Posts tagged ‘Summorum Pontificum no Brasil’

12 junho, 2013

Summorum Pontificum no Brasil: Santa Missa em Colatina, ES.

convite missa tridentina

18 maio, 2013

Summorum Pontificum no Brasil: Solenidade de Pentecostes em Juiz de Fora.

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13 maio, 2013

Summorum Pontificum no Brasil: Missa de Pentecostes em Colatina, ES.

Convite Missa

30 abril, 2013

Summorum Pontificum no Brasil: Missa em São João del Rei, MG.

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Anúncios de missas podem ser enviados a fratresinunum[arroba]gmail.com.

18 abril, 2013

Summorum Pontificum no Brasil: Missa em Colatina, ES.

Convite Missa

Informações sobre Missas no Rito Latino-Gregoriano para divulgação podem ser enviadas para fratresinunum[arroba]gmail.com.

16 março, 2013

Summorum Pontificum no Brasil: Missa em Colatina, ES.

Convite Missa

16 fevereiro, 2013

Summorum Pontificum no Brasil: Santa Missa em Colatina, ES.

colatina

30 janeiro, 2013

Allegro ma non troppo.

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Era uma vez uma diocese no sul do Brasil. Destacava-se por ter um bispo preocupado com aspectos pastorais e litúrgicos e também por incluir em seu quadro de clérigos alguns padres que apresentavam sinais de lucidez e esperança, o que muito alegrava os fiéis. Dizia-se à boca pequena que o senhor bispo era ortodoxo, dedicado e que dava um bom exemplo de vida de oração, além de não opor obstáculos à aplicação do Motu Proprio Summorum Pontificum em sua diocese, como fazem alguns de seus confrades.

Acontece que além da diocese disponibilizar missas no Rito Antigo, certa vez o senhor bispo achou por bem assistir a uma tal celebração. Dizem que ele saiu bastante contente e edificado e já estava até falando em “enriquecimento mútuo”.

Ademais, a Missa Tradicional foi excepcionalmente celebrada em outro local da diocese, na verdade, um enorme santuário, e contou com a participação de centenas de fiéis — alguns relatos dão conta de que eram cerca de mil, em plena segunda-feira!

Ainda que com as cautelas comumente adotadas pelas dioceses brasileiras, o evento foi noticiado no site diocesano, com várias fotografias.

Infelizmente, nem todos estavam gostando dos novos ares que pairavam sobre a diocese. Era preciso reagir àquela “onda de integrismo”… E assim, um mês depois da Missa Tradicional ter sido rezada no famoso santuário, o jornal diocesano publicou uma matéria iracunda e preconceituosa (imagens), digna dos velhos expoentes da moribunda e estéril teologia da libertação; aqueles que não querem “largar o osso” das benesses eclesiásticas que gozam e se recusam a reconhecer a sua falência e senilidade – de fato, verdadeiros obscurantistas e retrógrados que vivem em uma eterna década de 60.

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“Quem quer voltar, que retorne para os Evangelhos, para o Novo Testamento e não para distorções que ocorreram por causa do esquecimento da Escritura”! Fora com essa “coisa particular, onde o padre faz tudo sozinho numa língua desconhecida”. Afinal, a diocese “não pode andar na contramão do Concílio e nem muito menos da história!” – eram os brados de indignação de um dos antigos padres da diocese que rasgava suas vestes de desespero ao constatar a volta da Missa Tradicional. Pensando ridicularizar os fiéis que amam a Missa Tridentina, acabou-se por espezinhar a Fé da Igreja: pois “aquilo que para as gerações anteriores era sagrado, permanece sagrado e grande também para nós, e não pode ser de improviso totalmente proibido ou mesmo prejudicial”, já recordou o Papa Bento XVI.

Não bastasse a publicação no jornal oficial da diocese, causa ainda maior perplexidade o fato de o sacerdote em questão ser reitor do Seminário diocesano de Teologia.

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Assim sendo, desde então, os fiéis dessa diocese vêm rezando constantemente nas intenções de que a imemorial Missa Latino Gregoriana seja sempre celebrada pelo piedoso sacerdote, que o senhor bispo se mantenha firme no desejo de fazer o melhor pelas almas que lhe foram confiadas e que os seminaristas não sejam contaminados pelo modernismo. Logicamente, os leitores do Fratres in Unum se unirão às preces desses nossos irmãos.

Pois, em última análise, não se trata simplesmente de voltar a um tempo antigo, Padre. Trata-se de deixar para trás, de apagar das memórias (já que na vida real ainda há muitos estragos a reparar), uma geração de sacerdotes como o senhor: preconceituosos, ignorantes, e que, no fim das contas, odeiam a Santa Igreja Católica e exultam com sua aparente destruição, para colocar em seu lugar uma Outra, uma Nova Igreja. Nós ficamos velhos, nós passamos, Padre… Mas a Santa Missa, a Santa Igreja, a Santa Lei de Deus, estas permanecem e continuarão sempre sendo a alegria da nossa juventude. Non praevalebunt!

* * *

Os leitores podem enviar sua mensagem de apoio ao senhor bispo pelos e-mails domcelso@diocesedeapucarana.com.br e docelmar@gmail.com.

12 dezembro, 2012

Summorum Pontificum no Brasil: retorno da Missa a São José do Rio Preto.

Informações do leitor Adolfo José, a quem agradecemos:

Com grande alegria, informo aos irmãos do Fratres in Unum que nosso novo Bispo, Dom Tomé Ferreira da Silva, não vê nenhum obstáculo na celebração da Missa de Sempre, conforme matéria divulgada hoje no Diário da Região aqui. (Peço-lhe a gentileza de desconsiderar as várias imprecisões na forma como o tema é tratado e exposto pelo jornal [ndr: caro leitor, antes de fazer seu comentário, atente-se a esta observação] que, no entanto, está dando relevância ao assunto).

A Santa Missa no modo extraordinário teve seu reinício a partir do último sábado, dia 8 de dezembro (dia da Imaculada Conceição de nossa Santíssima Mãe) passando a ser celebrada na igreja Maria Mãe de Deus, no bairro Jardim Yolanda às quartas-feiras, às 19h30, e aos domingos, às 7h30. Enviaremos fotos numa próxima oportunidade.

Dom Tomé mostrou-se acolhedor com nosso grupo e, acima de tudo, vem revelando-se um bom pai espiritual para nossa Diocese.

Publicamos a seguir a matéria indicada pelo Adolfo:

Bispo dom Tomé libera missa em latim

Dom Tomé atende pedido de fiéis e autoriza a volta de celebração

O bispo da Diocese de Rio Preto, dom Tomé Ferreira da Silva, autorizou a volta das missas tridentinas – rezadas em latim – a um grupo de fiéis tradicionalistas da cidade. A retomada da celebração ocorreu no último domingo, na igreja Maria Mãe de Deus, no bairro Jardim Yolanda. Os fiéis tradicionalistas aguardavam há um ano por uma permissão da Igreja Católica e chegaram a enviar abaixo-assinado ao Vaticano pedindo a volta da celebração.

O grupo já havia conseguido autorização em 2010, do então bispo dom Paulo Mendes Peixoto. Mas, um ano e meio depois, as missas deixaram de acontecer devido à aposentadoria do padre Cesarino Pietra, que era titular da capela São Francisco de Jovita e único que tinha autorização para celebrá-la. Com a saída de dom Paulo, apenas o novo bispo poderia autorizar outro padre a celebrar. O administrador interino da Diocese, padre Jarbas Brandini, não tinha essa prerrogativa. Além disso, o pároco que assumiu a capela, Luiz de Souza Dias, pretendia usar o local para outras finalidades da igreja.

Sem alternativas, os fiéis reuniram 600 assinaturas e enviaram ao papa Bento 16 no dia 21 de setembro. Mas, não houve necessidade da autorização vir do Vaticano. Pouco mais de um mês após assumir a Diocese de Rio Preto, dom Tomé permitiu as missas do modelo extraordinário, como é conhecida a missa tridentina, na semana passada, e nomeou o padre Henrik Komenda, que reza em latim, para as celebrações.

“O bispo nos deu abertura e muito apoio. O latim representa a tradição da Igreja Católica”, disse Henrik. Escalado por dom Tomé para falar com a imprensa sobre a decisão, o padre Alessandro Lopes, titular da igreja Maria Mãe de Deus, durante reunião entre os padres o bispo mostrou interesse. Segundo ele, dom Tomé realçou a importância de reconhecer esse grupo, que priva pelas origens da Igreja. “O bispo me perguntou se poderia ser rezada na minha paróquia porque ele quer que o grupo tenha um espaço para viver de sua fé. Concordei porque acredito que cada celebração tem as suas particularidades, mas as duas têm o objeto de encontrar o mistério de Cristo”, afirmou.

A missa tridentina (extraordinária) era o modelo praticado em todo o mundo até 1969, quando o papa Paulo 6º pediu uma revisão e implantou as celebrações feitas de acordo com o idioma predominante no país com objetivo de aproximar a igreja dos fiéis.

Diferenças

Ao contrário do modelo atual, no modelo extraordinário o padre celebra de frente para o altar, não existe oferenda em dinheiro, os fiéis ficam a maior parte do tempo ajoelhados e a hóstia é dada na boca. Outra diferença é que os cantos são gregorianos e a missa é em latim, com exceção da explicação do evangelho, feita em português.

O líder do grupo dos católicos tradicionalistas, Adelino Pina Júnior, acredita que esse modelo preserva as tradições da igreja. “O padre deve ficar de frente para o sacrário, que representa a presença de Jesus, e deve ser o centro das atenções. O centro é Deus e não o homem”, explica. A missas tridentinas serão realizadas na igreja Maria Mãe de Deus, no bairro Jardim Yolanda às quartas-feiras, às 19h30, e aos domingos, às 7h30.

Modernistas

Para padres da Diocese de Rio Preto, a missa moderna – rezada em português e com o padre de frente para o povo – é melhor compreendida pelos fiéis. Essa foi justamente a intenção do papa Paulo 6º quando pediu uma revisão e implantou as celebrações feitas de acordo com o idioma predominante no país.

“A compreensão é muito importante na missa. O fato de você saber o que o padre está falando em todos os momentos facilita isso”, diz o padre Marcos Vinicius Cavallini, da paróquia Santa Edwiges. Na opinião dele, o padre deve ficar de frente para o fiel, outra coisa que facilita a transmissão das palavras do evangelho. Quem também aprova a missa moderna é o padre Fábio Henrique Paganin, da igreja Nossa Senhora do Rosário da Pompéia. Para ele, houve a necessidade da igreja se modernizar com o tempo, por isso a língua tem de ser adequada.

Catedral terá mais missas

O bispo diocesano Dom Tomé Ferreira da Silva ampliou o atendimento espiritual da Sé Catedral São José, para atender também pessoas que trabalham na área central e querem assistir às missas e ainda os visitantes de cidades vizinhas, que vêm em busca de compras ou serviços diversos. “A Catedral é a paróquia do bispo e igreja-mãe da Diocese. Por ser da área central, tem que atender o público que transita no entorno, acolhendo a todos,” afirmou o pe. Luiz Rogério Morelli, cura da Sé Catedral.

Na terça, quarta e quinta-feira, foram acrescentadas missas às 12h30 e às 19h30. O atendimento da secretaria foi esticado: agora é das 7 às 20 horas. No fim de semana, os horários se mantêm: sábado tem missa às 17h e às 19h; domingo, missas às 8h, 10h, 18h e 20h. Dom Tomé, que assumiu o cargo em 16 de novembro, celebra a Missa de Natal na Catedral no dia 24, às 20h, e a Missa de Ano-Novo no dia 31, às 20h.

12 dezembro, 2012

Summorum Pontificum no Brasil: Salvador, 1 ano. Itinerário da reconquista.

Por Mateus de Paula – Tridentina Primaz

Padre Gilson auxiliado por Mateus de Paula.

Padre Gilson auxiliado por Mateus de Paula.

Salve Maria.

Apresento um histórico desse um ano de Missa na diocese.

Quem contaria bem as feridas da luta seriam os senhores Dionísio Lisboa, Jonas Macedo, Adriano Araújo e outros que penaram numa batalha de 6 anos contra a resistência ao Motu Proprio de D. Geraldo que, merecidamente, se aposentou.

Mas desde quando D. Murilo Krieger tomou a cátedra primaz do Brasil o cenário melhorou, requisitamos, pelo Motu Proprio, a Missa que ha mais de 40 anos havia sido indevidamente proibida, fomos acolhidos e nela servimos. Sou demérito, é Deus quem me concede a graça, sinto-me um acólito clandestino, mas até que vejamos a estabilidade do clero e suas práticas ousamos servir de tal modo na precariedade que for, por Deus! Façamos o melhor a Ele!

Conheço a Missa desde quando morava em São Paulo e, como todo fiel dominical, sabia o trivial em latim das Missas no mosteiro São Bento. Isso em si foi algo inédito, pois o grupo soteropolitano queria o rito, mas não tinham a prática. Com auxilio do vídeo ‘Le Messe de Toujors’ da FSSPX e com livro ‘Curso de Liturgia’ do pe. Reus, aprofundei-me e ajudei o padre Gilson Magno a ensaiar a Missa que finalmente foi rezada dia 8 de dezembro de 2011. Ainda temos muito a aprender.

Buscamos servir. Buscamos formar um grupo de acólitos e nesse um ano já progredimos 100%; o Sr. Mailson Lopes da III Ordem do Carmo também se arrisca a servir de acólito ao Santo Sacrifício. Avante! Nos consumir no serviço de Deus como as velas do altar que nada sobram, servir a Verdade, servir a Justiça e a honra do Senhor é nossa alegria. Ainda temos uma luta espiritual grande para travar, contra nós mesmos, contra nossas paixões e vícios, contra nossa ignorância e contra o mundo e suas ideias diabólicas. A Santíssima Virgem nos consola.

A cruz é nossa única esperança. Ainda falta-nos fôlego e técnica pra montar uma schola contorum; um dia ensaiaremos tão belo hino ‘Vexila Regis’ onde um trecho se canta ‘Ave crux, spes unica’, mas precisamos crescer, pois ainda aprendemos a falar e a cantar catolicamente. Também um pequeno colégio se planeja entre nós e nos armamos com livros, pois o católico anda com os pés da oração e dos estudos.

Abraçamos a cruz para nossos pequenos martírios diante de um mundo heterodoxo e insensato. Era uma premissa antes mesmo dessa vitória, nós leigos, encontrarmos dificuldade especialmente na espiritualidade do clero embebido de uma ‘realidade da paróquia’, ou, dialeticamente, da uma ‘realidade da crise’, com uma formação imanentista própria da escola moderna e romântica. Sem frustrações acertamos a verdadeira realidade: a tradição até o momento tem resquícios de tempo e parvos pontos de florescimento o que nos deixa felizes pois já é algo com a Missa no topo. Avante!

O maior tempo da paróquia é tomado por uma espiritualidade diversa e heterodoxa, diria bem coerente a um misticismo ‘new age’ e que chamam de ‘normal’. O público que mais frequenta esse ‘movimento paralelo’ são senhoras quinquenárias para mais e a pouca juventude que há é mais protocolar que realmente crente. É o típico ambiente onde o afeto caricatura a fé e a pieguice a piedade… Ave crux, spes unica! Em algum tempo isso acabará pois esse campo se mostra estéril, mas a tradição é fertilíssima pois a cruz tudo atrai.

O nosso grupo quer evitar o beletrismo e problemas com outros que nada ajudam. Nós leigos temos uma formação via internet que nos mostra aulas e a verdadeira ação católica no Brasil e no mundo. Conhecemos as revoluções na História e na arte, ojerizamos o modernismo e o romantismo (doutrina liberal), conhecemos sobre a Gnose e o Panteísmo, não aceitamos a Belle Epoque como símbolo da tradição, nem que antes do CVII estava tudo bem, mas aceitamos a Idade Média como modelo em seus elementos como a Escolásticas, as catedrais etc. Nossos professores são quem pensam, nós apenas julgamos os frutos.

Alguns eventos, além das Missas em si, nos abençoaram com esperança.

Um amigo conterrâneo e seminarista do IBP, diácono Luís Fernando Pasquotto, nos visitou em agosto afim de dar os ares do instituto e orientar quando nossa imperícia e estudos.

Tivemos o encontro sobre o Motu Proprio promovido pela Administração Apostólica S. João Maria Vianney (AASJMV) de Campos dos Goytacazes aqui na diocese primaz. Houve Missa solene com D. Nicola Bux na Igreja do Senhor do Bonfim, houve outra solene com D. Rifan na basílica da Conceição da Praia. Vimos o brilhantismo de Deus em sua arquitetura numa plena sincronia ao rito e gozamos com nossa pequenez.

Conhecemos os famosos padres de Campos dos Goytacazes da que nos anos 80 e 90 passaram por inúmeras ciladas do demônio, junto a D.Mayer, por causa da Missa indevidamente proibida. Eles são hoje autoridade no Brasil e formam uma diocese pessoal, isto é, sem fronteiras territoriais. Conhecemos também outras autoridades episcopais como D. Fernando Guimarães e outros bispos do Brasil que se interessavam em pelo menos aprender a restaurar a Missa, nós estamos dispostos a qualquer solicitação.

Estamos aos poucos tomando forma, sem pretensões passionais, a base do rosário e dos estudos. Não queremos contemplar o abismo e medir a sua profundidade, reclamando ‘Oh! Que abismo horrível’ ‘Oh! Que abismo sem fim!’. Queremos ajudar a tapá-lo junto as verdadeiras autoridades da Igreja.

Certamente que cada ‘tradicionalista’, termo que evitamos, tem em mente um “bem, se eu fosse papa faria isso e aquilo, abruptamente”, mas devemos acabar por ai pelo risco da soberba e sermos realistas, por os pés no chão e atuar; nós precisamos da Igreja e não o contrário. Como parafraseio Santa Joana D’arc, ‘homens lutarão e Deus dará a vitória’, fazemos apenas o que é realmente católico, fieis a Deus, a Tradição, ao Papa, aos Bispos e ao sacerdotes buscando crescer na Fé, na Esperança e na Caridade. Não queremos impor nada, mas a Verdade é que se impõe, é Deus quem quer, nós apenas refletimos e mal em nossa couraça fosca. A Missa nunca foi revogada, ela expressa a integridade da doutrina e nos alimenta espiritualmente para combater o mal.

O pe. Gilson deseja celebrar uma Missa Solene para comemorar um ano de Missa, mas anacronicamente em fevereiro de 2013. Estaremos dando todo apoio possível levantando a bandeira da Santa Tradição.

Com essas palavras exponho quem somos e o que fizemos -toscamente- com os nossos dons em um ano de Missa na diocese primaz.

Viva Cristo Rei!

Viva o Papa!

Salve Maria.

Mateus de Paula.