2 setembro, 2014

Summorum Pontificum no Brasil: Santa Missa em Franca, SP.

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Endereço: Avenida Doutor Flávio Rocha, 500 – Parque dos Pinhais – Franca/SP
2 setembro, 2014

Padre da FSSPX celebra Missa na Basílica de São Pedro.

Por Rorate-Caeli | Tradução: Fratres in Unum.com – Por gentil permissão de uma autoridade superior da Basílica Papal de São Pedro no Vaticano, os fiéis da igreja de Saint-Martin-des-Gaules, Noisy-le-Grand (próxima à Paris) – que estavam em Roma em peregrinação de férias de verão dirigida pelo Padre Michel de Sivry, da Fraternidade São Pio X (SSPX) – puderam assistir à Missa no Altar de São Pio X, onde repousa o corpo do santo Papa.

A Missa na Basílica Vaticana foi celebrada pelo Pe. de Sivry, em 9 de agosto de 2014, durante o centenário especial do dies natalis de São Pio X. 

Vídeo abaixo:

Imagem e vídeo do site do Distrito da França da FSSPX.

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1 setembro, 2014

Confusão em massa*: porque nem todas as Missas válidas são iguais.

Por Robert J. Siscoe – The Remnant | Tradução: Alexandre Semedo – Fratres in Unum.com – Alguma vez você já se questionou sobre como responder àqueles que igualam a eficácia da Missa Tradicional e a do Novus Ordo, direcionando a discussão para o âmbito da validade de ambas? Tais pessoas afirmam que qualquer Missa válida é uma renovação do Sacrifício de Nosso Senhor no Calvário, cujo valor é infinito, e, então, concluem que, sendo a Missa válida, ela também é de valor infinito, e, portanto, sempre eficaz para aqueles que freqüentam. Eles podem até admitir que uma Missa celebrada escandalosamente terá um efeito negativo sobre a disposição subjetiva dos presentes, o que poderia, talvez, diminuir a quantidade de graça que recebem; mas insistirão (ou pelo menos implicarão) que nem os abusos litúrgicos, nem um indigno sacerdote, nem orações aguadas ou música profana, por si só, diminuirão a eficácia da Missa ou os frutos dela derivados. 

A resposta para a pergunta acima (como a Missa Tradicional é mais eficaz do que o Novus Ordo?) é encontrada na distinção entre o valor intrínseco e extrínseco da Missa. Antes de aprofundar este assunto, vamos relembrar os quatro fins da missa. O Catecismo de São Pio X os explica da seguinte forma:  

“O Sacrifício da Missa é oferecido a Deus por quatro finalidades: (1) para homenageá-lo corretamente, e por isso é chamado Latrêutico; (2) Para agradecer a Ele por Seus favores, e por isso é chamado Eucarístico; (3) Para aplacá-lo, dar-lhe a devida satisfação pelos nossos pecados, e para ajudar as almas do Purgatório, e por isso é chamado Propiciatório; (4) Para obter todas as graças necessárias para nós, e por isso é chamado Impetratório.” 

Valores intrínseco e extrínseco. 

Ao considerar a eficácia da Missa, devemos distinguir entre o valor intrínseco e o extrínseco. O valor intrínseco refere-se ao poder eficaz do próprio Sacrifício. Como a Missa é essencialmente idêntica ao Sacrifício de Cristo no Calvário, de valor infinito, o valor intrínseco de qualquer Missa é, em si, infinito. Em Fundamentals of Catholic Dogma, lemos: 

“O valor intrínseco da Missa, ou seja, sua dignidade peculiar e o poder eficaz intrínseco a ela (in actu primo) é infinito, devido à dignidade infinita do Dom do Sacrifício, e à dignidade infinita do Sacrificante primário”. (1) 

Com relação ao valor extrínseco da Missa, é preciso fazer uma distinção entre o valor extrínseco quanto a Deus (a quem ela é oferecida), e o valor extrínseco em relação ao homem (por quem ela é oferecida). Uma vez que Deus é um ser infinito, e, portanto, capaz de receber um ato infinito, a adoração (fim latrêutico) e a ação de graças (fim eucarístico) oferecidas a Deus em virtude do sacrifício são em si infinitas. (2) Mas, uma vez que o homem é uma criatura finita, incapaz de receber efeitos infinitos, os efeitos da Missa em relação ao homem – que são chamados de “os frutos da Missa” – são limitados. 

Em seu magnífico livro, The Holy Sacrifice of the Mass, o Padre Nicholas Gihr escreveu: “Se considerarmos o Sacrifício eucarístico em si … bem como os tesouros inescrutáveis ​​aí encerrados … perceberemos como a Santa Missa possui um valor absolutamente infinito” e, em seguida, um pouco mais adiante acrescentou: 

“Mas é diferente quando o Sacrifício Eucarístico é considerado em sua relação com o homem. A partir deste ponto de vista, a Missa tem como objetivo a aquisição de nossas salvação e santificação, e é, portanto, um meio de graça, ou melhor, uma fonte de graça, trazendo-nos as riquezas das bênçãos celestiais. (…) Os frutos que o Sacrifício da Missa nos obtém de Deus são apenas finitos, ou seja, limitados a um determinado número e a uma medida determinada… O Sacrifício da Missa, portanto, no que diz respeito ao homem, só pode ter uma eficácia restrita e em seus frutos é susceptível apenas de aplicação limitada. “(3) 

O mesmo autor prossegue explicando que a eficácia limitada “não reside na essência ou o valor do Sacrifício, uma vez que este possui um poder infinito para produzir todos os efeitos”. Pelo contrário, “a razão última e decisiva da aplicação mais ou menos abundante das graças deste sacrifício é a vontade mesma de Cristo, em outras palavras, deve ser buscada na determinação positiva de Deus”. (4) Ele explica que, ainda que a própria Missa seja uma fonte infinita de graças, quando se trata de “distribuição de Seus dons, Deus requer a nossa cooperação”. (5) 

Os Frutos da Missa 

O fruto que deriva de uma determinada Missa a um indivíduo não se baseia apenas em sua piedade pessoal ou em sua devoção, que são apenas alguns dos fatores que determinam a quantidade de graça que se recebe. Há outros fatores também que têm um certo peso sobre a eficácia de uma determinada Missa, como a santidade do sacerdote, a glória externa dada a Deus pelo rito, e até mesmo a santidade geral da Igreja em seus membros numa determinada época. Estes fatores externos afetam a quantidade de graça que uma pessoa recebe, de tal forma que se pode obter mais fruto da assistência devota de uma determinada Missa do que de uma assistência igualmente devota, porém de uma Missa diferente. 

A santidade da Igreja 

Um fator determinante da eficácia da Missa é a santidade geral da Igreja em seus membros em um determinado momento histórico, incluindo a dos bispos e a do papa reinante. Em relação a este ponto, a velha Enciclopédia Católica diz que “a grandeza e a extensão deste serviço eclesiástico depende da maior ou menor santidade do papa reinante, dos bispos, do clero e de todo o mundo, e, por isso, em tempos de decadência eclesiástica e frouxidão moral (especialmente na corte papal e entre o episcopado) os frutos da Missa, resultantes da atividade sacrifical da Igreja, pode, em determinadas circunstâncias, ser muito pequeno “. (6) 

Em relação a este mesmo ponto, Pe. Gihr escreveu: “Mas uma vez que a santidade da Igreja consiste na santidade de seus membros, tal santidade não é sempre e invariavelmente a mesma, mas maior em um período do que em outro; portanto, o sacrifício da Igreja também é ora mais, ora menos agradável a Deus e proveitoso para o homem “. (7) 

Uma vez que este fator é baseado na condição moral da Igreja como um todo, ele terá um efeito igual em todas as Missas celebradas em um dado momento da história. Os próximos vários fatores, no entanto, são baseadas em circunstâncias específicas, que têm um efeito direto sobre a eficácia de Missas individualmente consideradas. 

O Sacerdote. 

Santo Tomás explicou que os frutos que derivam de uma determinada Missa se ​​baseiam, em parte, na santidade do sacerdote celebrante que intercede pelos fiéis, “e, neste sentido, não há dúvida de que a Missa é tanto mais frutífera quanto melhor for o sacerdote”. (8) 

A missa celebrada por um sacerdote irreverentemente indigno, ou pior ainda, por um que viola as rubricas, será menos eficaz e, portanto, produzirá menos frutos do que uma celebrada por um sacerdote santo, que a reza com devoção e que segue as rubricas com precisão. Assim, como o Pe. Gihr observou, “os fiéis são, desta forma, guiados por um são instinto quando preferem assistir a uma Missa, celebrada em suas intenções, por um sacerdote reto e santo, em vez de por um indigno…” (9) São Boaventura disse que “é mais lucrativo ouvir a missa de um bom sacerdote do que de um que seja indiferente “. 

O Cardeal Bona ( + 1674) explicou este ponto desta forma: 

“Quanto mais santo e agradável a Deus um sacerdote é, tanto mais aceitáveis são as suas orações e oferendas; e, quanto maior a sua devoção, maior o benefício a ser obtido a partir de sua Missa. Pois, assim como outras obras boas realizadas por um homem piedoso ganham mérito em proporção ao zelo e devoção com que são realizadas, do mesmo modo a Santa Missa é mais ou menos rentável, tanto para o sacerdote que a diz quanto para as pessoas por quem é dita, conforme ela é celebrada com mais ou menos fervor”. 

O Rito. 

Outro fator determinante da eficácia de uma Missa é o grau de glória externa dada a Deus. Neste aspecto, nem todos os ritos são iguais; tampouco uma Missa rezada tem a mesma eficácia que uma Missa solene. Sobre este ponto, o Pe. Gihr escreveu:

“A Igreja não só oferece o Sacrifício, mas, além disso, une à sua oferta várias orações e cerimônias. Os ritos do Sacrifício são realizados em nome da Igreja e, portanto, fortemente movem Deus a transmitir Seus favores e a estender Sua generosidade para com os vivos e os mortos. Por causa da variedade das fórmulas da Missa, a eficácia impetratória do Sacrifício pode ser aumentada… também a natureza das orações da Missa (e até mesmo a natureza de todo o seu rito) exerce consequentemente uma influência sobre a medida e a natureza dos frutos do Sacrifício. Disto seguem várias conseqüências interessantes. Por exemplo, por parte da Igreja, uma missa solene celebrada tem maior valor e eficácia do que meramente uma Missa rezada (…) Em uma Missa Solene, seu aspecto é mais rico e mais brilhante do que em uma Missa rezada; pois uma celebração solene da Igreja, a fim de elevar a dignidade do sacrifício, manifesta maior pompa, e Deus é mais glorificado por ela. (…) Esta celebração maior e mais solene do sacrifício é mais agradável a Deus e, portanto, é pensada para melhor movê-lO a nos conceder, em Sua misericórdia, os favores que imploramos — ou seja, para conferir maior eficácia às petições e súplicas da Igreja. “(10) 

Mesmo a decora tem um efeito sobre os frutos da Missa, na medida em que contribui ou prejudica a glória externa de Deus. Como o Pe. Ripperger, FSSP, explicou em seu artigo sobre este tema: “Se usarmos objetos que não são apropriados à majestade e à natureza excelsa do Santo Sacrifício da Missa, nós podemos realmente diminuir seu mérito extrínseco. Coisas feias agradam menos a Deus e, portanto, têm méritos menores “. (11) 

O Novus Ordo Missae 

Se, como o Pe. Gihr observou acima, “a natureza das orações da Missa (e até mesmo a natureza de todo o seu rito)” têm um efeito sobre os frutos da Missa, isto não representa bom presságio para o Novus Ordo, que, para usar as palavras do Cardeal Ottaviani, “representa, tanto em seu todo quanto em seus detalhes, um surpreendente afastamento da teologia católica da Missa tal como foi formulada na Sessão XXII do Concílio de Trento”, e “tem todas as possibilidades de satisfazer o mais modernista dos protestantes “. (12) 

Quando consideramos o naufrágio litúrgico que é o Novus Ordo Missae e a maneira escandalosa em que a Missa é muitas vezes celebrada, é de se admirar que a Igreja esteja na condição em que está hoje? Recordemos as palavras estranhas e até mesmo sinistras utilizadas por Paulo VI quando ele introduziu a Missa Nova para o mundo em novembro de 1969. Em palavras que, sem dúvida, causaram ​​ansiedade a muitos, o Papa disse: 

“Nós lhes pedimos, uma vez mais, que mudem suas mentes quanto ao novo rito da Missa. Este novo rito será introduzido em nossa celebração do Santo Sacrifício a partir de domingo próximo, que é o primeiro do Advento… uma mudança em uma venerável tradição que já dura séculos. Isso é algo que afeta o nosso patrimônio religioso hereditário, que parecia desfrutar do privilégio de ser intocável e definitivamente estabelecido… Esta alteração afetará as cerimônias da Missa. Devemos tomar consciência, talvez com algum sentimento de aborrecimento, que as cerimônias no altar já não serão realizadas com as mesmas palavras e gestos a que estávamos acostumados… Temos de nos preparar para um inconvenitente multifacetado. É o tipo de transtorno causado por cada novidade que irrompe em nossos hábitos. Devemos observar que pessoas piedosas são as mais perturbadas, porque elas têm sua própria maneira respeitável de ouvir missa, e vão se sentir abaladas em seus pensamentos habituais e obrigadas a seguir os dos outros. Mesmo sacerdotes podem sentir algum incômodo a esse respeito… Temos que nos preparar. Esta novidade não é pouca coisa. Não devemos deixar-nos surpreender pela natureza, ou mesmo o incômodo, das formas externas (da Missa)… Vamos perder uma grande parte de algo que é artística e espirirualmente estupendo e incomparável: o canto gregoriano. Temos motivos de fato para pesar, razão quase para espanto“. (13) 

É, portanto, uma surpresa que uma Missa descrita pelo próprio Papa que a publicou como sendo um “inconvenitente multifacetado” e um “incômodo”, e que causaria “o sentimento de aborrecimento”, “arrependendimento” e “perplexidade”, tenha diminuído em muito valor extrínseco do rito, e, portanto, redundado em desastre para a Igreja? Quase 30 anos depois, o Cardeal Ratzinger escreveu: “Estou convencido de que a crise na Igreja que estamos vivendo hoje é, em grande medida, fruto da desintegração da liturgia.” (14) 

Muitas pessoas de pensamentos claros previram, desde o início, o desastre que resultaria do Novus Ordo. No exame crítico da Missa Nova (mais tarde conhecida como a Intervenção Ottaviani), que foi escrito por doze teólogos romanos e assinado pelos cardeais Ottaviani e Bacci (que o apresentaram a Paulo VI), lemos: 

“Abandonar uma tradição litúrgica que por quatro séculos foi tanto o sinal e o penhor da unidade de culto, e substituí-la por outra (que não pode deixar de ser um sinal de divisão em virtude das inúmeras liberdades implicitamente nela autorizadas, e que está repleta de insinuações ou de erros manifestos contra a integridade da religião católica) é, sentimo-nos em consciência obrigados a proclamar, um erro incalculável”. 

Eles observaram, ainda, que “tem sido sempre o caso de que, quando uma lei cuja intenção era proporcionar o bem dos indivíduos revela-se, pelo contrário, prejudicial, os súditos têm o direito, ou melhor, o dever, de pedir com confiança filial sua revogação”.

Infelizmente, a “lei” nunca foi revogada e a Igreja pagou o preço, como o próprio Cardeal Ratzinger observou em 1997. 

Conclusão 

O Catecismo de São Pio X explicou a diferença entre o Sacrifício do Calvário e do Sacrifício da Missa como se segue: “Na Cruz, Jesus Cristo ofereceu a si mesmo, derramando Seu sangue e adquirindo méritos para nós; enquanto que, em nossos altares, Ele se sacrifica sem derramamento de Seu sangue, e aplica em nosso favor os frutos da Sua paixão e morte.” Mas, como vimos, os frutos da Missa (os méritos aplicados a nós na Missa) são finitos em sua aplicação e dependem de muitos fatores: a santidade do sacerdote e a maneira em que ele diz a Missa terão um efeito sobre os frutos dela; o rito e até mesmo a decora terão um efeito sobre a quantidade de graças que se recebe, uma vez que quanto maior for a solenidade, a beleza e a grandeza da celebração, maior será a glória dada a Deus e, consequentemente, maiores serão as graças que Ele derrama sobre aqueles que assistem. 

Por essa razão, vale a pena o esforço extra para participar da Missa Tradicional, que Pe. Faber chamava de “a coisa mais linda deste lado do céu”, e evitar, a todo custo, o Novus Ordo Missae, a que o próprio Cardeal Ratzinger referiu como “uma invenção, um produto banal do instante”. (15)

* O título do artigo em inglês, Mass Confusion: Why All Valid Masses Are Not Equal, faz um trocadilho com o termo “Mass”, que em inglês significa Missa, para significar também uma “grande confusão”, ou “confusão em massa”, como traduzimos acima.

* * *  

Notas de rodapé:

1) Fundamental of Catholic Dogma, Ott, TAN, pg 414

2) Ibid
3) Holy Sacrifice of the Mass (Becktold Printing and Book Mfg Co, 1902), pg 137-138

4) Ibid. p. 138-139 

5) Ibid. p. 139

6) Catholic Encyclopedia, Vol. X (1913) p. 19

7) Holy Sacrifice of the Mass (Becktold Printing and Book Mfg Co, 1902), p. 144

8) Summa, St. Thomas, Pt III, Q 82, A.6

9) Holy Sacrifice of the Mass (Becktold Printing and Book Mfg Co, 1902), p. 147

10) Ibid p. 144-145

11) The Merits of a Mass, Fr. Ripperger, Latin Mass Magazine,

12) Ottaviani Intervention

13) Paul VI, General Audience, November 26, 1969

14) Milestones, Ratzinger, 1997

15) The Reform of the Roman Liturgy, by (Msgr Gamber, Introduction to the French edition

30 agosto, 2014

O Gloria Patri e a consideração dos Mártires.

MaryMagdaleneDePazziUm costume louvável consiste em inclinar a cabeça ao falar essas palavras [o Gloria Patri]…Um dia, quando Santa Madalena de Pazzi se inclinou com mais solenidade que o costume, uma de suas irmãs indagou o motivo dessa observância. Ela respondeu: “É uma prática que tenho, graças ao meu confessor, de oferecer minha vida à Santíssima Trindade ao inclinar a cabeça no Gloria Patri como se eu estivesse apresentando-a ao carrasco para sofrer o martírio“.

Quão relevante atualmente essa pequena citação é para muitos cristãos no mundo. O que para Santa Madalena era uma devoção piedosa é, para eles, a realidade que agora enfrentam.

Fonte aqui - agradecimento a uma querida amiga pela tradução fornecida.

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28 agosto, 2014

Por onde anda Padre Michael Rodríguez?

Atualização sobre sacerdote que se tornou famoso no Brasil por suas aparições em Fratres in Unum.com 

Informações prestadas por seu irmão David Rodríguez>

Pe. Michae Rodríguez

Pe. Michae Rodríguez

Em 20 de setembro de 2011, o padre Rodríguez foi designado vigário paroquial da paróquia de Santa Teresa em Presídio (Diocese de El Paso). Essa paróquia também atende a três missões periféricas: Shafter, Candelária e Redford. Infelizmente, em maio de 2013, o pároco (administrador) de Santa Teresa anunciou aos seus paroquianos que estava abandonando o sacerdócio. Esse acontecimento deixou o padre Rodríguez como o único padre na área, o mais próximo ficava a cerca de 150 quilômetros em Alpine, TX. Em 11 de julho de 2014, o bispo designou outro padre como pároco de Santa Teresa e designou o padre Rodríguez como Administrador da Missão do Sagrado Coração em Shafter. Shafter é uma “cidade fantasma”. Ela efetivamente chegou a prosperar no início deste século, quando a maior mina de prata no Texas foi descoberta e a cidade foi construída para atender a mina. No entanto, a mina foi fechada em 1942, e atualmente a cidade tem uma população de talvez uns 40 habitantes. Não há placa de parada na cidade, nenhum posto de gasolina ou loja de qualquer tipo, ou qualquer prédio do poder público. A Igreja e o cemitério são de longe os locais mais notáveis, e existem alguns antigos exploradores espanhóis sepultados lá desde os anos 1600. Talvez o fato histórico mais notável sobre Shafter é que a Venerável Maria de Agreda, uma monja concepcionista espanhola que viveu no século XVII, se bilocou para lá e pregou a Fé Católica aos nativos antes que os missionários espanhóis chegassem.

O padre Rodríguez continua exercendo o seu ministério sacerdotal lá e celebra a Missa Tradicional em Latim diariamente. A natureza e as circunstâncias desta missão o compeliram a um estilo de vida semi-hermético, porém, ele gosta bastante desse tipo de vida e é bastante grato a Deus e à Nossa Senhora por todas as graças que recebeu ao longo dos últimos três anos. Ele tem tido mais tempo para estudar, rezar e fazer penitência. Contudo, ele ainda se encontra em uma situação difícil, uma vez que a meu ver parece improvável que o bispo o deixará lá nessa situação por muito tempo. Na minha opinião, a fonte primária de tensão são os esforços e o compromisso do Padre Rodríguez para continuar completamente fiel à nossa Tradição Católica na liturgia, doutrina, ensino moral, pregação e todos os demais aspectos da vida católica. Além disso, o processo judicial ajuizado contra ele pelo bispo anterior (muito injustamente, até mesmo fraudulento, a meu ver) continua pendente. Assim, por favor, continuem rezando por ele.

Nota: As excelentes homilias do padre Michael Rodríguez continuam sendo postadas semanalmente no site http://svfonline.org

Junho de 2014 – Domingo da Santíssima Trindade – Momento da Elevação da Sagrada Hóstia (na Missão do Sagrado Coração em Shafter)

 

28 agosto, 2014

Cañizares a Valencia. E quem virá para o Culto Divino?

Anunciada hoje a nomeação do Cardeal Cañizares Llovera, então prefeito da Congregação para o Culto Divino, como novo arcebispo de Valencia.

Esperamos agora seu sucessor. E que não seja o velho Marini…

27 agosto, 2014

Seminaristas de Pequim recusam missa com bispos comunistas.

Por Luis Dufaur – Pesadelo Chinês - Os seminaristas de Pequim boicotaram a cerimônia de sua colação de grau, para não participarem da Missa concelebrada com bispos comprometidos em sagrações canonicamente ilícitas nos últimos anos, noticiou a agência AsiaNews.

Para essa Missa estava anunciada a participação do bispo excomungado Joseph Ma Yinglin, cuja sagração em 2006 fora feita à revelia da Santa Sé. O regime o impôs então como bispo de Kunming, e o empossou em 2010 como reitor do seminário.

Diante dos veementes protestos dos seminaristas, a direção do Seminário propôs o bispo Giovanni Fang Xingyao, presidente da Associação Patriótica, inventada pelo governo para controlar a Igreja Católica.

Dom Fang é bispo da diocese de Linyi. Sagrado em 1997 com aprovação da Santa Sé, ele foi aos poucos se aproximando do governo socialista e submetendo-se a ele.

Também essa proposta inaceitável foi recusada pelos seminaristas, pois Dom Fang participou de várias sagrações ilícitas.

Uma fonte do Seminário Nacional citada sob anonimato pela agência UCAN contou que o bispo excomungado nos anos anteriores não se apresentou para a Missa e só mandou entregar os certificados de fim de curso.

O próprio bispo ilegal não queria a cerimônia, mas foi constrangido por “superiores”, leia-se pelo governo socialista.

Afinal não houve cerimônia, e em represália os seminaristas não receberam os diplomas, ficando adiados os cursos para sacerdotes e religiosos.

Não é a primeira vez que os seminaristas de Pequim se insurgem contra os ex abruptos despóticos da Associação Patriótica. Em janeiro de 2000, todos os estudantes do Seminário Nacional – mais de 130 – se negaram a participar de uma sagração ilícita de cinco bispos alinhados ao governo.

A cerimônia na catedral da Imaculada Conceição de Pequim devia ser um golpe propagandístico do regime, mas resultou num fracasso pela ausência de fiéis e a deserção dos seminaristas.

Naquela ocasião, todos os estudantes foram mandados de volta para casa sem direito de voltar ao seminário.

Em carta aberta, os seminaristas explicaram seu gesto: “Não queremos ir contra o Papa; ainda que fiquemos impedidos de ser sacerdotes, conservaremos a alma pura, em comunhão com a Igreja universal e unidos no amor de Cristo”.

Também os seminaristas de Xangai se opuseram à presença de bispos canonicamente ilícitos na sagração do bispo auxiliar D. Ma Daqin. Este heroico bispo, logo após a sua sagração, enquanto ainda estava no recinto da catedral, renunciou à Associação Patriótica.

Por isso foi preso imediatamente, encontrando-se desde então em prisão domiciliar no santuário mariano de Sheshan e impedido de exercer seu ministério.

Os seminaristas de Xangai foram expulsos em bloco e o seminário diocesano foi fechado pela ditadura comunista.

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24 agosto, 2014

Novidades Apocalípticas de Fátima.

O último mistério: o silêncio das Irmãs. Mas, “quem cala”…

Por Antonio Socci | Tradução: Fratres in Unum.com - Apareceu uma novidade no suspense acerca do “terceiro segredo de Fátima”, uma profecia que atravessa todo o século XX e parece apontar para a sua realização final.

olg-dragonA novidade está numa publicação oficial do Carmelo de Coimbra, onde viveu e morreu (em 2005) a Irmã Lúcia dos Santos, a última vidente. Entitula-se “Um caminho sob o olhar de Maria” e é uma biografia da Ir. Lúcia, escrita por suas co-irmãs, com preciosos documentos inéditos da própria vidente.

Antes de vê-los, precisamos recordar bem a história de Fátima. 

A HISTÓRIA DE UM SÉCULO

No inflamar-se da Grande Guerra, em 13 de maio de 1917, Nossa Senhora apareceu, no vilarejo português, a três pastorinhos.

Os jornais laicos zombavam dos “ingênuos”, desafiando a Virgem a dar um sinal público de sua presença. Ela anuncia às três crianças que dará um sinal e, na última aparição, em 13 de outubro, 70 mil pessoas vindas à Cova da Iria assistem aterrorizadas o dançar do sol no céu. Um fenômeno que no dia seguinte seria noticiado pelos jornais (também pelos anticlericais).

Na aparição de 13 de julho, Nossa Senhora tinha confiado às crianças uma mensagem para todo o mundo. Era a grande profecia sobre as décadas vindouras, se a humanidade não voltasse para Deus.

Efetivamente, tudo se cumpriu: a revolução bolchevique na Rússia, a difusão do comunismo no mundo, as sanguinárias perseguições contra a Igreja e, enfim, a segunda trágica guerra mundial.

Além disso, havia uma terceira parte daquele segredo que se deveria revelar – disse Nossa Senhora – em 1960. Chegado àquela data, João XXIII resolveu deixá-la sob segredo, porque o seu conteúdo era terrível.

Provocou, assim, uma série de hipóteses. No ano 2000, João Paulo II tornou público o texto do terceiro segredo que contém a famosa visão do “bispo vestido de branco”, com o Papa que atravessa uma cidade destruída e tantos cadáveres, e depois o martírio do Santo Padre, dos bispos, padres e fieis.

Por muitos elementos, podia-se intuir que não continha tudo. Também eu, como outros autores, em 2006 publiquei um livro, “O quarto segredo de Fátima”, onde mostrava que faltava a parte, escrita e enviada depois, com as palavras de Nossa Senhora, que explicavam a mesma visão.

O próprio secretário de João XXIII, Mons. Capovilla, que tinha vivido tudo em primeira pessoa, numa conversa com Solideo Paolini, acenou para a existência de um misterioso “anexo”.

Pela parte eclesiástica, desmentiu-se que exista e que houvessem profecias relativas aos tempos hodiernos.

 

RATZINGER 2010

Mas uma clamorosa confirmação implícita veio do próprio Bento XVI, que, durante uma improvisada peregrinação a Fátima, em 13 de maio de 2010, afirmou: “Iludiria-se quem pensasse que a missão profética de Fátima esteja concluída”.

Acrescentou: “estão indicadas realidades que dizem respeito ao futuro da Igreja, que pouco a pouco se desenvolvem e se revelam… e, portanto, são sofrimentos da Igreja que se anunciam”.

Mas quais profecias poderiam ser encontradas naquele texto?

Estas duas frases do Papa, pronunciadas naquele discurso em Fátima, nos fazem refletir: “O homem pôde desencadear um ciclo de morte e de terror, mas não consegue interrompê-lo”. E depois: “A fé em amplas regiões da terra corre o risco de apagar-se como uma chama que não é mais alimentada”.

As palavras de Papa Bento nos fazem intuir que haja, portanto, algo a mais no Terceiro Segredo, e é dramático para o mundo e para a Igreja. Talvez seja devido àquela visita do Papa a publicação deste livro, que deixa escapar um outro pedaço da verdade.

O volume, de fato, é escrito a partir das cartas da Irmã Lúcia e do Diário inédito, intitulado “O meu caminho”. Impressionante, entre os episódios inéditos, é a narração de como a Irmã Lúcia superou o terror que lhe impedia de escrever o Terceiro Segredo.

 

O INÉDITO 

Por volta das 16h do dia 3 de janeiro de 1944, na capela do convento, diante do sacrário, Lúcia pediu a Jesus que lhe fizesse conhecer a Sua vontade: “senti então, que uma mão amiga, carinhosa e maternal me toca no ombro”. 

É “a Mãe do Céu” que lhe diz: “Está em paz e escreve o que te mandam, não porém o que te é dado entender do seu significado”, querendo aludir ao significado da visão que a própria Virgem lhe tinha revelado.

Logo depois – diz a Irmã Lúcia – “senti o espírito inundado por um mistério de luz que é Deus e N’Ele vi e ouvi, – A ponta da lança como chama que se desprende, toca o eixo da terra, – Ela estremece: montanhas, cidades, vilas e aldeias com os seus moradores são sepultados. O mar, os rios e as nuvens saem dos seus limites, transbordam, inundam e arrastam consigo num redemoinho, moradias e gente em número que não se pode contar, é a purificação do mundo pelo pecado em que se mergulha. O ódio, a ambição provocam a guerra destruidora! Depois senti no palpitar acelerado do coração e no meu espírito o eco duma voz suave que dizia: – No tempo, uma só Fé, um só Batismo, uma só Igreja, Santa, Católica, Apostólica. Na eternidade, o Céu! Esta palavra Céu encheu a minha alma de paz e felicidade, de tal forma que quase sem me dar conta, fiquei repetindo por muito tempo: – O Céu! O Céu!”.

Assim lhe foi dada a força para que escrevesse o Terceiro Segredo.

O inédito que acabei de citar é um documento muito interessante, no qual os que se dedicam a este tema encontram facilmente a confirmação para a reconstrução histórica pela qual o Terceiro Segredo está composto de duas partes: uma, a visão, foi escrita e enviada antes, enquanto a outra – aquela que nas palavras de Nossa Senhora é o “significado” da própria visão – foi escrita e enviada sucessivamente.

É o famoso e misterioso “anexo” ao qual se referia Capovilla. É o texto ainda não publicado, onde presumivelmente está a parte que mais assustava a Irmã Lúcia. A mesma parte que assustou João XXIII (e, antes dele, Pio XII) e que Roncalli decidiu não publicar porque – como advertia – poderia ser apenas um pensamento da Irmã Lúcia e não ter origem sobrenatural.

É uma parte tão explosiva que ainda se continua oficialmente a negar sua existência. E a abertura de Bento XVI em 2010, que levou também à publicação deste volume, hoje fechou-se novamente.

 

QUEM CALA… 

Prova disso é o que aconteceu com Solideo Paolini, o maior estudioso italiano de Fátima, que, vendo as páginas deste livro que lhe enviei, escreveu ao Carmelo de Coimbra, pedindo para poder consultar as duas obras inéditas, mencionadas no volume, considerando que ali existissem mais detalhes sobre a parte em segredo.

A carta chegou ao destino (testifica-o o recibo), mas não teve resposta. Então, Paolini escreveu de novo, entrando no mérito da questão e perguntando se a Irmã Lúcia tinha alguma vez esclarecido o “significado da visão” que do Alto lhe tinha sido dado compreender e que naquele 3 de janeiro evitou anotar, sob sugestão de Nossa Senhora: “nas obras que lhe pedi para consultar há alguma referencia a ‘algo a mais’, relativo ao Segredo de Fátima, que ainda hoje seja textualmente inédito?”.

A carta chegou em 6 de junho. Mas também esta não teve resposta. E, do mesmo modo, seria simples responder que “não”. Evidentemente, a resposta era “sim”, mas não pode ser dada, porque seria explosiva. Deste modo, calam.

Entretanto, a visão que acabo de citar remete a dois elementos que presumivelmente estariam contidos no texto inédito do Segredo: a profecia de uma terrível catástrofe para o mundo e uma grande apostasia e crise da Igreja. Uma prova apocalíptica, em cujo término – Nossa Senhora em pessoa o disse, em Fátima – “o meu Imaculado Coração triunfará”.

Bento XVI fez referência a este esperado “triunfo” em 2010: “Possam estes sete anos que nos separam do centenário das Aparições (2017) apressar o prenunciado triunfo do Coração Imaculado de Maria, para a glória da Santíssima Trindade”.

Significa que hoje, em 2014, já entramos na prova assustadora? De fato, se lermos os jornais…

Antonio Socci

Em “Libero”, 17 de agosto de 2014

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24 agosto, 2014

Foto da semana.

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Um mar de véus cobre as dignas cristãs sul-coreanas na Santa Missa celebrada pelo Papa Francisco por conta de sua visita ao país asiático, no último final de semana. Um mar de pitorescas, diriam alguns.

22 agosto, 2014

“Houve um equívoco no artigo de J. Lisboa…”

Divulgamos abaixo a mensagem recebida de Arlene Denise Bacarji acerca do artigo “Impostores no Ministério da Ordem” de Adital, que publicamos aqui. Arlene alega que a confusão foi feita pelo autor do artigo, o ex-padre José Lisboa Moreira de Oliveira, que teria selecionado partes isoladas de seu livro “A impostura no Ministério da Ordem. Transtornos de personalidade e perversão no Clero à luz da psicanálise e da psiquiatria”, sem mostrar trechos nos quais a autora salientava a importância daquilo que ele, José Lisboa, deprecia. Ou seja, ele teria se servido da autora apenas naquilo que lhe interessava para defender as suas opiniões — praxe dos teólogos da libertação. Agradecemos à Sra. Arlene pela disponibilidade em apresentar suas justificativas. Nossa equipe do Fratres in Unum procura sempre comunicar a verdade, leal e honestamente.

* * * 

Por Arlene Denise Bacarji

Olá, boa tarde a todos! A paz de Cristo.

Meu nome é Arlene Denise Bacarji, a autora mencionada pelo artigo do autor J. Lisboa. Penso que está havendo um mal entendido muito grande com relação ao livro que já encaminhei inclusive a muitos bispos para que tenham conhecimento. Houve um equívoco no artigo de J. Lisboa no sentido de dar a impressão de que o livro é contra o Ministério da Ordem, o qual respeito muito e desejo profundamente que seja cada vez mais digno de sua missão, e principalmente em respeito a Santa Eucaristia.

Amo a Igreja Católica Apostólica Romana e dei minha vida por ela e ainda dou. Escrevi um livro cujo titulo é citado pelo autor, para esclarecer o porque tem acontecido na Igreja de Cristo coisas como o Lobby gay, problemas no banco do Vaticano, escandalos de pedofilia e de homossexualidade, e outras coisas mais que profanam o sagrado, profanam a fe católica e colocam os católicos em profunda provação. O livro foi escrito com bases na psiquiatria e na psicanálise mostrando o porquê estas pessoas entram na Igreja. Quando mencionei a questão do uso de vestes como a batina, o clergyman, quando falei do celibato e da hierarquia, expliquei que estas coisas tem seu profundo valor e sentido, mas que são alvo de pessoas que têm essas patologias que estudo e mostro para delas fazerem mal uso, inclusive de profaná-las.

Peço, por favor, que não me julguem sem antes lerem o meu livro que vai sair em segunda edição. Pois lá vocês verão que ao contrário, foi o meu zelo pela Igreja de Cristo que fez com que eu o escrevesse e que nada tem nele que possa ir contra a Igreja e contra o clero e a existência deste, mas apenas explico as características de pessoas à luz da ciência, que infelizmente entram no ministério da ordem para profaná-lo e não para servir verdadeiramente a Cristo, ao reino e à Igreja.

O objetivo foi justamente o contrário, defender o clero da imagem negativa que pessoas adoentadas tem passado a sociedade em geral. Quero preservar a imagem da Igreja perante o povo de Deus, e mostro que a falta de testemunho de padres com transtornos de personalidade e perversões (que é uma minoria, mas que faz um grande estrago na Igreja), tem que ser impedida pelos formadores e bispos em geral.

Por favor, me encaminhem um endereço para que eu envie-lhe um exemplar. Os trechos foram deslocados do livro para o artigo, talvez por questões metodológicas, mas só para citar um exemplo, antes de eu dizer no livro que pessoas com perversões sexuais são atraídas pelo celibato, eu faço um parágrafo inteiro descrevendo o valor do celibato para quem quer servir com exclusividade, para a sublimação etc. Este parágrafo não foi exposto no artigo. Por isso peço que tenham prudência antes acusarem a mim. Pois sou de Deus, dou minha vida por Ele , pela sua Igreja, e minha vida tem sido de luta para que a Igreja toda possa dar o testemunho que arrasta mais do que as palavras.

Deus abençoe a todos.

Arlene

ATUALIZAÇÃO: 23 de agosto de 2014, às 21:06

Recebemos da Dra. Arlene:

Gostaria imensamente de agradecer a publicação de minha defesa. Obrigada, que Deus os abençoe muito e que o vosso amor pela verdade sempre possa iluminá-los nos vossos trabalhos.

Caso queiram, devo publicar uma segunda edição do livro, nesta edição próxima colocarei antídotos mais fortes para que estes tipos de mal-entendidos não venham a ocorrer , pois isso seria muito injusto comigo uma vez que sofro e sofri tanto, dei e dou minha vida por amor a Igreja de Cristo, sua Esposa e Povo de Deus.

Obrigada e que Deus vos pague.

Arlene

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