cientistas ainda não tenham “inventado um aparelho para abrir cabeças”, muitas delas “de vento”, sua leitura lançaria algumas luzes sobre as trevas da ignorância que cobrem a mente um tanto “fora de linha” do senhor bispo.
Por Dom Paulo Sérgio Machado, bispo de São Carlos, SP – 31 de março de 2012
Não consigo entender como, em pleno século XXI, existam pessoas que querem a volta da Missa em latim, com o padre celebrando “de costas para o povo”, usando os pesados paramentos “romanos”. Estamos celebrando, neste ano, os cinqüenta anos da abertura do Concílio Vaticano II, quando já sentimos a necessidade da realização de um Vaticano III e encontramos gente que quer retornar ao passado. E, o que é mais preocupante, são pessoas que freqüentaram a universidade, que entraram na universidade, mas a universidade não entrou neles. Penso que é hora de os nossos cientistas inventarem um aparelho para “abrir cabeças”. O “desconfiômetro” já está ultrapassado, mesmo porque estas pessoas não desconfiam que estão “fora de linha”, “fora de época”. Querem, a todo custo, a volta ao passado. Vivem de milagres e aparições, de devoções e pieguismo já, felizmente, ultrapassados.
Imaginemos um padre celebrando em latim numa capelinha rural. “Dominus vobiscum”. “Et cum spiritu tuo”. O nosso povo simples vai pensar que o padre está maluco ou, pelo menos, que o está xingando. Lembro-me de meu tempo de criança, quando a missa era em latim. As senhoras piedosas, não entendendo nada, rezavam o terço. Não tenho nada contra o terço -aliás eu rezo o rosário todos os dias- mas terço é reza, não é celebração.
Só falta defenderem a volta às famosas “mantilhas” que cobriam as cabeças das mulheres. E eu pergunto: por que não a dos homens? Seria até bonito ver os homens de “mantilhas rendadas”. Difícil seria encontrar quem as quisesse usar. A não ser alguns “cabeças de vento” que andam por aí querendo ensinar o pai posso ao vigário.
Mas, persiste a pergunta, o que está por detrás disso? Um saudosismo? Penso que não. É mais do que isso: é um desejo mórbido, um medo do novo. Uma aversão à mudança. É o que poderíamos chamar de -para usar uma expressão francesa – um “laissez faire, laissez passer”, um “deixa estar para ver como é que fica”. É uma tentativa de manter o “status quo”, mesmo que esse “status quo” beneficie a uma meia dúzia. E os outros é que se danem.
Para esses puritanos o inferno está cheio de gente; quando na verdade, cheio está o céu, porque Deus quer salvação de todos. E não apenas de uma minoria moralista que vê pecado em tudo e para quem o capeta é mais poderoso do que Deus. “Rasgai os vossos corações e não as vossas vestes”, diz o profeta. Gente que se preocupa em lavar os copos, as taças, e não as mentes e os corações. É a velha posição dos fariseus – que ainda hoje são muitos - que criticavam Jesus por curar no dia de sábado. Lembro-me da história de uma pessoa que, ouvindo a notícia de que o João havia assassinado Pedro na sexta feira santa, disse: “por que ele não deixou para matar no sábado?“ Para esta pessoa o dia era o mais importante.
Termino citando dois pensamentos que fazem pensar: “O passado é uma lição para se meditar, não para se reproduzir” (Mário de Andrade — autor de Macunaíma); “Leve do altar do passado o fogo, não as cinzas” (Jean Jures — líder socialista francês).
Nosso agradecimento ao leitor Dionisio Lisbôa pela indicação.
* * *
Por Dom Paulo Sérgio Machado, bispo de São Carlos, SP – 1º de fevereiro de 2012
Nós encontramos, na história, vários codificadores de teorias. E teoria, segundo o Aurélio, é o conjunto de princípios fundamentais de uma arte ou ciência. Marx codificou as teses socialistas; Adam Smith, as capitalistas; Charles Darwin, as evolucionistas; Allan Kardec, as espiritistas. Cada um no seu campo específico.
Allan Kardec, por exemplo, preocupado com a vida após a morte, defendia a tese da reencarnação, fundado num princípio de “nova chance”, talvez preocupado com a condenação eterna. Foram muitos os seus seguidores e, principalmente no Brasil, o espiritismo assumiu características de religião. E o vasto tempo de apologética da Igreja católica contribuiu para isso. Daí os espíritas terem sido estigmatizados pelos católicos como hereges.
No meu ponto de vista, três coisas devem ser consideradas. Primeiro, que toda religião tem doutrina e culto. O espiritismo tem doutrina e não tem culto. Daí ser uma teoria e não uma religião. Basta ver que os espíritas estão mais ligados à Igreja Católica. Dificilmente se encontra um espírita evangélico, isto é, protestante. Eles fazem questão de batizar os filhos na Igreja Católica, casar na Igreja Católica e chegam até encomendar missa de sétimo dia, na igreja Católica, para os familiares falecidos.
Em segundo lugar, o que leva uma pessoa a ser espírita? São várias as razões: uns, por tradição: os pais são espíritas, os avós foram espíritas. Outros porque procuram respostas imediatas para questões insolúveis: a morte, por exemplo. Quando uma “alma” envia mensagens, ela, de certa forma, alivia o sofrimento dos que ficaram. Se um filho perdeu a mãe, indo ao centro espírita, julga que se “comunica” com ela, isso serve de alívio para ele.
E, em terceiro lugar, onde o espiritismo se desenvolveu? Nos países subdesenvolvidos. Não se fala de espiritismo, por exemplo, na Europa. Lembro-me que, uma vez, numa visita ad limina – visita que os bispos fazem ao Papa – um bispo brasileiro tentava falar do crescimento do espiritismo no Brasil. E o Papa não conseguia entender o que era o espiritismo de que o bispo falava. É, de certa forma, o “animismo” que caracteriza o “africanismo” e seus cultos.
A única coisa que, no espiritismo, contraria a Igreja Católica é a teoria da reencarnação. Isso porque ‘bate de frente’ com a fé na ressurreição. Eu chamaria isso de “atalho”, E o que é um “atalho”? O dicionário vem em nosso socorro: “caminho que encurta a distância entre dois pontos”. No mundo moderno temos muitos atalhos: o quebra-molas, por exemplo. É mais fácil colocar um obstáculo na estrada do que educar para o trânsito; o preservativo: é mais fácil recomendar o seu uso do que promover uma educação para a castidade. Assim, a reencarnação: é mais fácil “dar uma chance” à alma penada do que exigir dela, em vida, uma conversão.
Outro aspecto relevante no espiritismo é a caridade. Os espíritas são caridosos, isto é, promovem a caridade como forma de purificação. Basta ver o exemplo de Chico Xavier. Inúmeras foram as obras de caridade por ele sustentadas. Apesar de seu “status” de médium famoso, procurado por tanta gente, viveu e morreu pobre. Talvez tenha sido esta a “isca” para atrais tantos admiradores. Com certeza, foi isso que fez dele o “papa” do espiritismo.
Espiritismo: teoria ou religião? Para mim, perguntar se um espírita pode ser católico é o mesmo que perguntar se um evolucionista ou capitalista também pode. Ou, para ser mais radical, um corintiano pode ser católico? Ou, então, um católico pode ser corintiano? Não só pode, como deve.

Celebrações do Tríduo Pascal com canto gregoriano na Antiga Sé – RJ
Quinta-Feira (Missa de Instituição da Eucaristia, com Lava Pés) – 18h
Sexta-Feira da Paixão – 15h
Sábado Santo (Vigília de Páscoa) – 18h
No Domingo de Páscoa, a Santa Missa será as 9h, como de costume.
Celebrante: Monsenhor José de Matos Barbosa.
[Atualização: 4 de abril de 2012, às 14:56 - Apesar de um pouco em cima da hora, publicamos a informação gentilmente enviada pelo leitor Francisco Ferreira: "Hoje o Revmo. Pe. João Jefferson Chagas celebrará a Santa Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano na Paroquia de Nossa Senhora de Fátima, localizada na Av. Darcy Bittencourt Costa 150 - Olaria - Rio de Janeiro/RJ. A cerimônia é às 19h:00. Todo último sábado na mesma Paróquia tem missa no rito antigo, às 9h:00.